| PETROBRAS
EM RITMO ACELERADO
Aprovado
pelo Conselho de Administração da Petrobras em agosto,
o Plano de Negócios (PN) 2006-2010 mantém as metas
agressivas de crescimento previstas no Plano Estratégico
2015, com maior produção de óleo e gás
natural no Brasil - 2,860 milhões de barris de óleo
equivalente (boe) por dia -, o que possibilitará uma maior
utilização do petróleo nacional na carga processada
(atualmente na faixa de 80%) e garantirá a auto-suficiência
ao país já em 2006. O PN prevê investimentos
de R$ 36 bilhões para 2006, R$ 7 bilhões a mais do
que em 2005. A revisão do Plano de Negócios aproxima
a Petrobras, de forma realista, dos aumentos nos custos causados,
principalmente, pela alta do preço do petróleo no
mercado internacional", explicou o presidente José Sergio
Gabrielli de Azevedo ao apresentar o PN à força de
trabalho.
TERMINADAS
OBRAS DE MELHORIA NO SUDESTE E PLANEJADAS CONSTRUÇÕES
NO NORDESTE
Até
o final do ano, Petrobras e Transpetro estarão fazendo uma
série de inaurugações oficiais de melhorias
feitas na Malha de Gasodutos do Sudeste. O projeto, de R$ 100 milhões,
incluiu 131 intervenções em nove gasodutos regionais,
além de uma série de melhorias em City Gates. A empresa
contratada para a realização das obras foi a Promom
Engenharia, que concluiu seus serviços em agosto. Durante
a execução do projeto, a companhia teve que obter
50 licenças ambientais nos âmbitos federal, estadual
e municipal, e instalar de 5 mil componentes de 250 tipos diferentes.
VOTORANTIM
ANUNCIA INDÚSTRIA DE CELULOSE NO RS
A Votorantim Celulose e Papel anunciou
o início do processo de licenciamento socioambiental para
a construção de uma unidade de produção
de celulose branqueada no Estado sem informar a cidade onde o empreendimento
de US$ 1,3 bilhão será instalado. Seis cidades da
Metade Sul disputam diretamente o empreendimento – que terá
capacidade de produção de um milhão de toneladas
de celulose por ano. Arroio Grande, Cerrito, Pedro Osório,
Capão do Leão, Pelotas e Rio Grande são as
cidades que podem receber o empreendimento, dependendo da viabilidade
de condições técnicas como disponibilidade
da área, acesso a fontes de água para utilização
na linha de produção e descarte de efluentes.
CENIBRA
COMEMORA 10 DE SUCESSO DO SEMINÁRIO DA QUALIDADE
Neste mês, a CENIBRA realiza a 10ª edição
do Seminário da Qualidade, no Centro Cultural do Shopping
do Vale do Aço, em Ipatinga. O objetivo é valorizar
a capacidade criativa e a dedicação dos empregados,
bem como consolidar o espírito de equipe proporcionando benefícios
intangíveis. Com tecnologia, inovação e entretenimento,
o Seminário contribui para a elevação dos índices
de produtividade, economia e qualidade de vida, além de proporcionar
crescimento profissional. Todos os anos, o Seminário promove
a integração de empregados e convidados em um ambiente
agradável e enriquecedor.
BOLÍVIA
GARANTE VENDA DE GÁS À ARGENTINA PARA 2006
A
Bolívia ratificou no último dia 3 de novembro um acordo
para garantir venda de gás natural à Argentina ao
longo de 2006, depois de três anos de forte crescimento da
economia do principal parceiro do Brasil no Mercosul. A Bolívia
vai vender 7,7 milhões de metros cúbicos de gás
por dia à Argentina, segundo o acerto assinado pelos ministros
de relações exteriores dos dois países durante
a Cúpula das Américas. A Argentina, segunda maior
compradora de gás boliviano depois do Brasil, teve preocupações
com o fornecimento de gás após o então presidente
boliviano, Carlos Mesa, renunciar em junho, em meio a protestos
violentos que exigiam a estatização do gás
natural do país.
GÁS:
PRODUÇÃO DO ESPÍRITO SANTO PODE CRESCER 10
VEZES ATÉ 2010
Com poucas explorações
em águas rasas e poços terrestres até os anos
90, a Petrobras chegou a pensar em sair do Espírito Santo.
Ao final do ano passado, porém, as reservas comprovadas no
Estado já totalizavam 1,9 bilhão de barris de óleo
equivalente (boe), o que faz do Espírito Santo o segundo
maior em reservas no país, perdendo apenas para o Rio de
Janeiro. - As perspectivas são extremamente promissoras.
De 2006 a 2010, o Estado receberá o segundo maior investimento
da Petrobras, que aplicará US$ 6 bilhões na exploração
de novos campos e na construção de infra-estrutura
de produção, transporte e beneficiamento de óleo
e gás - assinala Márcio Félix Bezerra, gerente
geral da Unidade de Negócio de Exploração e
Produção do Espírito Santo (UN-ES) da estatal.
