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11 de Outubro de 2005
 

 
 

PETROBRAS E PDVSA ASSINAM CINCO DOCUMENTOS PARA ATUAÇÃO CONJUNTA EM REFINO E EXPLORAÇÃO E PRODUÇÃO

Com a presença dos presidentes do Brasil e da Venezuela, Luiz Inácio Lula da Silva e Hugo Chávez, foram assinados no dia 29 de setembro, em Brasília, pelos presidentes da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, e da Petróleos de Venezuela – PDVSA, Rafael Ramirez, convênios e acordos entre as duas empresas, envolvendo a construção de uma refinaria em Pernambuco e parcerias nas áreas de exploração e produção.
Para a construção de uma refinaria no Nordeste do Brasil, no Estado de Pernambuco, foi assinado documento prevendo o detalhamento dos estudos, iniciados em fevereiro deste ano. A refinaria, com participação de 50% de cada empresa, terá capacidade para processar 200 mil barris de petróleo pesado por dia, metade da Petrobras e metade da PDVSA. O projeto, em fase de identificação de oportunidades, prevê investimentos de US$ 2,5 bilhões.

FLUXO DE PETRÓLEO MUDA NO SOLIMÕES

Baixo nível do principal formador do Amazonas faz Transpetro restringir navegação de petroleiros entre Coari e Manaus
A Transpetro, subsidiária da Petrobrás responsável pelo transporte de petróleo, foi obrigada a restringir o tráfego de petroleiros na região amazônica em razão do baixo nível do Rio Solimões que, junto com o Rio Negro, é o principal formador do Amazonas. Giovanni Cavalcante Paiva, gerente da Transpetro Norte, informou que a mudança da operação logística necessária ao abastecimento da Refinaria Isaac Sabbá (Reman), localizada em Manaus, gerou um custo 50% maior que o normal.

ARACRUZ E STORA ENSO PODEM ESTENDER PARCERIA

Empresas inauguram a Veracel com expectativa de produzir 450 mil toneladas este ano. Os negócios no Brasil entre a Aracruz e a sueco-finlandesa Stora Enso poderão se ampliar. Na véspera da inauguração oficial da Veracel, joint venture formada a partir das duas gigantes do setor de celulose, o diretor-presidente da Aracruz, Carlos Aguiar, não descartou a possibilidade de formação de mais uma parceria para construção de uma nova fábrica. O presidente mundial da Stora Enso, Jukka Härmälä, anunciou que o grupo europeu pretende construir uma nova fábrica de celulose e de papel no País, provavelmente no Rio Grande do Sul, onde possui plantações de eucaliptos e pinos. "Não há conversas em andamento com a Stora Enso sobre o assunto, mas como somos bons parceiros na Veracel, na Bahia, também poderemos ser bons parceiros lá no Rio Grande do Sul. Se formos convidados, vamos avaliar", disse Aguiar.

KLABIN INCENTIVA PEQUENO PRODUTOR A PLANTAR FLORESTA

A Klabin vai atuar como avalista de pequenos e médios produtores de SC interessados em obter recursos para plantação de florestas. O objetivo é aumentar a participação de terceiros no fornecimento de madeira à empresa. Em SC, o programa será voltado para as regiões do Planalto e Alto Vale do Itajaí. O lançamento do programa foi ontem, em Ibirama, com a assinatura do Termo de Cooperação Técnica entre a Klabin e a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina. A Klabin vai usar duas das linhas de financiamento já disponíveis no mercado, para as quais, em geral, os pequenos e médios produtores têm dificuldade de acesso, principalmente no que se refere as garantias que são exigidas pelos órgãos financiadores. A dívida do fomentado para com a Klabin será paga com parte da madeira resultante do projeto financiado. Na primeira fase, as operações vão girar em torno de R$ 14 milhões e visam implantar 5,5 mil hectares de florestas de pínus e eucalipto em Santa Catarina e Paraná.

