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10 de Novembro de 2005
 

 
 

PETROBRAS EM RITMO ACELERADO

Aprovado pelo Conselho de Administração da Petrobras em agosto, o Plano de Negócios (PN) 2006-2010 mantém as metas agressivas de crescimento previstas no Plano Estratégico 2015, com maior produção de óleo e gás natural no Brasil - 2,860 milhões de barris de óleo equivalente (boe) por dia -, o que possibilitará uma maior utilização do petróleo nacional na carga processada (atualmente na faixa de 80%) e garantirá a auto-suficiência ao país já em 2006. O PN prevê investimentos de R$ 36 bilhões para 2006, R$ 7 bilhões a mais do que em 2005. A revisão do Plano de Negócios aproxima a Petrobras, de forma realista, dos aumentos nos custos causados, principalmente, pela alta do preço do petróleo no mercado internacional", explicou o presidente José Sergio Gabrielli de Azevedo ao apresentar o PN à força de trabalho.

TERMINADAS OBRAS DE MELHORIA NO SUDESTE E PLANEJADAS CONSTRUÇÕES NO NORDESTE

Até o final do ano, Petrobras e Transpetro estarão fazendo uma série de inaurugações oficiais de melhorias feitas na Malha de Gasodutos do Sudeste. O projeto, de R$ 100 milhões, incluiu 131 intervenções em nove gasodutos regionais, além de uma série de melhorias em City Gates. A empresa contratada para a realização das obras foi a Promom Engenharia, que concluiu seus serviços em agosto. Durante a execução do projeto, a companhia teve que obter 50 licenças ambientais nos âmbitos federal, estadual e municipal, e instalar de 5 mil componentes de 250 tipos diferentes.

VOTORANTIM ANUNCIA INDÚSTRIA DE CELULOSE NO RS

A Votorantim Celulose e Papel anunciou o início do processo de licenciamento socioambiental para a construção de uma unidade de produção de celulose branqueada no Estado sem informar a cidade onde o empreendimento de US$ 1,3 bilhão será instalado. Seis cidades da Metade Sul disputam diretamente o empreendimento – que terá capacidade de produção de um milhão de toneladas de celulose por ano. Arroio Grande, Cerrito, Pedro Osório, Capão do Leão, Pelotas e Rio Grande são as cidades que podem receber o empreendimento, dependendo da viabilidade de condições técnicas como disponibilidade da área, acesso a fontes de água para utilização na linha de produção e descarte de efluentes.

CENIBRA COMEMORA 10 DE SUCESSO DO SEMINÁRIO DA QUALIDADE

Neste mês, a CENIBRA realiza a 10ª edição do Seminário da Qualidade, no Centro Cultural do Shopping do Vale do Aço, em Ipatinga. O objetivo é valorizar a capacidade criativa e a dedicação dos empregados, bem como consolidar o espírito de equipe proporcionando benefícios intangíveis. Com tecnologia, inovação e entretenimento, o Seminário contribui para a elevação dos índices de produtividade, economia e qualidade de vida, além de proporcionar crescimento profissional. Todos os anos, o Seminário promove a integração de empregados e convidados em um ambiente agradável e enriquecedor.

BOLÍVIA GARANTE VENDA DE GÁS À ARGENTINA PARA 2006

A Bolívia ratificou no último dia 3 de novembro um acordo para garantir venda de gás natural à Argentina ao longo de 2006, depois de três anos de forte crescimento da economia do principal parceiro do Brasil no Mercosul. A Bolívia vai vender 7,7 milhões de metros cúbicos de gás por dia à Argentina, segundo o acerto assinado pelos ministros de relações exteriores dos dois países durante a Cúpula das Américas. A Argentina, segunda maior compradora de gás boliviano depois do Brasil, teve preocupações com o fornecimento de gás após o então presidente boliviano, Carlos Mesa, renunciar em junho, em meio a protestos violentos que exigiam a estatização do gás natural do país.

GÁS: PRODUÇÃO DO ESPÍRITO SANTO PODE CRESCER 10 VEZES ATÉ 2010

Com poucas explorações em águas rasas e poços terrestres até os anos 90, a Petrobras chegou a pensar em sair do Espírito Santo. Ao final do ano passado, porém, as reservas comprovadas no Estado já totalizavam 1,9 bilhão de barris de óleo equivalente (boe), o que faz do Espírito Santo o segundo maior em reservas no país, perdendo apenas para o Rio de Janeiro. - As perspectivas são extremamente promissoras. De 2006 a 2010, o Estado receberá o segundo maior investimento da Petrobras, que aplicará US$ 6 bilhões na exploração de novos campos e na construção de infra-estrutura de produção, transporte e beneficiamento de óleo e gás - assinala Márcio Félix Bezerra, gerente geral da Unidade de Negócio de Exploração e Produção do Espírito Santo (UN-ES) da estatal.