BRASIL
PERDE O POSTO DE MAIOR MERCADO DA SCANIA
A
Scania, fabricante de caminhões e ônibus, registrou
crescimento de 7% em seu resultado operacional entre janeiro e setembro,
na comparação com igual período de 2004, totalizando
504 milhões. O grupo sueco vendeu no mundo todo 36.894 caminhões,
4% a mais que em 2004. As vendas de ônibus somaram 4.355 unidades,
12% acima dos resultados obtidos no ano passado. No Brasil, a montadora
vendeu 3.945 caminhões, volume que ficou 10% abaixo do registrado
nos nove meses equivalentes do ano passado. Com esse resultado,
o País perde a posição de maior mercado mundial
de caminhões da Scania, mantida no ano passado e até
o primeiro semestre deste ano.
NO
SALÃO DE FRANKFURT, DANA APRESENTA TECNOLOGIA INÉDITA
DE IGNIÇÃO DE MOTORES POR MICROONDAS
A Dana, um dos maiores fabricantes
mundiais de sistemas e componentes automotivos, desenvolveu uma
tecnologia capaz de provocar a ignição de motores
de combustão interna por meio da energia de microondas. Denominado
AtmoPlas™, o processo também pode ser usado no tratamento
térmico de qualquer tipo de metal. Essa inédita tecnologia
foi demonstrada pela Dana no 61º Salão Internacional
do Automóvel (IAA), que em Frankfurt, na Alemanha.
TRANSPETRO
QUER O PRIMEIRO PETROLEIRO EM 2006
O presidente da Transpetro, Sergio
Machado, quer enviar o mais breve possível os convites para
que os consórcios pré-qualificados apresentem suas
propostas para a construção de 22 navios petroleiros
que fazem parte da primeira fase do programa de aumento da frota
de petroleiros da empresa. “Quero ver o primeiro navio flutuando
em 2006”, disse Sergio Machado, sem dar detalhes sobre as
especificações dos navios ou sobre o cronograma. Sem
novos navios, o último petroleiro foi encomendado em 1996,
a Transpetro vê avançar a idade média de seus
navios – que já é de 15 anos. E, para cumprir
as normas da IMO, até 2015 terá que converter sua
frota para casco duplo, hoje apenas oito são adequados à
norma, embora outros 12 petroleiros também possuam casco
duplo. “Se não fizermos a renovação da
frota, ela vai acabar até 2015”, explica o diretor
de Transportes Marítimos da Transpetro, Agenor Junqueira
Leite. No total, a Transpetro possui uma frota de 49 navios petroleiros,
que respondem por 17% do transporte da Petrobras.
NOVOS
MODELOS PODEM SER LICITADOS PARA P-55, P-56, P-57
A companhia ainda está na
fase de estudos básicos do projeto para decidir entre três
modelos das plataformas P-57, P-55, e P-6, dois deles desenvolvidos
pelo próprio Centro de Pesquisas – Cenpes. A Petrobras
abre licitação da P-57 até novembro, da P-55,
até dezembro e da P-56 logo no começo de 2006. Uma
das opções para a P-56 – que vai para Marlim
Sul – é a plataforma batizada de Mono-BR, um novo modelo
em que a unidade é consruída sobre uma coluna única,
como capacidade de armazenar até 1,6 milhão de barris
de petróleo e que tem um primeiro modelo, de menor porte
(de 300 mil barris) para o campo de Piranema – a unidade está
sendo construída no exterior, pela Sevan, para arrendamento
da Petrobras.
MATERIAL
MAIS RESISTENTE QUE O AÇO E MAIS DURO DO QUE O DIAMANTE
Trabalhar com um material 10 vezes
mais leve do que o aço - mas 20 vezes mais resistente - é
um sonho de qualquer engenheiro, e que logo poderá se tornar
realidade. Pesquisadores da Universidade da Flórida, nos
Estados Unidos, estão desenvolvendo um novo material, batizado
de buckypaper, que logo poderá tornar essas características
disponíveis a uma ampla variedade de aplicações.
O novo material, fruto da nanotecnologia, está sendo considerado
promissor para a construção de estruturas espaciais
e melhores coletes à prova de balas, mas também deverá
ser útil na fabricação da próxima geração
de monitores de computador.
GERDAU
AUMENTA PRODUÇÃO NA COLÔMBIA EM 50% ATÉ
2008
A produção das duas usinas siderúrgicas do
Grupo Gerdau da Colômbia crescerá 50% nos próximos
três anos, de 400 mil toneladas para 600 mil toneladas. Até
2008, serão investidos US$ 50 milhões nas diversas
unidades e implantadas novas tecnologias de gestão. Haverá
ainda capacitação dos colaboradores, iniciativas que
levarão ao aumento da produtividade. A expansão da
produção ocorrerá nas unidades localizadas
nas cidades de Tuta e Cali, as quais estão voltadas para
o atendimento do mercado interno, nos segmentos da construção
civil e da indústria. “A Colômbia é um
mercado estratégico para o Grupo Gerdau, pelo grande potencial
de crescimento nos próximos anos”, afirma o presidente
Jorge Gerdau Johannpeter.