GÁS NATURAL SPS COMPLETA CINCO ANOS DE CONCESSÃO

A Gás Natural São Paulo Sul comemora os primeiros cinco anos do contrato de concessão para exploração de serviços de distribuição de gás canalizado a 93 municípios da região Sul do Estado de São Paulo com a marca de 17 mil consumidores em onze cidades do interior. Desde o início de suas atividades, a Gás Natural SPS construiu uma rede de distribuição de quase 700 km de extensão. Foram investidos R$ 742 milhões, somados os recursos para a aquisição do contrato de concessão e para a realização de obras de infra-estrutura, expansão e saturação das redes de distribuição do combustível. A empresa ainda estima um aporte de R$ 290,0 milhões nos próximos quatro anos, em um total de mais de R$ 1 bilhão investidos até 2009. Em maio de 2005, as vendas alcançaram a média de 1 milhão de m³/dia. A empresa ainda estima um aporte de R$ 290,0 milhões nos próximos quatro anos, em um total de mais de R$ 1 bilhão investidos até 2009.

EXPANSÃO DO GÁS NATURAL SURPREENDE MERCADO

A média do consumo de gás natural registrada no mês de agosto atingiu o volume de 42,4 milhões de metros cúbicos diariamente, de acordo com os dados consolidados pela Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado – ABEGÁS. No mês anterior, o volume consumido foi de 41 milhões de m³/dia, o que representa um crescimento de 3,7 % em apenas um mês. A comparação do volume consumido diariamente nos oito meses deste ano com o mesmo período do ano passado é bem mais significativa. Comparando os valores consumidos, a alta é de quase 11%.
Este ano, o volume mensal comercializado no país tem apresentado números favoráveis ao mercado. Mesmo com os rumores de um possível desabastecimento em 2008/9, a média continua em alta, e vemos que, há espaço para o gás natural na cultura do brasileiro.
Porém, no mês de agosto o setor residencial comparado com o mês anterior obteve um êxito de 11,3%, e já atingiu a marca de mais de 1,2 milhões de clientes nas diversas regiões atendidas pelo gás natural. A perspectiva é de grande evolução desse segmento de mercado que, juntamente com o segmento comercial vem sendo objeto de um grande esforço de todas as distribuidoras, cuja rede de canalizações atualmente já ultrapassa os 12 mil km.
O setor de Cogeração, outro que vem se destacando, obteve destaque na consolidação dos dados, uma vez que está atingindo bons níveis de consumo, devido sua importância na melhoria da oferta de geração de energia elétrica no país, quando atingiu a excelente marca de 2 milhões de m³ diariamente no mês de agosto, sendo que em julho o consumo foi de 1,56 milhões de m³/dia crescendo, portanto mais de 28%.
A falta de um planejamento energético com estratégias bem definidas tem sido um dos maiores entraves para o desenvolvimento da indústria do gás natural no Brasil, de acordo com o presidente da ABEGÁS, Romero de Oliveira e Silva. “Existe tempo hábil para a definição de estratégias que venham a dar conforto para os investidores ao invés de simplesmente amedrontá-los. É inconcebível que haja tanto apetite por parte dos consumidores e falte uma política de maior envergadura por parte do Governo Federal em que estimule rapidamente as novas ofertas existentes”, complementa Oliveira. Continuou ainda dizendo que “a natureza tem feito a parte dela com o Brasil, o que está faltando é à parte de nós brasileiros”.

RS QUER SEDIAR FÁBRICA DA TOYOTA

O Estado do Rio Grande do Sul está saindo na frente na disputa pela atração de uma nova unidade fabril que a Toyota está planejando para o Brasil. No início de agosto, em viagem que fez à Ásia, o governador Germano Rigotto esteve na sede mundial da Toyota, em Nagóia, no Japão, a convite da direção da empresa. Ao retornar ao Brasil, Rigotto disse estar bastante entusiasmado com a possibilidade de o Rio Grande do Sul abrigar a nova unidade industrial. A Toyota detém hoje de 4% elevar a participação para 10% até 2010. Hoje, o Estado já conta com o Centro de Distribuição da Toyota, em Guaíba, inaugurado em março. No mesmo local, o governo estadual já diz dispor de área física para oferecer à montadora.

