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CONTEÚDO
NACIONAL TERÁ PESO DE 20% NA SÉTIMA RODADA DE LICITAÇÕES
A Agência Nacional do Petróleo
manteve o índice de conteúdo local como critério
de contabilização para a concessão de blocos
oferecidos na Sétima Rodada de Licitações.
Mas reduziu seu peso para 20% da oferta – sendo 5% para a
fase de exploração e 15% para a etapa de desenvolvimento.
O bônus de assinatura e o programa exploratório mínimo
terão pesos de 40%, cada, no cômputo final das ofertas.
RESULTADO
DA SÉTIMA LICITAÇÃO DA ANP
Na 7ª Licitação
de Blocos Exploratórios, promovida pela Agência Nacional
do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), nos
dias 17 e 18 de outubro, a Petrobras adquiriu, com exclusividade
ou em consórcio, 96 novos blocos exploratórios e efetuou
lances em 109 dos 1.134 blocos ofertados.
Dos blocos onde adquiriu participação, 73 estão
localizados em terra e 23 no mar. A Petrobras participa como operadora
em 70 e sem ser operadora em 26.
Foram arrematados 18 blocos em áreas de elevado potencial
exploratório nas bacias do Espírito Santo, Campos
e Santos, fortalecendo o posicionamento em águas profundas
e ultraprofundas, onde a empresa possui ampla infra-estrutura e
atua de forma seletiva. Além disso, foram selecionadas áreas
estratégicas em águas rasas nas bacias do Espírito
Santo e Santos.
ARACRUZ
E STORA ENSO JÁ DÃO INÍCIO A NOVOS INVESTIMENTOS
A Aracruz, maior fabricante de celulose
branqueada de eucalipto do Brasil, e a Stora Enso, companhia sueco-finlandesa
que lidera a produção global de papel, anunciam investimentos
de grande porte para os próximos seis anos, incluindo a duplicação
da fábrica da Veracel, fabricante de celulose instalada na
Bahia que resulta de uma joint venture entre as duas companhias.
Magnus Diesen, vice-presidente executivo da Stora Enso, já
considera a duplicação da Veracel nos planos de investimento
da companhia. “Um grande passo para o crescimento da Stora
Enso no Brasil seria a Veracel II. A capacidade adicional da unidade
poderia superar um pouco a produção atual, graças
ao desenvolvimento tecnológico. Alcançaríamos,
assim, um pouco mais que o dobro do volume de hoje”, diz Diesen.
VCP
INVESTE CERCA DE US$ 14 MILHÕES EM EXPANSÕES
A Unidade Piracicaba da VCP está investindo US$ 14,2 milhões
no aumento de suas instalações físicas e em
novos equipamentos. A medida irá conceder maior escala e
qualidade ao mais moderno complexo de produção de
papéis especiais da América Latina, preparando-a para
atender ao crescimento de mercado.
O projeto inclui, além de um prédio com 3.800 m²,
a instalação de uma nova rebobinadeira e uma embaladeira
automática, que irá melhorar a qualidade das embalagens
e aumentar em 10 mil toneladas a capacidade de conversão
de papéis.
A comunidade de Monte Alegre, local onde a fábrica está
situada, também será beneficiada. O projeto começou
em 2001, e antes de ser concretizado, foram ouvidas as opiniões
e propostas da população através de reuniões
com representantes de vários organismos e com as autoridades
competentes.
PERNAMBUCO
TERÁ FÁBRICA DE VÁLVULAS PARA USO DE GN
O
ex-ministro da Saúde, Humberto Costa, participou de solenidade
de anúncio de um investimento de R$ 12 milhões, resultante
de parceria entre a pernambucana Engeman e a companhia argentina
Canplast, presente no mercado há 45 anos, especializada na
área de gás natural, e que controla 70% do mercado
do país vizinho de reguladores domésticos. Os grupos
vão instalar uma fábrica pioneira no Brasil, de reguladores
domésticos de gás natural. A fábrica será
erguida em duas fases com início previsto para janeiro de
2006 e a construção terá a duração
de um ano e meio. Vai gerar, inicialmente, 100 empregos diretos
na área de montagem e mais 50 postos de trabalho para instalações
e assistência técnica.
GASBOL
EXIGE US$ 700 MILHÕES
A expansão do Gasoduto Bolívia-Brasil (Gasbol) demandará
investimentos de pelo menos 700 milhões de dólares.
O cálculo, feito pela Transportadora Brasileira do Gasoduto
Bolívia-Brasil (TBG), considera apenas o pedido de 4 milhões
de metros cúbicos adicionais feito pela Petrobras. A Agência
Nacional do Petróleo (ANP) prepara chamada pública
para atrair outros investidores ao projeto, estimando que pode chegar
a 12 milhões de m³ por dia.
O Gasbol bateu seu recorde de volume transportado em setembro -
27,5 milhões de m³/dia, próxima da capacidade
máxima de 30 milhões de m³/dia. Segundo o presidente
da TBG, José Zonis, a tubulação deverá
atingir seu limite em 2007. A empresa estima prazo mínimo
de 36 meses para concluir as obras. Serão necessários
225 milhões de dólares para levar mais 4 milhões
de m³/dia a São Paulo e 480 milhões para trazer
o mesmo volume a Porto Alegre.