PARCERIA
PÚBLICO-PRIVADA É APROVADA EM PORTO ALEGRE
O projeto que cria o Programa Municipal
de Parcerias Público-Privadas (PPPs) foi aprovado no dia
3 de novembro pela Câmara de Porto Alegre. O objetivo é
disciplinar e promover parcerias no âmbito da administração
municipal em áreas de atuação pública
de interesse social ou econômico. A proposta estabelece que
particulares poderão participar da implantação,
desenvolvimento e execução de obras e serviços
públicos.
BNDES
DESTINA R$ 27 BI PARA COMPRA DE BENS DE CAPITAL ATÉ 2010
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)
um portfólio de projetos de insumos básicos de R$
68 bilhões para deslanchar até 2010, dos quais 40%,
ou R$ 27,2 bilhões,serão destinados à compra
de máquinas e equipamentos embutidos na expansão da
produção dos setores de siderurgia, papel e celulose,
mineração e petroquímica, informa Wagner Bittencourt,
superintendente de insumos básicos do banco. O BNDES faz
coro com a indústria para que as empresas de bens de capital
sob encomenda instaladas no país sejam contempladas com uma
fatia desse bolo para se fortalecerem nesse novo ciclo de investimentos
que está em curso, no qual sofrem forte concorrência
das empresas estrangeiras.A perspectiva histórica, baseada
na capacidade tecnológica das empresas nacionais, é
de que 60% do valor desses bens podem ser fabricados no país.
PETRÓLEO
PETROBRAS
EM RITMO ACELERADO
Aprovado
pelo Conselho de Administração da Petrobras em agosto,
o Plano de Negócios (PN) 2006-2010 mantém as metas
agressivas de crescimento previstas no Plano Estratégico
2015, com maior produção de óleo e gás
natural no Brasil - 2,860 milhões de barris de óleo
equivalente (boe) por dia -, o que possibilitará uma maior
utilização do petróleo nacional na carga processada
(atualmente na faixa de 80%) e garantirá a auto-suficiência
ao país já em 2006. O PN prevê investimentos
de R$ 36 bilhões para 2006, R$ 7 bilhões a mais do
que em 2005. A revisão do Plano de Negócios aproxima
a Petrobras, de forma realista, dos aumentos nos custos causados,
principalmente, pela alta do preço do petróleo no
mercado internacional", explicou o presidente José Sergio
Gabrielli de Azevedo ao apresentar o PN à força de
trabalho. A alta a que Gabrielli se refere foi de mais de 80% -
de US$ 28 por barril em média (o Brent) em 2004 para uma
média de US$ 52,50 por barril projetada para 2005 - e refletiu-se
em toda a cadeia produtiva, principalmente em relação
aos custos de serviços, manutenção, equipamentos
e operações especializadas no setor petrolífero,
com impactos nos custos de extração e de refino de
todas as empresas do setor. O PN prevê que cada US$ 5 de variação
no preço do barril do petróleo Brent acarretarão
2% de variação do Retorno do Capital Empregado (ROCE)
e US$ 2,5 bilhões de variação na geração
de caixa operacional em 2010. No entanto, Gabrielli garantiu que
o Plano de Negócios é "robusto, capaz de reduzir
o endividamento da companhia". O aquecimento da economia mundial,
que projeta um crescimento médio acima de 4% para 2005, também
teve reflexo direto em diversos segmentos industriais que formam
a cadeia de fornecedores de insumos e materiais básicos para
a indústria petrolífera - como sondas e plataformas.
"A Petrobras se viu forçada a mudar seu PN, recalculado
com base nas tendências e nos preços nos mercados nacional
e internacional", justificou o diretor financeiro, Almir Guilherme
Barbassa.
Fonte:
Revista Petrobras
TERMINADAS OBRAS DE MELHORIA NO SUDESTE E PLANEJADAS CONSTRUÇÕES
NO NORDESTE
Até
o final do ano, Petrobras e Transpetro estarão fazendo uma
série de inaurugações oficiais de melhorias
feitas na Malha de Gasodutos do Sudeste. O projeto, de R$ 100 milhões,
incluiu 131 intervenções em nove gasodutos regionais,
além de uma série de melhorias em City Gates. A empresa
contratada para a realização das obras foi a Promom
Engenharia, que concluiu seus serviços em agosto. Durante
a execução do projeto, a companhia teve que obter
50 licenças ambientais nos âmbitos federal, estadual
e municipal, e instalar de 5 mil componentes de 250 tipos diferentes.