VOLVO RETORNA INVESTIMENTOS

A Volvo do Brasil está investindo US$ 25 milhões em 2005, depois de ficar um ano sem fazer novos lançamentos. Os recursos, que fazem parte de um pacote de US$ 100 milhões entre 2003 e 2005, serão aplicados na adaptação da linha de caminhões médios VM às normas de emissões Euro III e na fabricação de novos produtos. “Já estamos preparando um novo ciclo de investimentos para o próximo ano”, diz Tommy Svensson, presidente da Volvo do Brasil. Do total de recursos previstos para este ano, US$ 2 milhões já foram aplicados no lançamento do ônibus articulado B 9 Salf, que será exportado para o Transantiago, sistema de transporte urbano de Santiago, no Chile.

NAVIPEÇAS VÃO MOVIMENTAR US$ 2 BILHÕES

A revitalização da indústria naval brasileira abre perspectivas de investimentos da ordem de US$ 2 bilhões para a indústria de navipeças no Brasil. O assunto foi debatido durante o “Encontro de Mobilização da Indústria de Navipeças”, promovido pela Abimaq, em parceria com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento do Estado de São Paulo, no dia 10 de agosto, na sede da entidade. O evento reuniu empresários e dirigentes da Transpetro, Petrobras, Promimp, Sinaval, ONIP, BNDES, além de secretários dos Estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Espírito Santo e Amazonas. O presidente da Abimaq, Newton de Mello, ressaltou que a indústria local está capacitada para atender à demanda prevista com um índice de conteúdo nacional superior a 70%.

PLATAFORMA THUNDER HORSE ESTABILIZADA

A BP conseguiu salvar a plataforma semi-submersível Thunder Horse, que adernou 20° depois da passagem do furacão Dennis pelo Golfo do México. A unidade pesa mais de 50 mil toneladas e tem capacidade para processar 250 mil barris/dia de petróleo. A petroleira informou que não houve derramamentos de combustível ou substâncias perigosas.

CHINA PRODUZ MAIS AÇO

A China vai produzir este ano mais aço do que se previa anteriormente, gerando um superávit inesperado quase tão grande quanto à capacidade de produção siderúrgica da Alemanha, segundo estimativas de uma agência governamental. Maior produtora e consumidora mundial de aço, a China deverá produzir 348 milhões de toneladas do metal e seus derivados em 2005, o que representa um aumento de 17,7% em relação ao montante produzido no ano passado.

QUEDA NO PREÇO DE AÇO NÃO AFETA MINÉRIO DE FERRO

Os preços do minério de ferro devem manter-se em nível recorde em 2006, elevando os lucros de empresas como BHP Billiton, Grupo Tinto e Companhia Vale do Rio Doce, em um momento em que a demanda por parte da China dispara em meio à escassez da matéria-prima, segundo pesquisa de empresas como a State Street Global Advisors e o Deutsche Bank. Os preços referenciais para o minério de ferro devem permanecer próximos de US$ 40 por tonelada no ano que se inicia em 1º de abril de 2006, segundo pesquisa da Bloomberg feita com oito analistas. Os preços dispararam e registram alta recorde de 71,5% este ano. Juntas, as três empresas (que produzem 75% do minério de ferro mundial) estão investindo US$ 8,5 bilhões em minas e estradas de ferro na Amazônia brasileira e na Austrália, para aumentar a oferta da commodity.

MINISTRO DAS CIDADES DIZ QUE SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL TERÁ REDUÇÃO DE IMPOSTOS

Após ouvir de empresários sobre a necessidade de lançar medidas tributárias de incentivo à cadeia da construção civil, o ministro das Cidades, Márcio Fortes, afirmou no último dia 3 de outubro que o governo federal deve anunciar, em breve, medidas de desoneração de impostos ao setor.
O primeiro segmento da cadeia atingido será, segundo ele, o de material de construção. Para as habitações de interesse social, o ministro disse que se estuda a redução ou isenção de IPI, dependendo do caso. A notícia foi dada durante o 6º Construbusiness, Seminário da Indústria Brasileira da Construção, na Fiesp.