BRASIL PERDE O POSTO DE MAIOR MERCADO DA SCANIA

A Scania, fabricante de caminhões e ônibus, registrou crescimento de 7% em seu resultado operacional entre janeiro e setembro, na comparação com igual período de 2004, totalizando 504 milhões. O grupo sueco vendeu no mundo todo 36.894 caminhões, 4% a mais que em 2004. As vendas de ônibus somaram 4.355 unidades, 12% acima dos resultados obtidos no ano passado. No Brasil, a montadora vendeu 3.945 caminhões, volume que ficou 10% abaixo do registrado nos nove meses equivalentes do ano passado. Com esse resultado, o País perde a posição de maior mercado mundial de caminhões da Scania, mantida no ano passado e até o primeiro semestre deste ano.

NO SALÃO DE FRANKFURT, DANA APRESENTA TECNOLOGIA INÉDITA DE IGNIÇÃO DE MOTORES POR MICROONDAS

A Dana, um dos maiores fabricantes mundiais de sistemas e componentes automotivos, desenvolveu uma tecnologia capaz de provocar a ignição de motores de combustão interna por meio da energia de microondas. Denominado AtmoPlas™, o processo também pode ser usado no tratamento térmico de qualquer tipo de metal. Essa inédita tecnologia foi demonstrada pela Dana no 61º Salão Internacional do Automóvel (IAA), que em Frankfurt, na Alemanha.

TRANSPETRO QUER O PRIMEIRO PETROLEIRO EM 2006

O presidente da Transpetro, Sergio Machado, quer enviar o mais breve possível os convites para que os consórcios pré-qualificados apresentem suas propostas para a construção de 22 navios petroleiros que fazem parte da primeira fase do programa de aumento da frota de petroleiros da empresa. “Quero ver o primeiro navio flutuando em 2006”, disse Sergio Machado, sem dar detalhes sobre as especificações dos navios ou sobre o cronograma. Sem novos navios, o último petroleiro foi encomendado em 1996, a Transpetro vê avançar a idade média de seus navios – que já é de 15 anos. E, para cumprir as normas da IMO, até 2015 terá que converter sua frota para casco duplo, hoje apenas oito são adequados à norma, embora outros 12 petroleiros também possuam casco duplo. “Se não fizermos a renovação da frota, ela vai acabar até 2015”, explica o diretor de Transportes Marítimos da Transpetro, Agenor Junqueira Leite. No total, a Transpetro possui uma frota de 49 navios petroleiros, que respondem por 17% do transporte da Petrobras.

NOVOS MODELOS PODEM SER LICITADOS PARA P-55, P-56, P-57

A companhia ainda está na fase de estudos básicos do projeto para decidir entre três modelos das plataformas P-57, P-55, e P-6, dois deles desenvolvidos pelo próprio Centro de Pesquisas – Cenpes. A Petrobras abre licitação da P-57 até novembro, da P-55, até dezembro e da P-56 logo no começo de 2006. Uma das opções para a P-56 – que vai para Marlim Sul – é a plataforma batizada de Mono-BR, um novo modelo em que a unidade é consruída sobre uma coluna única, como capacidade de armazenar até 1,6 milhão de barris de petróleo e que tem um primeiro modelo, de menor porte (de 300 mil barris) para o campo de Piranema – a unidade está sendo construída no exterior, pela Sevan, para arrendamento da Petrobras.

MATERIAL MAIS RESISTENTE QUE O AÇO E MAIS DURO DO QUE O DIAMANTE

Trabalhar com um material 10 vezes mais leve do que o aço - mas 20 vezes mais resistente - é um sonho de qualquer engenheiro, e que logo poderá se tornar realidade. Pesquisadores da Universidade da Flórida, nos Estados Unidos, estão desenvolvendo um novo material, batizado de buckypaper, que logo poderá tornar essas características disponíveis a uma ampla variedade de aplicações. O novo material, fruto da nanotecnologia, está sendo considerado promissor para a construção de estruturas espaciais e melhores coletes à prova de balas, mas também deverá ser útil na fabricação da próxima geração de monitores de computador.