Tudo foi feito sem a paralisação do fornecimento de
gás natural. O coordenador de Empreendimentos da Malha Nordeste
e Sudeste, Paulo Roberto Campos Paes Barreto, explica que as modernizações
fazem parte de um programa de monitoramento da qualidade e de adequação
da malha de gasodutos às condições determinadas
na lei do petróleo. "Com a mudança de lei, a
Petrobras não pode ser operadora dos gasodutos, que passou
a Transpetro, e as distribuidoras é que são responsáveis
pela distribuição nos estados. Nessa cadeia foi preciso
instalar sistemas de maior precisão na quantificação
do gás, inclusive por motivos fiscais", explica. Barreto,
que gerencia os empreendimentos tanto da Malha Sudeste quanto Nordeste,
informa que a modernização no Sudeste atingiu os gasodutos
Gabel, Gascab I e II, Gasduc I e II, Gasvol, Gaspal, Gasan e Merluza.
Ainda na mesma Região, o projeto da Transpetro prevê
a construção do Campinas-Rio, o Caraguatatuba - Taubaté,
o Replan-Betim, Lorena-Poços de Caldas e o Gasbel II. Entre
os projetos interregionais, estão a construção
dos gasodutos, Replan-Brasília, com investimentos previstos
em US$ 380 milhões e o Gasene, que segundo a Transpetro está
orçado em US$ 1bilhão. Além do Gasun, de Goiânia
a Belém, orçado em US$ 1.960 milhões. Os empreendimentos
para a Malha Nordeste compreendende a construção dos
gasodutos Nordestão II, orçado em US$ 320 milhões;
o Gasfor II, em US$ 154 milhões; o Piauí-Maranhão,
em US$ 720 milhões e o Catu-Pilar, em US$ 360 milhões.
Na região Norte, a Transpetro ainda pretende construir os
trechos Urucu-Manaus e Urucu Porto Velho e no Sul, o Uruguaiana-Porto
Alegre, na terminação do Gasbol.
Fonte:
TN Petróleo Online
PAPEL E CELULOSE
VOTORANTIM
ANUNCIA INDÚSTRIA DE CELULOSE NO RS
A
Votorantim Celulose e Papel anunciou o início do processo
de licenciamento socioambiental para a construção
de uma unidade de produção de celulose branqueada
no Estado sem informar a cidade onde o empreendimento de US$ 1,3
bilhão será instalado. Seis cidades da Metade Sul
disputam diretamente o empreendimento – que terá capacidade
de produção de um milhão de toneladas de celulose
por ano. Arroio Grande, Cerrito, Pedro Osório, Capão
do Leão, Pelotas e Rio Grande são as cidades que podem
receber o empreendimento, dependendo da viabilidade de condições
técnicas como disponibilidade da área, acesso a fontes
de água para utilização na linha de produção
e descarte de efluentes. A infra-estrutura da cidade e as condições
socioeconômicas também serão analisadas. O terreno
necessário para a construção da unidade varia
entre 400 e 500 hectares, O diretor-presidente da VCP, José
Luciano Penido, disse que a cidade escolhida será conhecida
apenas no final de 2007, quando acaba o período de análises
da primeira etapa. Ele destaca, porém, que a decisão
de investir na planta é definitiva. A instalação
da fábrica no Estado foi antecipada pelo Jornal do Comércio
na edição de 26 de setembro de 2005. Em entrevista
ao JC, na época, o gerente operacional da empresa, João
Afiune Sobrinho, anunciava como candidatas a receber o investimento
as cidades de Rio Grande, Pelotas e Arroio Grande. “A fábrica
vai sair. O que precisamos é discutir e materializá-la”,
enfatizou Penido. O cronograma de instalação da VCP
leva em consideração o tempo de maturação
das áreas de plantio de eucalipto no Estado – que estará
completo apenas em 2011. “Já temos até o mês
em que a fábrica será inaugurada oficialmente: agosto
de 2011”, acrescentou Penido. Além do Rio Grande do
Sul, a VCP estudou propostas para instalação da unidade
em outros estados brasileiros e no Uruguai, Argentina e Ásia.
Para a construção da unidade – a quinta da VCP
no País – serão gerados 8 mil empregos diretos
e, já na etapa de funcionamento, duas mil vagas diretas e
indiretas. Para a produção anual de um milhão
de toneladas, a VCP terá que ampliar sua base florestal em
17 mil hectares todos os anos. Do total, 12 mil hectares serão
plantados em terras próprias da empresa e o restante, através
do programa Poupança Florestal – que já está
sendo desenvolvido. O limite determinado pela empresa de ocupação
da área em cada município é de 15%, mas poucas
cidades chegarão a esse percentual. Toda a produção
será destinada ao exterior, sendo escoada pelo Porto do Rio
Grande para os mercados europeu, norte-americano e asiático.