EDITAL DE R$ 1 MILHÃO SERÁ DESTINADO A INCUBADORAS DE NANOTECNOLOGIA INTERESSADOS DEVEM INSCREVER PROJETO ATÉ 14 DE NOVEMBRO

A nanotecnologia pode ser uma palavra pouco utilizada no vocabulário dos brasileiros. Mas sua aplicação está cada vez mais presente nos serviços e produtos consumidos cotidianamente, a exemplo dos cosméticos, alimentos, computadores ou produtos utilizados em cirurgia humana. Trata-se de um campo de pesquisa e desenvolvimento tecnológico que atua em partículas tão pequenas ou até menores do que o diâmetro de um fio de cabelo, equivalente a bilionésimos de um metro.

 

PETRÓLEO

PETROBRAS E PDVSA ASSINAM CINCO DOCUMENTOS PARA ATUAÇÃO CONJUNTA EM REFINO E EXPLORAÇÃO E PRODUÇÃO

Com a presença dos presidentes do Brasil e da Venezuela, Luiz Inácio Lula da Silva e Hugo Chávez, foram assinados no dia 29 de setembro, em Brasília, pelos presidentes da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, e da Petróleos de Venezuela – PDVSA, Rafael Ramirez, convênios e acordos entre as duas empresas, envolvendo a construção de uma refinaria em Pernambuco e parcerias nas áreas de exploração e produção.
Para a construção de uma refinaria no Nordeste do Brasil, no Estado de Pernambuco, foi assinado documento prevendo o detalhamento dos estudos, iniciados em fevereiro deste ano. A refinaria, com participação de 50% de cada empresa, terá capacidade para processar 200 mil barris de petróleo pesado por dia, metade da Petrobras e metade da PDVSA. O projeto, em fase de identificação de oportunidades, prevê investimentos de US$ 2,5 bilhões.
Com um esquema de refino orientado para maximizar a produção de óleo diesel e gás liquefeito de petróleo, a nova refinaria terá como objetivo principal atender ao crescimento da demanda de derivados do Nordeste, que hoje é deficitário em combustíveis. A possível localização da refinaria foi ampla e detalhadamente estudada em cinco Estados do Nordeste. Durante a construção e montagem, a estimativa é de geração de 230 mil empregos ao longo dos quatro anos (diretos, indiretos e por efeito renda). A previsão de arrecadação de impostos federais, estaduais e municipais é de US$ 970 milhões com entrada em operação do empreendimento. A refinaria será um projeto com escala mundial e utilizará, como matéria-prima, petróleo pesado do Brasil e da Venezuela, países que possuem grandes reservas desse tipo de óleo. A nova unidade terá seu projeto voltado para a maximização da produção de diesel (que terá um índice de 56,5% do volume total de derivados a serem produzidos) e gás liquefeito de petróleo.
Os investimentos relacionados à refinaria estão contemplados no Plano de Negócios da Petrobras para o período 2006-2010, e todas as ações estão alinhadas com a estratégia da Petrobras de liderar o mercado de petróleo, gás natural e derivados na América Latina, atuando como empresa integrada de energia, com expansão seletiva da sua atividade internacional. A atuação conjunta com a PDVSA permitirá a expansão das atividades da Petrobras na Venezuela, país que detém uma das maiores reservas de petróleo do mundo.