GERDAU AUMENTA PRODUÇÃO NA COLÔMBIA EM 50% ATÉ 2008

A produção das duas usinas siderúrgicas do Grupo Gerdau da Colômbia crescerá 50% nos próximos três anos, de 400 mil toneladas para 600 mil toneladas. Até 2008, serão investidos US$ 50 milhões nas diversas unidades e implantadas novas tecnologias de gestão. Haverá ainda capacitação dos colaboradores, iniciativas que levarão ao aumento da produtividade. A expansão da produção ocorrerá nas unidades localizadas nas cidades de Tuta e Cali, as quais estão voltadas para o atendimento do mercado interno, nos segmentos da construção civil e da indústria. “A Colômbia é um mercado estratégico para o Grupo Gerdau, pelo grande potencial de crescimento nos próximos anos”, afirma o presidente Jorge Gerdau Johannpeter.

PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA É APROVADA EM PORTO ALEGRE

O projeto que cria o Programa Municipal de Parcerias Público-Privadas (PPPs) foi aprovado no dia 3 de novembro pela Câmara de Porto Alegre. O objetivo é disciplinar e promover parcerias no âmbito da administração municipal em áreas de atuação pública de interesse social ou econômico. A proposta estabelece que particulares poderão participar da implantação, desenvolvimento e execução de obras e serviços públicos.

BNDES DESTINA R$ 27 BI PARA COMPRA DE BENS DE CAPITAL ATÉ 2010

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) um portfólio de projetos de insumos básicos de R$ 68 bilhões para deslanchar até 2010, dos quais 40%, ou R$ 27,2 bilhões,serão destinados à compra de máquinas e equipamentos embutidos na expansão da produção dos setores de siderurgia, papel e celulose, mineração e petroquímica, informa Wagner Bittencourt, superintendente de insumos básicos do banco. O BNDES faz coro com a indústria para que as empresas de bens de capital sob encomenda instaladas no país sejam contempladas com uma fatia desse bolo para se fortalecerem nesse novo ciclo de investimentos que está em curso, no qual sofrem forte concorrência das empresas estrangeiras.A perspectiva histórica, baseada na capacidade tecnológica das empresas nacionais, é de que 60% do valor desses bens podem ser fabricados no país.

PETRÓLEO

PETROBRAS EM RITMO ACELERADO

Aprovado pelo Conselho de Administração da Petrobras em agosto, o Plano de Negócios (PN) 2006-2010 mantém as metas agressivas de crescimento previstas no Plano Estratégico 2015, com maior produção de óleo e gás natural no Brasil - 2,860 milhões de barris de óleo equivalente (boe) por dia -, o que possibilitará uma maior utilização do petróleo nacional na carga processada (atualmente na faixa de 80%) e garantirá a auto-suficiência ao país já em 2006. O PN prevê investimentos de R$ 36 bilhões para 2006, R$ 7 bilhões a mais do que em 2005. A revisão do Plano de Negócios aproxima a Petrobras, de forma realista, dos aumentos nos custos causados, principalmente, pela alta do preço do petróleo no mercado internacional", explicou o presidente José Sergio Gabrielli de Azevedo ao apresentar o PN à força de trabalho. A alta a que Gabrielli se refere foi de mais de 80% - de US$ 28 por barril em média (o Brent) em 2004 para uma média de US$ 52,50 por barril projetada para 2005 - e refletiu-se em toda a cadeia produtiva, principalmente em relação aos custos de serviços, manutenção, equipamentos e operações especializadas no setor petrolífero, com impactos nos custos de extração e de refino de todas as empresas do setor. O PN prevê que cada US$ 5 de variação no preço do barril do petróleo Brent acarretarão 2% de variação do Retorno do Capital Empregado (ROCE) e US$ 2,5 bilhões de variação na geração de caixa operacional em 2010. No entanto, Gabrielli garantiu que o Plano de Negócios é "robusto, capaz de reduzir o endividamento da companhia". O aquecimento da economia mundial, que projeta um crescimento médio acima de 4% para 2005, também teve reflexo direto em diversos segmentos industriais que formam a cadeia de fornecedores de insumos e materiais básicos para a indústria petrolífera - como sondas e plataformas. "A Petrobras se viu forçada a mudar seu PN, recalculado com base nas tendências e nos preços nos mercados nacional e internacional", justificou o diretor financeiro, Almir Guilherme Barbassa.

