Programa Preliminar
Coordenador Técnico: Danilo Stocco - Mercedes-Benz
9h - 9h30
Aplicação da Técnica de Magnetização
Toroidal para Inspeção de Engrenagens Automotivas através
do Ensaio de Partículas Magnéticas
Eduardo Prado - Multiflux do Brasil Ind. Com.
9h30 - 10h
Inspeção de Componentes Automotivos utilizando
a Técnica de Líquido Penetrante
Marcel Alvarenga – Metal-Chek do Brasil Ind. Com.
10h - 10h30
Monitoramento Estatístico da Inspeção de
Solda por Resistência a ponto via Ultra-som: Estabelecendo uma
Freqüência Confiável de Inspeção
João Alexandre Gomes Junior - Mercedes-Benz do Brasil
10h - 11h
Intervalo para coffee-break
11h - 11h50
Ultrasonic In-linne Monitoring of Spotwelds in Car Body Assemblies
Andrew Chertov - Tessonics Corp.
(Apresentação em inglês, sem tradução
simultânea)
11h50 - 12h15
Ensaio de Correntes Parasitas e sua Aplicação
na Indústria Automotiva
Alejandro Spoerer - Polimeter do Brasil
12h15 - 13h30
Intervalo para almoço
13h30 - 14h
Inspeção de Componentes Automotivos utilizando
a Técnica de Raios-X
Paulo Marcelo Caetano - Metal 2 Indústria e Comércio Ltda
- Brasil
14h - 15h
Mesa Redonda: Aplicação das Técnicas de
END na Indústria Automotiva - Dificuldades, Desafios e Benefícios
Danilo Stocco - Mercedes-Benz do Brasil
José Castillo - General Motors
Gilmar Ferreira Batalha - USP
Denise Correa Oliveira - Aço Villares
Marcelo Neris - ABENDE
Inspeção de Componentes Automotivos utilizando
a Técnica de Líquido Penetrante
A indústria automotiva como uma grande fatia do mercado usuário
dos Ensaios por Líquidos Penetrantes e Partículas Magnéticas
por vezes carece de normalização específica ao
compararmos com os demais setores industriais, como por exemplo: o setor
aeronáutico, o nuclear e o petroquímico no Brasil.
Na indústria automotiva os ensaios exigem controles bem definidos
quanto aos métodos, parâmetros de controle e produtos e
freqüentemente os procedimentos não contemplam todas estas
exigências.
Exigências chegam às autopeças por intermédio
das montadoras, que por sua vez, se baseiam em normas SAE, DIN ou internas
da montadora, as quais obrigam seus fornecedores nos contratos de aquisição,
o fornecimento de peças com controle de qualidade ou programas
de busca de defeito zero.
Geralmente, os ensaios por LP ou PM constam como uma obrigatoriedade,
porém, não estão suficientemente definidos, pois,
fazem parte de regras gerais e não de ensaios detalhados em normas
específicas, como ocorre em outros setores.
A pressão por custos reduzidos leva muitos fornecedores a não
entenderem o aporte que um ensaio traz em termos de confiabilidade de
processo. No dia a dia vemos empresas realizando ensaios por serem “obrigadas”
por contrato e não por terem consciência da importância,
contribuição e valor agregado de um ensaio não
destrutivo.
Frases já foram proferidas do tipo: “O ensaio só
torna meu produto final mais caro” ou “Perco tempo útil
fazendo o ensaio enquanto poderia estar produzindo”. Esse pensamento
errôneo ainda persiste e reflete a falta de informação,
de conscientização exata do valor agregado dos ensaios
não destrutivos e de um trabalho normativo mais intenso no setor.
O presente trabalho busca apontar as contribuições dos
métodos de LP e PM, discutir o enfoque correto que deve
ser dado a estes processos no processo geral de produção,
apontar alguns erros freqüentes que ainda são verificados
no dia a dia, apresentar o quanto um trabalho de parceria entre
usuário ( montadoras, fabricantes de auto-peças) e fabricante
de produtos de ensaio contribuíram para a solução
de problemas específicos e até na redução
de custos de produção.