SINDIPEÇAS
NA FRANÇA
Dez fabricantes de autopeças participaram do estande coletivo
do Sindipeças na Equip Auto 2005, de 13 a 18 de outubro,
em Paris. Paralelamente, 27 empresas brasileiras integrarão
a Jornada PSA Peugeot Citröen de Fornecedores do Mercosul,
em 17 de outubro. "O Brasil é um potencial produtor
de autopeças para veículos franceses", garante
Theophil Jaggi, conselheiro do Sindipeças.
FORD
AMÉRICA DO SUL LUCRA OUTRA VEZ
Enquanto tem perdas e fecha fábricas
no mundo, na região do Brasil o balanço é azul.
O presidente da Ford, William Clay (Bill) Ford, anunciou ontem que
a companhia prepara um amplo plano de reestruturação
que inclui "significativos fechamentos de fábricas".
O anúncio do plano de reestruturação, que segundo
Ford deve estar preparado até janeiro, coincidiu com a divulgação
dos resultados da empresa no terceiro trimestre do ano, no qual
teve perdas de US$ 284 milhões. No mesmo período do
ano anterior, a Ford teve lucro de US$ 266 milhões. "Nossa
indústria está começando uma espetacular reestruturação
cuja necessidade é notável", declarou Bill Ford,
que se aventurou a dizer que a empresa enfrentará "dias
difíceis". Em contrapartida na América do Sul,
onde a montadora mantém unidades no Brasil, Argentina e Venezuela,
o resultado foi positivo. No terceiro trimestre desse ano o lucro
bruto (não descontados os impostos) da Ford na região
foi de US$ 96 milhões, valor 62,7% superior ao apurado no
mesmo período de 2004, US$ 59 milhões.
VOLKSWAGEN
APRESENTA INOVADOR CARRO-CONCEITO
A Volkswagen apresenta durante o
Salão internacional de Tóquio, no Japão, entre
os dias 22 de outubro e 6 de novembro, a sua mais nova criação:
o carro-conceito Eco Racer. Seguindo a idéia do Concept C,
que se transformava de cupê para cabriolet em questão
de segundos, este novo protótipo vai além e pode se
configurar em três estilos distintos: cupê, roadster
e speedster. Um dos principais destaques do novo protótipo
da VW é o seu motor 1.5 TDI, que permite ao veículo
alcançar 230 km/h e acelerar de 0 a 100 km/h em 6,3 segundos.
A carroceria - feita em fibra de carbono, material leve e resistente
- alivia bastante o peso total do veículo: de apenas 850
kg. Soma-se a isso os pára-choques feitos de alumínio.
O veículo tem capacidade para duas pessoas. Oferece dimensões
compactas - 3,77 metros, com 1,74 metro de largura e 1,21 metro
de altura. Devido à carroceria muito baixa, o acesso ao interior
do veículo na forma "cupê", ou seja, com
o teto, poderia ser prejudicado. Pelo contrário, ao abrir
a porta, parte do teto bascula-se para o alto, criando um autêntico
sistema "asa-de-gaivota". Mas o protótipo se destaca
mesmo pela funcionalidade de suas "transformações”.
PORTOS
DO RIO E DE NITERÓI TERÃO REFORMA DE EXPANSÃO
Os portos do Rio e de Niterói
iniciaram obras de dragagem com a finalidade de aumentar a profundidade
e, com isso, atracar grandes embarcações, além
de terem ampliadas sua capacidade para movimentação
de cargas. As obras de dragagem desses portos tiveram licença
ambiental concedida pela Fundação Estadual de Engenharia
e Meio Ambiente – Feema. As obras de dragagem efetuadas no
porto do Rio possibilitarão o aumento de calado para atracação
de embarcações maiores. Serão dragados 1 milhão
de m3 de material assoreado, sendo que numa primeira etapa irão
ser retirados a maior parte, 600 mil metros cúbicos de material,
o que permitirá um aumento de calado em até 13,3 metros.
Esta reforma proporcionará a atracação de embarcações
de até 320 metros de comprimento (hoje permite a movimentação
de navios de até 290 metros).
RETOMADA
DO SETOR NAVAL IMPULSIONA INDÚSTRIA DE NAVIPEÇAS
A indústria fabricante de
navipeças começa a se movimentar para garantir conteúdo
nacional nos navios petroleiros que a Transpetro encomendará
aos estaleiros nacionais. A primeira ação foi a assinatura
de um convênio de cooperação entre a Abimaq
- Associação Brasileira da Indústria de Máquinas
e Equipamentos e o Sinaval – Sindicato Nacional da Indústria
da Construção Naval. O convênio vem estabelecer
um canal direto entre estaleiros e fabricantes de máquinas
e equipamentos. A idéia é garantir um conteúdo
nacional mínimo de 65% na construção de 42
navios-petroleiros na Transpetro e das 40 embarcações
da estatal venezuelana PDVSA.