Para isso, a VCP planeja a construção de um terminal
próprio no Super Porto, com grande capacidade de armazenamento
tanto de celulose, quando de papel – já que a empresa
não descarta a possível instalação de
uma fábrica desse tipo no Estado. “Ainda é prematuro
falar nisso. É fundamental termos a produção
de celulose para depois definir. Mas é bem provável
que vamos produzir papel em solo gaúcho”, adiantou
Penido. A decisão, porém, deve sair apenas depois
de 2011. A VCP já investiu R$ 310 milhões no Rio Grande
do Sul desde 2004 e gerou 3.400 empregos diretos e indiretos com
a implantação da base florestal. ICMS deve ser dividido
com a base florestal Assim como deve ocorrer com a fábrica
da Nestlé, a futura planta da VCP deverá beneficiar
não apenas o município-sede do empreendimento. A expectativa
é gerar condições para que o ICMS seja dividido
com toda a base florestal da VCP - o que geraria renda para, pelo
menos, 30 municípios da Metade Sul.
Fonte:
Jornal do Commercio
CENIBRA
COMEMORA 10 DE SUCESSO DO SEMINÁRIO DA QUALIDADE
Neste mês, a CENIBRA realiza a 10ª edição
do Seminário da Qualidade, no Centro Cultural do Shopping
do Vale do Aço, em Ipatinga. O objetivo é valorizar
a capacidade criativa e a dedicação dos empregados,
bem como consolidar o espírito de equipe proporcionando benefícios
intangíveis. Com tecnologia, inovação e entretenimento,
o Seminário contribui para a elevação dos índices
de produtividade, economia e qualidade de vida, além de proporcionar
crescimento profissional. Todos os anos, o Seminário promove
a integração de empregados e convidados em um ambiente
agradável e enriquecedor. Na ocasião, os Círculos
de Controle de Qualidade apresentam soluções criativas
para problemas relativos à operação e produção.
Para isso, conciliam aspectos técnicos e humanos, respondendo
às necessidades organizacionais e pessoais, o que torna o
CCQ CENIBRA em uma força transformadora para democratizar
o conhecimento. Neste ano, o Seminário terá como atração
especial o humorista Saulo Laranjeira. O diferencial do Seminário
da Qualidade está no comprometimento dos empregados com as
metas estabelecidas pela empresa. Os projetos desenvolvidos durante
estes anos geraram um retorno financeiro de aproximadamente R$ 10
milhões. Resultados como este são a garantia do sucesso
das iniciativas adotadas pela CENIBRA.
Fonte:
Cenibra News
GÁS NATURAL
BOLÍVIA
GARANTE VENDA DE GÁS À ARGENTINA PARA 2006
A
Bolívia ratificou no último dia 3 de novembro um acordo
para garantir venda de gás natural à Argentina ao
longo de 2006, depois de três anos de forte crescimento da
economia do principal parceiro do Brasil no Mercosul. A Bolívia
vai vender 7,7 milhões de metros cúbicos de gás
por dia à
Argentina, segundo o acerto assinado pelos ministros de relações
exteriores dos dois países durante a Cúpula das Américas.
A Argentina, segunda maior compradora de gás boliviano depois
do Brasil, teve preocupações com o fornecimento de
gás após o então presidente boliviano, Carlos
Mesa, renunciar em junho, em meio a protestos violentos que exigiam
a estatização do gás natural do país.
Com reservas de gás de 53 trilhões de pés cúbicos,
a Bolívia também deve decidir sobre sua participação
em uma rede de distribuição sul-americana com Argentina,
Brasil, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai. Os bolivianos vão
às urnas para eleger um novo presidente em 18 de dezembro
e o governo eleito deve assumir o poder no fim de janeiro. O acordo
entre Bolívia e Argentina será revisto em março
de 2006. A economia Argentina deve crescer 8 por cento em 2005 depois
de se expandir em cerca de 9 por cento tanto em 2003 como em 2004.
O gás boliviano ajudou a Argentina a superar o inverno deste
ano sem ter de aplicar os cortes no fornecimento do gás impostos
pelo governo à indústria em 2003.
Fonte:
Reuters
GÁS:
PRODUÇÃO DO ESPÍRITO SANTO PODE CRESCER 10
VEZES ATÉ 2010
Com
poucas explorações em águas rasas e poços
terrestres até os anos 90, a Petrobras chegou a pensar em
sair do Espírito Santo. Ao final do ano passado, porém,
as reservas comprovadas no Estado já totalizavam 1,9 bilhão
de barris de óleo equivalente (boe), o que faz do Espírito
Santo o segundo maior em reservas no país, perdendo apenas
para o Rio de Janeiro. - As perspectivas são extremamente
promissoras. De 2006 a 2010, o Estado receberá o segundo
maior investimento da Petrobras, que aplicará US$ 6 bilhões
na exploração de novos campos e na construção
de infra-estrutura de produção, transporte e beneficiamento
de óleo e gás - assinala Márcio Félix
Bezerra, gerente geral da Unidade de Negócio de Exploração
e Produção do Espírito Santo (UN-ES) da estatal.