Fonte: Revista Petrobras


TERMINADAS OBRAS DE MELHORIA NO SUDESTE E PLANEJADAS CONSTRUÇÕES NO NORDESTE

Até o final do ano, Petrobras e Transpetro estarão fazendo uma série de inaurugações oficiais de melhorias feitas na Malha de Gasodutos do Sudeste. O projeto, de R$ 100 milhões, incluiu 131 intervenções em nove gasodutos regionais, além de uma série de melhorias em City Gates. A empresa contratada para a realização das obras foi a Promom Engenharia, que concluiu seus serviços em agosto. Durante a execução do projeto, a companhia teve que obter 50 licenças ambientais nos âmbitos federal, estadual e municipal, e instalar de 5 mil componentes de 250 tipos diferentes. Tudo foi feito sem a paralisação do fornecimento de gás natural. O coordenador de Empreendimentos da Malha Nordeste e Sudeste, Paulo Roberto Campos Paes Barreto, explica que as modernizações fazem parte de um programa de monitoramento da qualidade e de adequação da malha de gasodutos às condições determinadas na lei do petróleo. "Com a mudança de lei, a Petrobras não pode ser operadora dos gasodutos, que passou a Transpetro, e as distribuidoras é que são responsáveis pela distribuição nos estados. Nessa cadeia foi preciso instalar sistemas de maior precisão na quantificação do gás, inclusive por motivos fiscais", explica. Barreto, que gerencia os empreendimentos tanto da Malha Sudeste quanto Nordeste, informa que a modernização no Sudeste atingiu os gasodutos Gabel, Gascab I e II, Gasduc I e II, Gasvol, Gaspal, Gasan e Merluza. Ainda na mesma Região, o projeto da Transpetro prevê a construção do Campinas-Rio, o Caraguatatuba - Taubaté, o Replan-Betim, Lorena-Poços de Caldas e o Gasbel II. Entre os projetos interregionais, estão a construção dos gasodutos, Replan-Brasília, com investimentos previstos em US$ 380 milhões e o Gasene, que segundo a Transpetro está orçado em US$ 1bilhão. Além do Gasun, de Goiânia a Belém, orçado em US$ 1.960 milhões. Os empreendimentos para a Malha Nordeste compreendende a construção dos gasodutos Nordestão II, orçado em US$ 320 milhões; o Gasfor II, em US$ 154 milhões; o Piauí-Maranhão, em US$ 720 milhões e o Catu-Pilar, em US$ 360 milhões. Na região Norte, a Transpetro ainda pretende construir os trechos Urucu-Manaus e Urucu Porto Velho e no Sul, o Uruguaiana-Porto Alegre, na terminação do Gasbol.

Fonte: TN Petróleo Online


PAPEL E CELULOSE

VOTORANTIM ANUNCIA INDÚSTRIA DE CELULOSE NO RS

A Votorantim Celulose e Papel anunciou o início do processo de licenciamento socioambiental para a construção de uma unidade de produção de celulose branqueada no Estado sem informar a cidade onde o empreendimento de US$ 1,3 bilhão será instalado. Seis cidades da Metade Sul disputam diretamente o empreendimento – que terá capacidade de produção de um milhão de toneladas de celulose por ano. Arroio Grande, Cerrito, Pedro Osório, Capão do Leão, Pelotas e Rio Grande são as cidades que podem receber o empreendimento, dependendo da viabilidade de condições técnicas como disponibilidade da área, acesso a fontes de água para utilização na linha de produção e descarte de efluentes. A infra-estrutura da cidade e as condições socioeconômicas também serão analisadas. O terreno necessário para a construção da unidade varia entre 400 e 500 hectares, O diretor-presidente da VCP, José Luciano Penido, disse que a cidade escolhida será conhecida apenas no final de 2007, quando acaba o período de análises da primeira etapa. Ele destaca, porém, que a decisão de investir na planta é definitiva. A instalação da fábrica no Estado foi antecipada pelo Jornal do Comércio na edição de 26 de setembro de 2005. Em entrevista ao JC, na época, o gerente operacional da empresa, João Afiune Sobrinho, anunciava como candidatas a receber o investimento as cidades de Rio Grande, Pelotas e Arroio Grande. “A fábrica vai sair. O que precisamos é discutir e materializá-la”, enfatizou Penido. O cronograma de instalação da VCP leva em consideração o tempo de maturação das áreas de plantio de eucalipto no Estado – que estará completo apenas em 2011. “Já temos até o mês em que a fábrica será inaugurada oficialmente: agosto de 2011”, acrescentou Penido. Além do Rio Grande do Sul, a VCP estudou propostas para instalação da unidade em outros estados brasileiros e no Uruguai, Argentina e Ásia. Para a construção da unidade – a quinta da VCP no País – serão gerados 8 mil empregos diretos e, já na etapa de funcionamento, duas mil vagas diretas e indiretas. Para a produção anual de um milhão de toneladas, a VCP terá que ampliar sua base florestal em 17 mil hectares todos os anos. Do total, 12 mil hectares serão plantados em terras próprias da empresa e o restante, através do programa Poupança Florestal – que já está sendo desenvolvido. O limite determinado pela empresa de ocupação da área em cada município é de 15%, mas poucas cidades chegarão a esse percentual. Toda a produção será destinada ao exterior, sendo escoada pelo Porto do Rio Grande para os mercados europeu, norte-americano e asiático. Para isso, a VCP planeja a construção de um terminal próprio no Super Porto, com grande capacidade de armazenamento tanto de celulose, quando de papel – já que a empresa não descarta a possível instalação de uma fábrica desse tipo no Estado. “Ainda é prematuro falar nisso. É fundamental termos a produção de celulose para depois definir. Mas é bem provável que vamos produzir papel em solo gaúcho”, adiantou Penido. A decisão, porém, deve sair apenas depois de 2011. A VCP já investiu R$ 310 milhões no Rio Grande do Sul desde 2004 e gerou 3.400 empregos diretos e indiretos com a implantação da base florestal. ICMS deve ser dividido com a base florestal Assim como deve ocorrer com a fábrica da Nestlé, a futura planta da VCP deverá beneficiar não apenas o município-sede do empreendimento. A expectativa é gerar condições para que o ICMS seja dividido com toda a base florestal da VCP - o que geraria renda para, pelo menos, 30 municípios da Metade Sul.