MAIS
DE TRÊS QUILÔMETROS DE LOCOMOTIVAS E VAGÕES
Pelos 892 quilômetros de extensão
da Estrada de Ferro Carajás, boa parte deles no Pará,
passaram no mês de julho deste ano quase 19 milhões
de toneladas de minério de ferro, de manganês e de
cobre, além de ferro-gusa, soja e outras cargas. Mais: entre
os meses de abril e junho deste ano, mais de 71 mil pessoas viajaram
nos trens de passageiros da ferrovia. Está em curso um programa
de modernização que permitirá, em meados de
2006, a circulação do trem de maior capacidade das
Américas e segundo maior do mundo. Os atuais trens da ferrovia
contam com 208 vagões e sua extensão é de 2,3
quilômetros. Os novos terão 312 vagões, 3,2
quilômetros de extensão e capacidade.
VALE
ESCOARÁ MAIS GRÃOS QUE PRODUTOS SIDERÚRGICOS
A Companhia Vale do Rio Doce (CVRD)
espera transportar mais grãos do que produtos siderúrgicos
até os portos. Para isso, a empresa planeja criar um novo
corredor de escoamento de produtos agrícolas, o que aumentará
a capacidade de 11 milhões de toneladas para até 20
milhões de toneladas. A Vale também pretende estrear
na logística do álcool combustível. A CVRD
informa que vai comprar vagões e construir infra-estrutura
própria para armazenar 500 mil metros cúbicos de álcool
no porto de Vitória. A logística de cargas de terceiros
representou 11% do faturamento. Dentro das cargas gerais, a movimentação
de produtos agrícolas representou 26% e de produtos siderúrgicos,
30%.
ESTIMATIVA DE MINISTÉRIO É DE R$ 1 BILHÃO
PARA FUNDOS SETORIAIS EM 2006
Segundo o ministro de Ciência
e Tecnologia, Sérgio Rezende, a estimativa é arrecadar
para 2006 R$ 1 bilhão de reais, que serão destinados
ao orçamento dos 15 fundos setoriais administrados por este
ministério. A maior parte destes recursos irá para
o CTPetro, que financia projetos no setor de óleo e gás.
Os fundos setoriais têm arrecadado R$ 1,5 bilhão em
recursos para este ano, mas só foi autorizado o gasto de
R$ 721 milhões. O restante ficará contingenciado para
cumprimento da meta de déficit primário do Governo
Federal – receitas menos despesas, descontado o gasto com
pagamentos de juros. Do volume autorizado, a CTPetro correspondente
a R$ 463,3 milhões.
NASCE
GIGANTE DE MÁQUINAS-FERRAMENTA NO MUNDO
O
presidente da Câmara Setorial de Máquinas-Ferramenta
e Sistemas Integrados de Manufatura, Henry Goffaux, informa que
o grupo MetalCutting da ThyssenKrupp foi vendido à empresa
norte-americana Maxcor Inc, que por sua vez adquiriu a Cincinnati
Lamb. Segundo Goffaux, que é também diretor-presidente
da ThyssenKrupp, “a fusão dá origem a uma das
maiores empresas de máquina-ferramenta do mundo. A unidade
brasileira continua a ser a única fábrica do novo
grupo em toda a América Latina, com grandes oportunidades
para o futuro”, ressalta. De acordo com comunicado ao Maxcor
Inc, publicado no site www.maxcorinc.com, a aquisição
da Metal Cutting expande o espectro de produtos da companhia na
área de máquinas-ferramenta. Baseada em Nova Iorque,
a Maxcor tem larga experiência na fabricação,
automação e distribuição de serviços
industriais. Presente nas Américas, Europa e Ásia,
a Cincinnati Lamb, que foi criada em 1884, informa em seu site (www.cincinnattilamb.com)
que a aquisição era esperada desde 30 de junho, quando
foi colocada à aprovação do conselho superior
da ThyssenKrupp AG.
PETRÓLEO
CONTEÚDO
NACIONAL TERÁ PESO DE 20% NA SÉTIMA RODADA DE LICITAÇÕES
A Agência Nacional do Petróleo
manteve o índice de conteúdo local como critério
de contabilização para a concessão de blocos
oferecidos na Sétima Rodada de Licitações.
Mas reduziu seu peso para 20% da oferta – sendo 5% para a
fase de exploração e 15% para a etapa de desenvolvimento.
O bônus de assinatura e o programa exploratório mínimo
terão pesos de 40%, cada, no cômputo final das ofertas.
Fonte:
Revista Petro & Química
RESULTADO
DA SÉTIMA LICITAÇÃO DA ANP
Na
7ª Licitação de Blocos Exploratórios,
promovida pela Agência Nacional do Petróleo, Gás
e Biocombustíveis (ANP), nos dias 17 e 18 de outubro, a Petrobras
adquiriu, com exclusividade ou em consórcio, 96 novos blocos
exploratórios e efetuou lances em 109 dos 1.134 blocos ofertados.
Dos blocos onde adquiriu participação, 73 estão
localizados em terra e 23 no mar. A Petrobras participa como operadora
em 70 e sem ser operadora em 26.
Foram arrematados 18 blocos em áreas de elevado potencial
exploratório nas bacias do Espírito Santo, Campos
e Santos, fortalecendo o posicionamento em águas profundas
e ultraprofundas, onde a empresa possui ampla infra-estrutura e
atua de forma seletiva. Além disso, foram selecionadas áreas
estratégicas em águas rasas nas bacias do Espírito
Santo e Santos.