Para 2010, as previsões indicam produção de
380 mil barris diários de petróleo (bdp) e 10 milhões
de metros cúbicos de gás por dia, podendo chegar a
14 milhões. Hoje, são produzidos 36 mil bpd de petróleo
e 1,3 milhão de metros cúbicos de gás. A Petrobras
chegou ao Espírito Santo em 1957, para prospectar poços
terrestres na região Norte. A primeira descoberta comercial
data de 1969, num poço terrestre no município de São
Mateus. Do pico de 25 mil barris diários de petróleo,
em 1984, a produção entrou em declínio até
chegar a 8 mil bpd em 1998. Mas, como geologicamente, a Bacia de
Campos não termina na fronteira entre o Rio e o Espírito
Santo, seguia acesa a esperança de descobertas sob as águas.
No final da década de 90, ao mesmo tempo em que iniciou processo
de reavaliação de campos maduros em terra, a Petrobras
fez as primeiras descobertas em águas profundas no Estado.
Em 2001, foi descoberto o Campo de Jubarte, que entrou em operação
em 2002. Em 2003, foi a vez de Golfinho e, no final do mesmo ano,
a Petrobras declarou a comercialidade dos campos de Baleia Franca,
Baleia Anã, Baleia Bicuda e Baleia Azul. Nos últimos
cinco anos, as atividades de exploração e produção
da Petrobras no Espírito Santo se tornaram um exemplo de
revitalização. Do rejuvenescimento de campos maduros
em terra, passando pela exploração em águas
profundas e ultraprofundas, ao desenvolvimento de reservas de gás
natural - afirma Bezerra. Em março do próximo ano,
a plataforma P-34 deverá começar a produzir em Jubarte,
com 60 mil bpd por dia. Já a fase 2 de Jubarte, prevista
para 2009, com a plataforma P-57, significará mais 180 mil
bpd. Em maio de 2006, será a vez do navio petroleiro FPSO
Capixaba entrar em Golfinho, com 90 mil bpd. E, em janeiro de 2007,
chegará a Golfinho o FPSO Vitória, extraindo 100 mil
bpd.
Fonte:
Globo Online
INDÚSTRIA
AUTOMOTIVA
BRASIL
PERDE O POSTO DE MAIOR MERCADO DA SCANIA
A
Scania, fabricante de caminhões e ônibus, registrou
crescimento de 7% em seu resultado operacional entre janeiro e setembro,
na comparação com igual período de 2004, totalizando
504 milhões. O grupo sueco vendeu no mundo todo 36.894 caminhões,
4% a mais que em 2004. As vendas de ônibus somaram 4.355 unidades,
12% acima dos resultados obtidos no ano passado. No Brasil, a montadora
vendeu 3.945 caminhões, volume que ficou 10% abaixo do registrado
nos nove meses equivalentes do ano passado. Com esse resultado,
o País perde a posição de maior mercado mundial
de caminhões da Scania, mantida no ano passado e até
o primeiro semestre deste ano. Em volume de vendas, a filial brasileira
ficou atrás da Grã-Bretanha - antes a segunda colocada
-, que tem vendas acumuladas de 4.091 caminhões até
setembro. No segmento de ônibus, a Scania do Brasil vendeu
774 unidades, com crescimento de 54% na comparação
com o período de janeiro a setembro de 2004, de acordo com
comunicado distribuído ontem pela montadora no País.
"Com base em nossa carteira mundial de pedidos e nos volumes
atuais de produção, podemos esperar para este ano
um resultado financeiro um pouco acima da do ano passado. Se no
Brasil a demanda tem estado menor que em 2004, os mercados da Argentina
e do Chile têm crescido significantemente", afirmou,
em comunicado, o presidente mundial da Scania, Leif Œstling.
Na região da América Latina, a marca vendeu até
setembro 5.556 caminhões, apenas 1% acima do resultado de
período equivalente no ano passado. Já os negócios
com ônibus saltaram 20%, para 1.343 unidades.
Fonte:
O Estado de S. Paulo
NO
SALÃO DE FRANKFURT, DANA APRESENTA TECNOLOGIA INÉDITA
DE IGNIÇÃO DE MOTORES POR MICROONDAS
A
Dana, um dos maiores fabricantes mundiais de sistemas e componentes
automotivos, desenvolveu uma tecnologia capaz de provocar a ignição
de motores de combustão interna por meio da energia de microondas.