Fonte: Jornal do Commercio

CENIBRA COMEMORA 10 DE SUCESSO DO SEMINÁRIO DA QUALIDADE

Neste mês, a CENIBRA realiza a 10ª edição do Seminário da Qualidade, no Centro Cultural do Shopping do Vale do Aço, em Ipatinga. O objetivo é valorizar a capacidade criativa e a dedicação dos empregados, bem como consolidar o espírito de equipe proporcionando benefícios intangíveis. Com tecnologia, inovação e entretenimento, o Seminário contribui para a elevação dos índices de produtividade, economia e qualidade de vida, além de proporcionar crescimento profissional. Todos os anos, o Seminário promove a integração de empregados e convidados em um ambiente agradável e enriquecedor. Na ocasião, os Círculos de Controle de Qualidade apresentam soluções criativas para problemas relativos à operação e produção. Para isso, conciliam aspectos técnicos e humanos, respondendo às necessidades organizacionais e pessoais, o que torna o CCQ CENIBRA em uma força transformadora para democratizar o conhecimento. Neste ano, o Seminário terá como atração especial o humorista Saulo Laranjeira. O diferencial do Seminário da Qualidade está no comprometimento dos empregados com as metas estabelecidas pela empresa. Os projetos desenvolvidos durante estes anos geraram um retorno financeiro de aproximadamente R$ 10 milhões. Resultados como este são a garantia do sucesso das iniciativas adotadas pela CENIBRA.

Fonte: Cenibra News


GÁS NATURAL

BOLÍVIA GARANTE VENDA DE GÁS À ARGENTINA PARA 2006

A Bolívia ratificou no último dia 3 de novembro um acordo para garantir venda de gás natural à Argentina ao longo de 2006, depois de três anos de forte crescimento da economia do principal parceiro do Brasil no Mercosul. A Bolívia vai vender 7,7 milhões de metros cúbicos de gás por dia à
Argentina, segundo o acerto assinado pelos ministros de relações exteriores dos dois países durante a Cúpula das Américas. A Argentina, segunda maior compradora de gás boliviano depois do Brasil, teve preocupações com o fornecimento de gás após o então presidente boliviano, Carlos Mesa, renunciar em junho, em meio a protestos violentos que exigiam a estatização do gás natural do país. Com reservas de gás de 53 trilhões de pés cúbicos, a Bolívia também deve decidir sobre sua participação em uma rede de distribuição sul-americana com Argentina, Brasil, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai. Os bolivianos vão às urnas para eleger um novo presidente em 18 de dezembro e o governo eleito deve assumir o poder no fim de janeiro. O acordo entre Bolívia e Argentina será revisto em março de 2006. A economia Argentina deve crescer 8 por cento em 2005 depois de se expandir em cerca de 9 por cento tanto em 2003 como em 2004. O gás boliviano ajudou a Argentina a superar o inverno deste ano sem ter de aplicar os cortes no fornecimento do gás impostos pelo governo à indústria em 2003.