Essas aquisições permitirão à empresa
atuar em oportunidades rentáveis, com foco em possíveis
descobertas de gás. Nessas áreas, a Petrobras firmou
parcerias em 15 blocos com as empresas Shell, Statoil, Petrogal,
Devon, BG e Repsol-YPF. O percentual médio de participação
da Companhia nessas associações é de 60%.
A aquisição de 63 blocos em áreas maduras nas
bacias Potiguar, Sergipe-Alagoas, Recôncavo e Espírito
Santo, enquadra-se na estratégia de atuação
em áreas terrestres aproveitando oportunidades, em sinergia
com as facilidades de produção já instaladas.
Nessas aquisições, a Petrobras está associada
às empresas Petrogal, Starfish e Partex em 32 blocos e participa,
em média, com 56% dos investimentos e interesses.
Foram arrematados 15 blocos em novas fronteiras exploratórias
em águas profunda da bacia Potiguar e, em terra, nas bacias
de São Francisco e Solimões. Esses investimentos estão
em linha com a estratégia de desenvolver esforço exploratório
em novas fronteiras, para garantir uma relação reserva
/ produção estratégica sustentável,
com foco no incremento de possíveis descobertas de óleo
e gás. Em 11 desses blocos, onde a companhia está
associada às empresas Petrogal, Encana e BG, sua participação
média é de 60%.
A Petrobras foi a companhia que mais adquiriu blocos, sendo 54 em
parceria e 42 com exclusividade, incorporando à sua carteira
de projetos exploratórios uma área de concessões
de 39.871 km2 (incluindo parceiros). O dispêndio total da
Petrobras na 7ª Licitação foi de R$ 503,5 milhões,
com índice de sucesso de 88,1% na aquisição
de blocos. Essas novas áreas de concessão permitirão
recompor e alongar o prazo da atual carteira de projetos exploratórios
da Petrobras. Como resultado dessa licitação, a Companhia
aumentou sua participação para mais de 331 blocos
exploratórios. A assinatura dos novos contratos de concessão
está prevista para janeiro de 2006.
A ativa participação da Empresa nessa licitação
está em sintonia com as prioridades definidas no Plano Estratégico
da Petrobras, de atuação segura e rentável,
com responsabilidade social e ambiental.
Fonte: Petrobras
PAPEL E CELULOSE
ARACRUZ
E STORA ENSO JÁ DÃO INÍCIO A NOVOS INVESTIMENTOS
A Aracruz, maior fabricante de celulose
branqueada de eucalipto do Brasil, e a Stora Enso, companhia sueco-finlandesa
que lidera a produção global de papel, anunciam investimentos
de grande porte para os próximos seis anos, incluindo a duplicação
da fábrica da Veracel, fabricante de celulose instalada na
Bahia que resulta de uma joint venture entre as duas companhias.
Magnus Diesen, vice-presidente executivo da Stora Enso, já
considera a duplicação da Veracel nos planos de investimento
da companhia. “Um grande passo para o crescimento da Stora
Enso no Brasil seria a Veracel II. A capacidade adicional da unidade
poderia superar um pouco a produção atual, graças
ao desenvolvimento tecnológico. Alcançaríamos,
assim, um pouco mais que o dobro do volume de hoje”, diz Diesen.
A Veracel, inaugurada no final de setembro, tem capacidade instalada
atual para produzir 900 mil toneladas anuais de celulose de eucalipto.
Segundo Diesen, a fábrica poderá fornecer celulose
para uma parceria que a Stora Enso está firmando na China.
Com um investimento da ordem de US$ 150 milhões, a companhia
sueco-finlandesa instalará, em parceria com a chinesa Zuhai
, a primeira máquina de papel cartão da China destinada
à fabricação de embalagens longa vida para
líquidos como leite e sucos.
Diesen estima que o projeto de ampliação da Veracel
pode levar entre quatro e cinco anos. “Não há
nenhum prazo para decidirmos sobre a expansão, mas o processo
deve demorar um tempo mínimo por causa das florestas. Não
há necessidade de esperar uma plantação começar
até o ponto de corte, pois podemos usar madeira adicional
da Veracel I ou até comprar florestas plantadas de terceiros”,
afirma.
Segundo Diesen, a parte da produção da Veracel que
cabe à Stora Enso é destinada às unidades de
papel da companhia na Escandinávia e no Leste Europeu. “Caso
haja realmente a duplicação da Veracel, vamos exportar
a celulose para América do Norte, Europa e Ásia”,
indica.
Carlos Aguiar, presidente da Aracruz, afirma que a empresa está
finalizando estudos para investir cerca de US$ 500 milhões
na aquisição de terras e na formação
de base florestal destinada às novas linhas de produção
de celulose. Segundo ele, os recursos serão diluídos
em cinco anos e a madeira dará suporte às ampliações
que a Aracruz planeja fazer em sua unidade de Barra do Riacho (ES),
na planta de Guaíba (RS) e na Veracel. Hoje, a capacidade
nominal das três fábricas soma, para a Aracruz, um
volume da ordem de 3 milhões de toneladas anuais de celulose.