Denominado AtmoPlas™, o processo também pode ser usado
no tratamento térmico de qualquer tipo de metal. Essa inédita
tecnologia foi demonstrada pela Dana no 61º Salão Internacional
do Automóvel (IAA), que em Frankfurt, na Alemanha. Para promover
a ignição de motores de combustão interna,
a tecnologia AtmoPlas utiliza uma fonte sincronizada que envia pulsos
curtos de microondas para dentro do motor por meio de uma vela especial
que provoca a combustão da mistura de combustível
e ar. Não é necessária nenhuma outra modificação
para que o motor funcione. A vela especial não somente provoca
a combustão da mistura de combustível e ar, mas também
irradia a energia de microondas para dentro do cilindro, promovendo
uma combustão mais completa e aumentando a eficiência.
A presença do campo de microondas durante o processo de combustão
também pode modificar as reações químicas
para reduzir as emissões do motor. "Esta aplicação
recente da tecnologia AtmoPlas da Dana é apenas a última
das muitas possibilidades que descobrimos para este programa",
disse Chuck Heine, presidente de Desenvolvimento da Tecnologia da
Dana. "O método inovador que utiliza a energia de microondas
para melhorar a ignição do combustível tem
potencial para mudar substancialmente o motor de combustão
interna", declara Heine. A tecnologia AtmoPlas foi inicialmente
desenvolvida para o tratamento térmico de metais e diferencia-se
dos processos convencionais pois sua forma de atuação
é por meio de microondas em plasma atmosférico. O
processo é iniciado com a colocação da peça
a ser tratada dentro de um recipiente cerâmico. Em seguida,
o plasma (que pode ser criado a partir de uma variedade de gases)
é formado dentro do recipiente e envolve a peça. Ao
absorver as microondas emitidas, a temperatura dessa atmosfera eleva-se
rapidamente e atinge até mais de 2.000ºC em segundos.
Como o tratamento térmico é um processo fundamental
para a maioria das operações de manufatura, a nova
tecnologia é capaz de atender a segmentos diversificados
da indústria, como a automotiva, aeroespacial, militar, industrial,
eletrônica ou de equipamentos médicos. Apesar de o
AtmoPlas ter sido criado, inicialmente, apenas para uso interno,
a Dana já fechou acordos de licenciamento com dois fabricantes
líderes em sistema de tratamento térmico, a ALD Vacuum
Technologies AG e a Rubig GmbH & Co. Para saber mais detalhes
sobre o funcionamento da tecnologia AtmoPlas acesse o site: http://www.dana.com.br/solucoes/solucoes16.htm.
Fonte:
Dana Brasil
INDÚSTRIA
NAVAL
TRANSPETRO
QUER O PRIMEIRO PETROLEIRO EM 2006
O presidente da Transpetro, Sergio
Machado, quer enviar o mais breve possível os convites para
que os consórcios pré-qualificados apresentem suas
propostas para a construção de 22 navios petroleiros
que fazem parte da primeira fase do programa de aumento da frota
de petroleiros da empresa. “Quero ver o primeiro navio flutuando
em 2006”, disse Sergio Machado, sem dar detalhes sobre as
especificações dos navios ou sobre o cronograma. Sem
novos navios, o último petroleiro foi encomendado em 1996,
a Transpetro vê avançar a idade média de seus
navios – que já é de 15 anos. E, para cumprir
as normas da IMO, até 2015 terá que converter sua
frota para casco duplo, hoje apenas oito são adequados à
norma, embora outros 12 petroleiros também possuam casco
duplo. “Se não fizermos a renovação da
frota, ela vai acabar até 2015”, explica o diretor
de Transportes Marítimos da Transpetro, Agenor Junqueira
Leite. No total, a Transpetro possui uma frota de 49 navios petroleiros,
que respondem por 17% do transporte da Petrobras.
Fonte:
Revista Petro & Química
NOVOS
MODELOS PODEM SER LICITADOS PARA P-55, P-56, P-57
A companhia ainda está na
fase de estudos básicos do projeto para decidir entre três
modelos das plataformas P-57, P-55, e P-6, dois deles desenvolvidos
pelo próprio Centro de Pesquisas – Cenpes. A Petrobras
abre licitação da P-57 até novembro, da P-55,
até dezembro e da P-56 logo no começo de 2006. Uma
das opções para a P-56 – que vai para Marlim
Sul – é a plataforma batizada de Mono-BR, um novo modelo
em que a unidade é consruída sobre uma coluna única,
como capacidade de armazenar até 1,6 milhão de barris
de petróleo e que tem um primeiro modelo, de menor porte
(de 300 mil barris) para o campo de Piranema – a unidade está
sendo construída no exterior, pela Sevan, para arrendamento
da Petrobras.
Fonte:
Revista Petro & Química
SIDERURGIA
MATERIAL
MAIS RESISTENTE QUE O AÇO E MAIS DURO DO QUE O DIAMANTE
Trabalhar com um material 10 vezes
mais leve do que o aço - mas 20 vezes mais resistente - é
um sonho de qualquer engenheiro, e que logo poderá se tornar
realidade. Pesquisadores da Universidade da Flórida, nos
Estados Unidos, estão desenvolvendo um novo material, batizado
de buckypaper, que logo poderá tornar essas características
disponíveis a uma ampla variedade de aplicações.