Fonte: Reuters

GÁS: PRODUÇÃO DO ESPÍRITO SANTO PODE CRESCER 10 VEZES ATÉ 2010

Com poucas explorações em águas rasas e poços terrestres até os anos 90, a Petrobras chegou a pensar em sair do Espírito Santo. Ao final do ano passado, porém, as reservas comprovadas no Estado já totalizavam 1,9 bilhão de barris de óleo equivalente (boe), o que faz do Espírito Santo o segundo maior em reservas no país, perdendo apenas para o Rio de Janeiro. - As perspectivas são extremamente promissoras. De 2006 a 2010, o Estado receberá o segundo maior investimento da Petrobras, que aplicará US$ 6 bilhões na exploração de novos campos e na construção de infra-estrutura de produção, transporte e beneficiamento de óleo e gás - assinala Márcio Félix Bezerra, gerente geral da Unidade de Negócio de Exploração e Produção do Espírito Santo (UN-ES) da estatal.
Para 2010, as previsões indicam produção de 380 mil barris diários de petróleo (bdp) e 10 milhões de metros cúbicos de gás por dia, podendo chegar a 14 milhões. Hoje, são produzidos 36 mil bpd de petróleo e 1,3 milhão de metros cúbicos de gás. A Petrobras chegou ao Espírito Santo em 1957, para prospectar poços terrestres na região Norte. A primeira descoberta comercial data de 1969, num poço terrestre no município de São Mateus. Do pico de 25 mil barris diários de petróleo, em 1984, a produção entrou em declínio até chegar a 8 mil bpd em 1998. Mas, como geologicamente, a Bacia de Campos não termina na fronteira entre o Rio e o Espírito Santo, seguia acesa a esperança de descobertas sob as águas. No final da década de 90, ao mesmo tempo em que iniciou processo de reavaliação de campos maduros em terra, a Petrobras fez as primeiras descobertas em águas profundas no Estado. Em 2001, foi descoberto o Campo de Jubarte, que entrou em operação em 2002. Em 2003, foi a vez de Golfinho e, no final do mesmo ano, a Petrobras declarou a comercialidade dos campos de Baleia Franca, Baleia Anã, Baleia Bicuda e Baleia Azul. Nos últimos cinco anos, as atividades de exploração e produção da Petrobras no Espírito Santo se tornaram um exemplo de revitalização. Do rejuvenescimento de campos maduros em terra, passando pela exploração em águas profundas e ultraprofundas, ao desenvolvimento de reservas de gás natural - afirma Bezerra. Em março do próximo ano, a plataforma P-34 deverá começar a produzir em Jubarte, com 60 mil bpd por dia. Já a fase 2 de Jubarte, prevista para 2009, com a plataforma P-57, significará mais 180 mil bpd. Em maio de 2006, será a vez do navio petroleiro FPSO Capixaba entrar em Golfinho, com 90 mil bpd. E, em janeiro de 2007, chegará a Golfinho o FPSO Vitória, extraindo 100 mil bpd.

Fonte: Globo Online

INDÚSTRIA AUTOMOTIVA

BRASIL PERDE O POSTO DE MAIOR MERCADO DA SCANIA

A Scania, fabricante de caminhões e ônibus, registrou crescimento de 7% em seu resultado operacional entre janeiro e setembro, na comparação com igual período de 2004, totalizando 504 milhões. O grupo sueco vendeu no mundo todo 36.894 caminhões, 4% a mais que em 2004. As vendas de ônibus somaram 4.355 unidades, 12% acima dos resultados obtidos no ano passado. No Brasil, a montadora vendeu 3.945 caminhões, volume que ficou 10% abaixo do registrado nos nove meses equivalentes do ano passado. Com esse resultado, o País perde a posição de maior mercado mundial de caminhões da Scania, mantida no ano passado e até o primeiro semestre deste ano. Em volume de vendas, a filial brasileira ficou atrás da Grã-Bretanha - antes a segunda colocada -, que tem vendas acumuladas de 4.091 caminhões até setembro. No segmento de ônibus, a Scania do Brasil vendeu 774 unidades, com crescimento de 54% na comparação com o período de janeiro a setembro de 2004, de acordo com comunicado distribuído ontem pela montadora no País. "Com base em nossa carteira mundial de pedidos e nos volumes atuais de produção, podemos esperar para este ano um resultado financeiro um pouco acima da do ano passado. Se no Brasil a demanda tem estado menor que em 2004, os mercados da Argentina e do Chile têm crescido significantemente", afirmou, em comunicado, o presidente mundial da Scania, Leif Œstling. Na região da América Latina, a marca vendeu até setembro 5.556 caminhões, apenas 1% acima do resultado de período equivalente no ano passado. Já os negócios com ônibus saltaram 20%, para 1.343 unidades.