“Até 2011, faremos a duplicação da Veracel
e da unidade de Guaíba e uma ampliação de 200
mil toneladas anuais na capacidade produtiva no Espírito
Santo”, afirma o executivo. Atualmente, a produção
nominal da unidade de Guaíba é de 400 mil toneladas
de celulose ao ano e a do Espírito Santo alcança 2
milhões de toneladas anuais. A metade da capacidade instalada
da Veracel que cabe à Aracruz é de 450 mil toneladas.
Assim, a produção adicional da companhia pode chegar
a cerca de 1,1 milhão de toneladas ao ano de celulose branqueada
de eucalipto, o que resultaria numa capacidade instalada total de
4,1 milhões de toneladas anuais. Aguiar adianta que a ampliação
em no Espírito Santo deve acontecer até 2008.
“As novas terras terão 200 mil hectares de floresta
plantada e 200 mil hectares de preservação, sendo
que 30% das terras plantadas será via programa de fomento
para terceiros”, indica. Aguiar afirma que as florestas serão
localizadas principalmente na Bahia e no Rio Grande do Sul e haverá
uma área menor no Espírito Santo.
A Stora Enso, parceira da Aracruz na Veracel, anunciou, no final
do mês passado, um investimento de US$ 50 milhões na
compra de terras no Rio Grande do Sul para o plantio do eucalipto,
principal matéria-prima da celulose branqueada de fibra curta.
Na ocasião, a companhia sueco-finlandesa informou que fará
aportes nos mesmos moldes no Uruguai e demonstrou intenção
em instalar fábricas de celulose tanto no sul do Brasil quanto
no Uruguai. Nenhuma das duas companhias descartou a possibilidade
de uma nova parceria no Brasil, quando perguntadas sobre o tema
na época do anúncio dos aportes da Stora.
Fonte:
DCI
VCP
INVESTE CERCA DE US$ 14 MILHÕES EM EXPANSÕES
A Unidade Piracicaba da VCP está investindo US$ 14,2 milhões
no aumento de suas instalações físicas e em
novos equipamentos. A medida irá conceder maior escala e
qualidade ao mais moderno complexo de produção de
papéis especiais da América Latina, preparando-a para
atender ao crescimento de mercado.
O projeto inclui, além de um prédio com 3.800 m²,
a instalação de uma nova rebobinadeira e uma embaladeira
automática, que irá melhorar a qualidade das embalagens
e aumentar em 10 mil toneladas a capacidade de conversão
de papéis.
A comunidade de Monte Alegre, local onde a fábrica está
situada, também será beneficiada. O projeto começou
em 2001, e antes de ser concretizado, foram ouvidas as opiniões
e propostas da população através de reuniões
com representantes de vários organismos e com as autoridades
competentes.
Dentre as melhorias previstas para o bairro de Monte Alegre estão:
investimento de US$ 2,5 milhões na relocação
de um trecho da Avenida Comendador Pedro Morganti; preparação
para uma futura interligação do trecho entre a nova
avenida e o anel viário; construção da calçada
entre a Usina e o bairro da Vila Marisa; e conservação
da praça Joaninha Morganti. Além disso, a VCP já
realizou as obras de reforma de Centro Comunitário do Monte
Alegre, com a construção de um posto de atendimento
médico e odontológico.
Fonte: Website VCP
GÁS
NATURAL
PERNAMBUCO
TERÁ FÁBRICA DE VÁLVULAS PARA USO DE GN
O ex-ministro da Saúde, Humberto
Costa, participou de solenidade de anúncio de um investimento
de R$ 12 milhões, resultante de parceria entre a pernambucana
Engeman e a companhia argentina Canplast, presente no mercado há
45 anos, especializada na área de gás natural, e que
controla 70% do mercado do país vizinho de reguladores domésticos.
Os grupos vão instalar uma fábrica pioneira no Brasil,
de reguladores domésticos de gás natural. A fábrica
será erguida em duas fases com início previsto para
janeiro de 2006 e a construção terá a duração
de um ano e meio. Vai gerar, inicialmente, 100 empregos diretos
na área de montagem e mais 50 postos de trabalho para instalações
e assistência técnica.
A fabricação dos reguladores contará com cerca
de 200 funcionários, que serão capacitados em um centro
de treinamento. De acordo com os levantamentos feitos pelos parceiros,
Pernambuco conta com um pequeno número de usuários
dessa tecnologia, mas a expectativa é de que com a implantação
da fábrica o mercado venha a crescer de forma considerável.
Estimam que nos próximos 10 anos serão instalados
25 milhões de reguladores para gás natural domiciliar.
A demanda maior será concentrada nas regiões Sul e
Sudeste.
Na Argentina serão mais de 10 milhões de instalações
nos próximos 10 anos. Os empreendedores explicam que criarão
condições de abastecer o mercado interno e de exportar
para o Uruguai, Paraguai, Argentina, Chile, Venezuela, Equador,
Peru, EUA e Europa. De acordo com o cronograma da obra, a terceira
compreende ampliação da linha com a fabricação
de medidores de gás natural que já estão em
negociação com grupos internacionais. A meta é
a fabricação de todo o kit de instalação
domiciliar (gripper, válvula esférica, tubo flexível,
regulador de pressão, medidor de gás e conexão
para medidor). Tido como o principal articulador da captação
desse investimento para Pernambuco, Humberto Costa afirmou que a
fábrica de equipamentos para gás natural representa
um grande aporte de recursos para incremento das exportações
em Pernambuco. Ele esteve na Argentina algumas vezes e apresentou
propostas que contribuiriam para a escolha do estado na disputa
com o Sul do país. A Engeman é uma empresa pernambucana
constituída em outubro de 1983.