O novo material, fruto da nanotecnologia, está sendo considerado
promissor para a construção de estruturas espaciais
e melhores coletes à prova de balas, mas também deverá
ser útil na fabricação da próxima geração
de monitores de computador. O buckypaper é feito de nanotubos
de carbono e está sendo desenvolvido pela equipe de Ben Wang.
Seu nome é uma derivação de buckminsterfulereno,
ou Carbono 60 - uma molécula de carbono cujas fortíssimas
ligações atômicas tornam-na duas vezes mais
dura do que o diamante. Essas moléculas esféricas
são comumente chamadas de buckyballs. Quando submetido a
uma carga elétrica, o buckypaper pode ser utilizado para
iluminar telas de computador e televisores. Quando totalmente desenvolvido,
ele deverá ser mais leve, consumir menos energia e oferecer
um nível de brilho mais uniforme do que as atuais telas de
tubos catódicos (CRT) ou de cristal líquido (LCD).
O novo nanomaterial é também um dos melhores condutores
termais conhecidos, o que permitirá sua utilização
na dissipação de calor no interior de computadores
e outros equipamentos.
Fonte:
Inovação Tecnológica
GERDAU
AUMENTA PRODUÇÃO NA COLÔMBIA EM 50% ATÉ
2008
A produção das duas usinas siderúrgicas do
Grupo Gerdau da Colômbia crescerá 50% nos próximos
três anos, de 400 mil toneladas para 600 mil toneladas. Até
2008, serão investidos US$ 50 milhões nas diversas
unidades e implantadas novas tecnologias de gestão. Haverá
ainda capacitação dos colaboradores, iniciativas que
levarão ao aumento da produtividade. A expansão da
produção ocorrerá nas unidades localizadas
nas cidades de Tuta e Cali, as quais estão voltadas para
o atendimento do mercado interno, nos segmentos da construção
civil e da indústria. “A Colômbia é um
mercado estratégico para o Grupo Gerdau, pelo grande potencial
de crescimento nos próximos anos”, afirma o presidente
Jorge Gerdau Johannpeter. De janeiro a junho, 95% do volume produzido
pelas unidades que fazem parte do Grupo Gerdau na Colômbia
foi destinado ao mercado interno e os demais 5% para países
vizinhos e Estados Unidos. As operações geram dois
mil empregos, distribuídos em oito unidades – duas
usinas siderúrgicas, duas unidades de transformação
e quatro centros de corte e dobra de aço para a construção
civil. Em dezembro de 2004, o Grupo Gerdau assinou um acordo para
tornar-se acionista das empresas Diaco e Sidelpa, num processo de
aquisição escalonada das participações
do Grupo Mayagüez e da The Latinamerican Enterprise Steel Holding,
detentores do controle majoritário das companhias. Atualmente,
possui 57% do capital social da Diaco e já investiu no país
US$ 80 milhões. A Diaco é a maior fabricante de produtos
de aço para a construção civil da Colômbia
e a Sidelpa, a única produtora de aços especiais do
país.
Fonte:
Assessoria de Imprensa Gerdau
MERCADO
PARCERIA
PÚBLICO-PRIVADA É APROVADA EM PORTO ALEGRE
O projeto que cria o Programa Municipal
de Parcerias Público-Privadas (PPPs) foi aprovado no dia
3 de novembro pela Câmara de Porto Alegre. O objetivo é
disciplinar e promover parcerias no âmbito da administração
municipal em áreas de atuação pública
de interesse social ou econômico. A proposta estabelece que
particulares poderão participar da implantação,
desenvolvimento e execução de obras e serviços
públicos.
Fonte:
Correio do Povo
BNDES
DESTINA R$ 27 BI PARA COMPRA DE BENS DE CAPITAL ATÉ 2010
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)
um portfólio de projetos de insumos básicos de R$
68 bilhões para deslanchar até 2010, dos quais 40%,
ou R$ 27,2 bilhões,serão destinados à compra
de máquinas e equipamentos embutidos na expansão da
produção dos setores de siderurgia, papel e celulose,
mineração e petroquímica, informa Wagner Bittencourt,
superintendente de insumos básicos do banco. O BNDES faz
coro com a indústria para que as empresas de bens de capital
sob encomenda instaladas no país sejam contempladas com uma
fatia desse bolo para se fortalecerem nesse novo ciclo de investimentos
que está em curso, no qual sofrem forte concorrência
das empresas estrangeiras.A perspectiva histórica, baseada
na capacidade tecnológica das empresas nacionais, é
de que 60% do valor desses bens podem ser fabricados no país.
Fonte: Valor Econômiico
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