Fonte: O Estado de S. Paulo

NO SALÃO DE FRANKFURT, DANA APRESENTA TECNOLOGIA INÉDITA DE IGNIÇÃO DE MOTORES POR MICROONDAS

A Dana, um dos maiores fabricantes mundiais de sistemas e componentes automotivos, desenvolveu uma tecnologia capaz de provocar a ignição de motores de combustão interna por meio da energia de microondas. Denominado AtmoPlas™, o processo também pode ser usado no tratamento térmico de qualquer tipo de metal. Essa inédita tecnologia foi demonstrada pela Dana no 61º Salão Internacional do Automóvel (IAA), que em Frankfurt, na Alemanha. Para promover a ignição de motores de combustão interna, a tecnologia AtmoPlas utiliza uma fonte sincronizada que envia pulsos curtos de microondas para dentro do motor por meio de uma vela especial que provoca a combustão da mistura de combustível e ar. Não é necessária nenhuma outra modificação para que o motor funcione. A vela especial não somente provoca a combustão da mistura de combustível e ar, mas também irradia a energia de microondas para dentro do cilindro, promovendo uma combustão mais completa e aumentando a eficiência. A presença do campo de microondas durante o processo de combustão também pode modificar as reações químicas para reduzir as emissões do motor. "Esta aplicação recente da tecnologia AtmoPlas da Dana é apenas a última das muitas possibilidades que descobrimos para este programa", disse Chuck Heine, presidente de Desenvolvimento da Tecnologia da Dana. "O método inovador que utiliza a energia de microondas para melhorar a ignição do combustível tem potencial para mudar substancialmente o motor de combustão interna", declara Heine. A tecnologia AtmoPlas foi inicialmente desenvolvida para o tratamento térmico de metais e diferencia-se dos processos convencionais pois sua forma de atuação é por meio de microondas em plasma atmosférico. O processo é iniciado com a colocação da peça a ser tratada dentro de um recipiente cerâmico. Em seguida, o plasma (que pode ser criado a partir de uma variedade de gases) é formado dentro do recipiente e envolve a peça. Ao absorver as microondas emitidas, a temperatura dessa atmosfera eleva-se rapidamente e atinge até mais de 2.000ºC em segundos. Como o tratamento térmico é um processo fundamental para a maioria das operações de manufatura, a nova tecnologia é capaz de atender a segmentos diversificados da indústria, como a automotiva, aeroespacial, militar, industrial, eletrônica ou de equipamentos médicos. Apesar de o AtmoPlas ter sido criado, inicialmente, apenas para uso interno, a Dana já fechou acordos de licenciamento com dois fabricantes líderes em sistema de tratamento térmico, a ALD Vacuum Technologies AG e a Rubig GmbH & Co. Para saber mais detalhes sobre o funcionamento da tecnologia AtmoPlas acesse o site: http://www.dana.com.br/solucoes/solucoes16.htm.

Fonte: Dana Brasil

INDÚSTRIA NAVAL

TRANSPETRO QUER O PRIMEIRO PETROLEIRO EM 2006

O presidente da Transpetro, Sergio Machado, quer enviar o mais breve possível os convites para que os consórcios pré-qualificados apresentem suas propostas para a construção de 22 navios petroleiros que fazem parte da primeira fase do programa de aumento da frota de petroleiros da empresa. “Quero ver o primeiro navio flutuando em 2006”, disse Sergio Machado, sem dar detalhes sobre as especificações dos navios ou sobre o cronograma. Sem novos navios, o último petroleiro foi encomendado em 1996, a Transpetro vê avançar a idade média de seus navios – que já é de 15 anos. E, para cumprir as normas da IMO, até 2015 terá que converter sua frota para casco duplo, hoje apenas oito são adequados à norma, embora outros 12 petroleiros também possuam casco duplo. “Se não fizermos a renovação da frota, ela vai acabar até 2015”, explica o diretor de Transportes Marítimos da Transpetro, Agenor Junqueira Leite. No total, a Transpetro possui uma frota de 49 navios petroleiros, que respondem por 17% do transporte da Petrobras.

Fonte: Revista Petro & Química

NOVOS MODELOS PODEM SER LICITADOS PARA P-55, P-56, P-57

A companhia ainda está na fase de estudos básicos do projeto para decidir entre três modelos das plataformas P-57, P-55, e P-6, dois deles desenvolvidos pelo próprio Centro de Pesquisas – Cenpes. A Petrobras abre licitação da P-57 até novembro, da P-55, até dezembro e da P-56 logo no começo de 2006. Uma das opções para a P-56 – que vai para Marlim Sul – é a plataforma batizada de Mono-BR, um novo modelo em que a unidade é consruída sobre uma coluna única, como capacidade de armazenar até 1,6 milhão de barris de petróleo e que tem um primeiro modelo, de menor porte (de 300 mil barris) para o campo de Piranema – a unidade está sendo construída no exterior, pela Sevan, para arrendamento da Petrobras.