Fonte:
Gazeta Mercantil
GASBOL
EXIGE US$ 700 MILHÕES
A expansão do Gasoduto Bolívia-Brasil
(Gasbol) demandará investimentos de pelo menos 700 milhões
de dólares. O cálculo, feito pela Transportadora Brasileira
do Gasoduto Bolívia-Brasil (TBG), considera apenas o pedido
de 4 milhões de metros cúbicos adicionais feito pela
Petrobras. A Agência Nacional do Petróleo (ANP) prepara
chamada pública para atrair outros investidores ao projeto,
estimando que pode chegar a 12 milhões de m³ por dia.
O Gasbol bateu seu recorde de volume transportado em setembro -
27,5 milhões de m³/dia, próxima da capacidade
máxima de 30 milhões de m³/dia. Segundo o presidente
da TBG, José Zonis, a tubulação deverá
atingir seu limite em 2007. A empresa estima prazo mínimo
de 36 meses para concluir as obras. Serão necessários
225 milhões de dólares para levar mais 4 milhões
de m³/dia a São Paulo e 480 milhões para trazer
o mesmo volume a Porto Alegre.
Fonte:
Correio do Povo
INDÚSTRIA AUTOMOTIVA
SINDIPEÇAS
NA FRANÇA
Dez fabricantes de autopeças
participaram do estande coletivo do Sindipeças na Equip Auto
2005, de 13 a 18 de outubro, em Paris. Paralelamente, 27 empresas
brasileiras integrarão a Jornada PSA Peugeot Citröen
de Fornecedores do Mercosul, em 17 de outubro. "O Brasil é
um potencial produtor de autopeças para veículos franceses",
garante Theophil Jaggi, conselheiro do Sindipeças.
Fonte:
Sindipeças
FORD
AMÉRICA DO SUL LUCRA OUTRA VEZ
Enquanto tem perdas e fecha fábricas
no mundo, na região do Brasil o balanço é azul.
O presidente da Ford, William Clay (Bill) Ford, anunciou ontem que
a companhia prepara um amplo plano de reestruturação
que inclui "significativos fechamentos de fábricas".
O anúncio do plano de reestruturação, que segundo
Ford deve estar preparado até janeiro, coincidiu com a divulgação
dos resultados da empresa no terceiro trimestre do ano, no qual
teve perdas de US$ 284 milhões. No mesmo período do
ano anterior, a Ford teve lucro de US$ 266 milhões. "Nossa
indústria está começando uma espetacular reestruturação
cuja necessidade é notável", declarou Bill Ford,
que se aventurou a dizer que a empresa enfrentará "dias
difíceis". Em contrapartida na América do Sul,
onde a montadora mantém unidades no Brasil, Argentina e Venezuela,
o resultado foi positivo. No terceiro trimestre desse ano o lucro
bruto (não descontados os impostos) da Ford na região
foi de US$ 96 milhões, valor 62,7% superior ao apurado no
mesmo período de 2004, US$ 59 milhões. O faturamento
da companhia na América do Sul foi de US$ 1,2 bilhão
ante US$ 784 milhões do ano anterior, elevação
de 53%. No acumulado do ano (janeiro a setembro), o faturamento
da Ford na América do Sul obteve crescimento de 45% em relação
ao mesmo período do ano anterior, US$ 3,066 bilhões
ante US$ 2,099 bilhões. Já o lucro bruto aumentou
171% passando de US$96 milhões para US$ 261 milhões.
O presidente da Ford América do Sul, Antonio Maciel Neto,
afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que apesar das
dificuldades no mercado sulamericano, a companhia completou sete
trimestres consecutivos de lucro. "O que mostra que agora temos
um negócio robusto na região. Vamos continuar investindo
em produtos para sustentar essa tendência positiva",
ressaltou Maciel Neto. Resultado no mundo A Ford registrou perdas
no terceiro trimestre do ano no mercado americano (EUA e Canadá)
que alcançaram US$ 1,2 bilhão antes de impostos, frente
aos US 481 milhões do ano passado. No resto do mundo, as
perdas antes de impostos foram de US$ 1,3 bilhão - frente
aos US$ 609 milhões de 2004. Essas perdas foram compensadas
em parte pelo lucro de US$ 1,1 bilhão antes de impostos do
braço de serviços financeiros da companhia. No total,
o faturamento do grupo, segundo maior fabricante automobilístico
dos EUA e terceiro do mundo, foi de US$ 40,9 bilhões no terceiro
trimestre, acima dos US$ 39,1 bilhões do ano anterior. Já
especificamente as vendas de automóveis no mundo cresceram
no terceiro trimestre para US$ 34,7 bilhões - ante US$ 32,8
bilhões em mesmo período do ano anterior. As vendas
baixaram para 1,508 milhão de veículos (eram de 1,531
milhão). A Ford atribuiu particularmente as perdas de US$
1,2 bilhão em suas operações americanas a menor
reserva das concessionárias, a uma mistura de veículos
desfavorável, um preço líquido mais reduzido
e maiores custos de garantias e materiais. Na América do
Norte, as vendas foram de US$ 18,2 bilhões, US$ 59 milhões
a mais que em 2004. Na Europa, as perdas do Grupo Ford foram de
US$ 55 milhões (frente às perdas de US$ 33 milhões
de 2004) com vendas de US$ 6,4 bilhões, US$ 500 milhões
a mais que no ano passado.
Fonte:
Gazeta Mercantil
VOLKSWAGEN
APRESENTA INOVADOR CARRO-CONCEITO
A Volkswagen apresenta durante o
Salão internacional de Tóquio, no Japão, entre
os dias 22 de outubro e 6 de novembro, a sua mais nova criação:
o carro-conceito Eco Racer. Seguindo a idéia do Concept C,
que se transformava de cupê para cabriolet em questão
de segundos, este novo protótipo vai além e pode se
configurar em três estilos distintos: cupê, roadster
e speedster. Um dos principais destaques do novo protótipo
da VW é o seu motor 1.5 TDI, que permite ao veículo
alcançar 230 km/h e acelerar de 0 a 100 km/h em 6,3 segundos.
A carroceria - feita em fibra de carbono, material leve e resistente
- alivia bastante o peso total do veículo: de apenas 850
kg. Soma-se a isso os pára-choques feitos de alumínio.
O veículo tem capacidade para duas pessoas. Oferece dimensões
compactas - 3,77 metros, com 1,74 metro de largura e 1,21 metro
de altura. Devido à carroceria muito baixa, o acesso ao interior
do veículo na forma "cupê", ou seja, com
o teto, poderia ser prejudicado. Pelo contrário, ao abrir
a porta, parte do teto bascula-se para o alto, criando um autêntico
sistema "asa-de-gaivota". Mas o protótipo se destaca
mesmo pela funcionalidade de suas "transformações".
De cupê, rapidamente se torna um roadster para, finalmente,
virar um speedster. Na sua forma cupê, o EcoRacer possui um
teto removível que parte do pára-brisa, recobre o
santantônio e se estende até a traseira do veículo,
criando um aspecto arrojado. Na primeira transformação,
esse teto é removido. Sem ele, o modelo renasce como um roadster.
Para elevar ainda mais o prazer ao dirigir, a "mutação"
para speedster é igualmente simples. O pára-brisa
é completamente retirado e, em seu lugar, o proprietário
instala facilmente um minúsculo pára-brisa. O desenho
do EcoRacer tem traços arredondados, remetendo a uma sensação
futurista. O estilo da parte dianteira é logo definido pela
grade do radiador, que forma uma "boca aberta" e denota
sua proposta agressiva. Já o grupo óptico é
constituído por duplos faróis distintos e adotam a
tecnologia LED. Esse recurso é repetido nas lanternas traseiras,
onde o carro-conceito também recebe um vistoso e eficiente
aerofólio. Já as rodas de liga-leve têm 17 polegadas
de diâmetro - pneus 175/55 na frente e 225/45 atrás.
Em relação à dirigibilidade, os duplos braços
sobrepostos (feitos em alumínio) de cada lado da suspensão
dianteira permitem um excepcional controle direcional em altas velocidades.
Já no conjunto traseiro, o EcoRacer tem o four-control-shaft
(derivado do four-link), que otimiza o contato dos pneus com o solo,
mesmo em circunstâncias adversas, como curvas fechadas contornadas
em alta velocidade. Para aperfeiçoar o handling (dirigibilidade)
do modelo, sem contar as suspensões, a Volkswagen adotou
o posicionamento central entre os eixos do motor. Isto é:
a distribuição de peso ficou bem equilibrada, com
40% na frente e 60% atrás. O motor 1.5 TDI do EcoRacer faz
parte da nova geração de motores a diesel desenvolvida
pela Volkswagen. Com 4 cilindros, 16 válvulas e 1.484 cm3
de capacidade cúbica, ele desenvolve 136 cv a 4.000 rpm,
o que garante a potência específica de 91,64 cv/litro,
incomum, inclusive, para motores a gasolina. Destaque ainda para
o torque máximo, entre 1.900 rpm e 3.750 rpm, o motor rende
250 Nm (25,51 kgfm), e o consumo de quase 30 km com um litro de
combustível.
Fonte:
Canal do Transporte
INDÚSTRIA
NAVAL
PORTOS
DO RIO E DE NITERÓI TERÃO REFORMA DE EXPANSÃO
Os portos do Rio e de Niterói
iniciaram obras de dragagem com a finalidade de aumentar a profundidade
e, com isso, atracar grandes embarcações, além
de terem ampliadas sua capacidade para movimentação
de cargas. As obras de dragagem desses portos tiveram licença
ambiental concedida pela Fundação Estadual de Engenharia
e Meio Ambiente – Feema. As obras de dragagem efetuadas no
porto do Rio possibilitarão o aumento de calado para atracação
de embarcações maiores. Serão dragados 1 milhão
de m3 de material assoreado, sendo que numa primeira etapa irão
ser retirados a maior parte, 600 mil metros cúbicos de material,
o que permitirá um aumento de calado em até 13,3 metros.