Fonte: Revista Petro & Química

SIDERURGIA

MATERIAL MAIS RESISTENTE QUE O AÇO E MAIS DURO DO QUE O DIAMANTE

Trabalhar com um material 10 vezes mais leve do que o aço - mas 20 vezes mais resistente - é um sonho de qualquer engenheiro, e que logo poderá se tornar realidade. Pesquisadores da Universidade da Flórida, nos Estados Unidos, estão desenvolvendo um novo material, batizado de buckypaper, que logo poderá tornar essas características disponíveis a uma ampla variedade de aplicações. O novo material, fruto da nanotecnologia, está sendo considerado promissor para a construção de estruturas espaciais e melhores coletes à prova de balas, mas também deverá ser útil na fabricação da próxima geração de monitores de computador. O buckypaper é feito de nanotubos de carbono e está sendo desenvolvido pela equipe de Ben Wang. Seu nome é uma derivação de buckminsterfulereno, ou Carbono 60 - uma molécula de carbono cujas fortíssimas ligações atômicas tornam-na duas vezes mais dura do que o diamante. Essas moléculas esféricas são comumente chamadas de buckyballs. Quando submetido a uma carga elétrica, o buckypaper pode ser utilizado para iluminar telas de computador e televisores. Quando totalmente desenvolvido, ele deverá ser mais leve, consumir menos energia e oferecer um nível de brilho mais uniforme do que as atuais telas de tubos catódicos (CRT) ou de cristal líquido (LCD). O novo nanomaterial é também um dos melhores condutores termais conhecidos, o que permitirá sua utilização na dissipação de calor no interior de computadores e outros equipamentos.

Fonte: Inovação Tecnológica

GERDAU AUMENTA PRODUÇÃO NA COLÔMBIA EM 50% ATÉ 2008

A produção das duas usinas siderúrgicas do Grupo Gerdau da Colômbia crescerá 50% nos próximos três anos, de 400 mil toneladas para 600 mil toneladas. Até 2008, serão investidos US$ 50 milhões nas diversas unidades e implantadas novas tecnologias de gestão. Haverá ainda capacitação dos colaboradores, iniciativas que levarão ao aumento da produtividade. A expansão da produção ocorrerá nas unidades localizadas nas cidades de Tuta e Cali, as quais estão voltadas para o atendimento do mercado interno, nos segmentos da construção civil e da indústria. “A Colômbia é um mercado estratégico para o Grupo Gerdau, pelo grande potencial de crescimento nos próximos anos”, afirma o presidente Jorge Gerdau Johannpeter. De janeiro a junho, 95% do volume produzido pelas unidades que fazem parte do Grupo Gerdau na Colômbia foi destinado ao mercado interno e os demais 5% para países vizinhos e Estados Unidos. As operações geram dois mil empregos, distribuídos em oito unidades – duas usinas siderúrgicas, duas unidades de transformação e quatro centros de corte e dobra de aço para a construção civil. Em dezembro de 2004, o Grupo Gerdau assinou um acordo para tornar-se acionista das empresas Diaco e Sidelpa, num processo de aquisição escalonada das participações do Grupo Mayagüez e da The Latinamerican Enterprise Steel Holding, detentores do controle majoritário das companhias. Atualmente, possui 57% do capital social da Diaco e já investiu no país US$ 80 milhões. A Diaco é a maior fabricante de produtos de aço para a construção civil da Colômbia e a Sidelpa, a única produtora de aços especiais do país.

Fonte: Assessoria de Imprensa Gerdau


MERCADO

PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA É APROVADA EM PORTO ALEGRE

O projeto que cria o Programa Municipal de Parcerias Público-Privadas (PPPs) foi aprovado no dia 3 de novembro pela Câmara de Porto Alegre. O objetivo é disciplinar e promover parcerias no âmbito da administração municipal em áreas de atuação pública de interesse social ou econômico. A proposta estabelece que particulares poderão participar da implantação, desenvolvimento e execução de obras e serviços públicos.

Fonte: Correio do Povo

BNDES DESTINA R$ 27 BI PARA COMPRA DE BENS DE CAPITAL ATÉ 2010

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) um portfólio de projetos de insumos básicos de R$ 68 bilhões para deslanchar até 2010, dos quais 40%, ou R$ 27,2 bilhões,serão destinados à compra de máquinas e equipamentos embutidos na expansão da produção dos setores de siderurgia, papel e celulose, mineração e petroquímica, informa Wagner Bittencourt, superintendente de insumos básicos do banco. O BNDES faz coro com a indústria para que as empresas de bens de capital sob encomenda instaladas no país sejam contempladas com uma fatia desse bolo para se fortalecerem nesse novo ciclo de investimentos que está em curso, no qual sofrem forte concorrência das empresas estrangeiras.A perspectiva histórica, baseada na capacidade tecnológica das empresas nacionais, é de que 60% do valor desses bens podem ser fabricados no país.

Fonte: Valor Econômiico

 


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