Esta reforma proporcionará a atracação de embarcações
de até 320 metros de comprimento (hoje permite a movimentação
de navios de até 290 metros).
Fonte:
Revista Petro & Química
RETOMADA
DO SETOR NAVAL IMPULSIONA INDÚSTRIA DE NAVIPEÇAS
A indústria fabricante de
navipeças começa a se movimentar para garantir conteúdo
nacional nos navios petroleiros que a Transpetro encomendará
aos estaleiros nacionais. A primeira ação foi a assinatura
de um convênio de cooperação entre a Abimaq
- Associação Brasileira da Indústria de Máquinas
e Equipamentos e o Sinaval – Sindicato Nacional da Indústria
da Construção Naval. O convênio vem estabelecer
um canal direto entre estaleiros e fabricantes de máquinas
e equipamentos. A idéia é garantir um conteúdo
nacional mínimo de 65% na construção de 42
navios-petroleiros na Transpetro e das 40 embarcações
da estatal venezuelana PDVSA.
Fonte:
Revista Petro & Química
SIDERURGIA
MAIS DE TRÊS QUILÔMETROS DE LOCOMOTIVAS E VAGÕES
Pelos 892 quilômetros de extensão
da Estrada de Ferro Carajás, boa parte deles no Pará,
passaram no mês de julho deste ano quase 19 milhões
de toneladas de minério de ferro, de manganês e de
cobre, além de ferro-gusa, soja e outras cargas. Mais: entre
os meses de abril e junho deste ano, mais de 71 mil pessoas viajaram
nos trens de passageiros da ferrovia. Está em curso um programa
de modernização que permitirá, em meados de
2006, a circulação do trem de maior capacidade das
Américas e segundo maior do mundo. Os atuais trens da ferrovia
contam com 208 vagões e sua extensão é de 2,3
quilômetros. Os novos terão 312 vagões, 3,2
quilômetros de extensão e capacidade para transportar
39 mil toneladas em uma única viagem.
Fonte:
O Estado de S. Paulo
VALE
ESCOARÁ MAIS GRÃOS QUE PRODUTOS SIDERÚRGICOS
A
Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) espera transportar mais grãos
do que produtos siderúrgicos até os portos. Para isso,
a empresa planeja criar um novo corredor de escoamento de produtos
agrícolas, o que aumentará a capacidade de 11 milhões
de toneladas para até 20 milhões de toneladas. A Vale
também pretende estrear na logística do álcool
combustível. A CVRD informa que vai comprar vagões
e construir infra-estrutura própria para armazenar 500 mil
metros cúbicos de álcool no porto de Vitória.
A logística de cargas de terceiros representou 11% do faturamento.
Dentro das cargas gerais, a movimentação de produtos
agrícolas representou 26% e de produtos siderúrgicos,
30%.
Fonte:
Gazeta Mercantil
MERCADO
ESTIMATIVA
DE MINISTÉRIO É DE R$ 1 BILHÃO PARA FUNDOS
SETORIAIS EM 2006
Segundo
o ministro de Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende,
a estimativa é arrecadar para 2006 R$ 1 bilhão de
reais, que serão destinados ao orçamento dos 15 fundos
setoriais administrados por este ministério. A maior parte
destes recursos irá para o CTPetro, que financia projetos
no setor de óleo e gás. Os fundos setoriais têm
arrecadado R$ 1,5 bilhão em recursos para este ano, mas só
foi autorizado o gasto de R$ 721 milhões. O restante ficará
contingenciado para cumprimento da meta de déficit primário
do Governo Federal – receitas menos despesas, descontado o
gasto com pagamentos de juros. Do volume autorizado, a CTPetro correspondente
a R$ 463,3 milhões.
Fonte:
Revista Petro & Química
NASCE
GIGANTE DE MÁQUINAS-FERRAMENTA NO MUNDO
O presidente da Câmara Setorial
de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura,
Henry Goffaux, informa que o grupo MetalCutting da ThyssenKrupp
foi vendido à empresa norte-americana Maxcor Inc, que por
sua vez adquiriu a Cincinnati Lamb. Segundo Goffaux, que é
também diretor-presidente da ThyssenKrupp, “a fusão
dá origem a uma das maiores empresas de máquina-ferramenta
do mundo. A unidade brasileira continua a ser a única fábrica
do novo grupo em toda a América Latina, com grandes oportunidades
para o futuro”, ressalta. De acordo com comunicado ao Maxcor
Inc, publicado no site www.maxcorinc.com, a aquisição
da Metal Cutting expande o espectro de produtos da companhia na
área de máquinas-ferramenta. Baseada em Nova Iorque,
a Maxcor tem larga experiência na fabricação,
automação e distribuição de serviços
industriais. Presente nas Américas, Europa e Ásia,
a Cincinnati Lamb, que foi criada em 1884, informa em seu site (www.cincinnattilamb.com)
que a aquisição era esperada desde 30 de junho, quando
foi colocada à aprovação do conselho superior
da ThyssenKrupp AG.
Fonte:
Jornal Informaq
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