Fonte: PETROBRAS

FLUXO DE PETRÓLEO MUDA NO SOLIMÕES

Baixo nível do principal formador do Amazonas faz Transpetro restringir navegação de petroleiros entre Coari e Manaus
A Transpetro, subsidiária da Petrobrás responsável pelo transporte de petróleo, foi obrigada a restringir o tráfego de petroleiros na região amazônica em razão do baixo nível do Rio Solimões que, junto com o Rio Negro, é o principal formador do Amazonas. Giovanni Cavalcante Paiva, gerente da Transpetro Norte, informou que a mudança da operação logística necessária ao abastecimento da Refinaria Isaac Sabbá (Reman), localizada em Manaus, gerou um custo 50% maior que o normal.
A empresa gerencia frota própria e fretada para o transporte de petróleo e GLP do Terminal de Coari (instalado às margens do Solimões) ao de Manaus. Todo o volume que chega a Coari é produzido na bacia petrolífera de Urucu. Por dia, são produzidos entre 6,5 mil a 7 mil m³ de petróleo e 1,5 mil tonelada de GLP. A primeira parte da logística de 280 quilômetros é feita por dutos. Mas a baixa vazão do Solimões obrigou a Transpetro a dividir em duas etapas o transporte entre Coari e Manaus, trecho de 390 quilômetros. A empresa ampliou o número de balsas de 3 para 5. Os comboios de barcaças, que conseguem passar em canais de navegação mais rasos, trafegam 100 quilômetros até a região de Codajás, onde ocorre o transbordo do óleo bruto para os petroleiros que levam o produto por mais 290 quilômetros até o terminal de Manaus. Neste trecho, o nível do rio alcança 7,5 metros de profundidade. Os navios precisam de 12 metros para navegarem com segurança.
“Para garantir o fluxo, fretamos outro navio petroleiro para fazer este trajeto. O custo será maior, mas teremos como garantir o abastecimento da refinaria”, diz Paiva. A Reman processa 42 mil barris de petróleo por dia, o equivalente a 7 mil m³ diários. A expectativa da Transpetro é que a operação especial seja mantida pelo menos até o final deste mês.
De acordo com Paiva, a queda do nível do Solimões perdeu velocidade. “Em agosto, tivemos queda do nível de até 30 centímetros por dia. Nesta semana, a redução é de apenas 3 centímetros por dia. A tendência é que se estabilize e haja alguma recuperação a partir de agora”, afirma. Como nos demais rios amazônicos, as chuvas e o degelo na Cordilheira dos Andes são as principais fontes para enchimento da Bacia Amazônica.

Fonte: Portos e Navios

 

PAPEL E CELULOSE

ARACRUZ E STORA ENSO PODEM ESTENDER PARCERIA

Empresas inauguram a Veracel com expectativa de produzir 450 mil toneladas este ano. Os negócios no Brasil entre a Aracruz e a sueco-finlandesa Stora Enso poderão se ampliar. Na véspera da inauguração oficial da Veracel, joint venture formada a partir das duas gigantes do setor de celulose, o diretor-presidente da Aracruz, Carlos Aguiar, não descartou a possibilidade de formação de mais uma parceria para construção de uma nova fábrica. O presidente mundial da Stora Enso, Jukka Härmälä, anunciou que o grupo europeu pretende construir uma nova fábrica de celulose e de papel no País, provavelmente no Rio Grande do Sul, onde possui plantações de eucaliptos e pinos. "Não há conversas em andamento com a Stora Enso sobre o assunto, mas como somos bons parceiros na Veracel, na Bahia, também poderemos ser bons parceiros lá no Rio Grande do Sul. Se formos convidados, vamos avaliar", disse Aguiar. De acordo com o executivo, caso a parceria com a Stora Enso seja fechada, esta não será impedimento para a Aracruz tocar paralelamente projetos próprios de expansão. A parceria entre os grupos tem rendido números confortáveis para ambas as partes. Superando as expectativas iniciais, a Veracel – localizada no município baiano de Eunápolis – deve fechar o ano com produção de 450 mil toneladas de celulose. O desempenho é quase 36% maior do que o estimado no início das operações, em maio deste ano. "Tivemos um start da produção melhor que o esperado", explicou o diretor-presidente da Veracel, Renato Guéron. O grande desafio da Veracel é ser uma das unidades mais competitivas e econômicas do mundo na fabricação de celulose. De acordo com o gerente de Recuperação e Utilidades da empresa, Ari Medeiros, a meta da companhia é atingir um custo de produção de US$ 235 por tonelada, quando a média mundial é de US$ 300. Boa parte da economia virá do corte de custos na logística. "Cerca de 50% do custo da produção é proveniente da madeira do eucalipto, que, por sua vez, tem aproximadamente 50% de seu custo na logística. Na Veracel este custo é menor porque as plantações estão a um raio de 45 quilômetros da fábrica. A média internacional é de uma distância de 300 quilômetros", explicou o gerente. Soma-se a este fator a tecnologia aplicada no processo, que permite maior aproveitamento dos insumos.

Fonte: Gazeta Mercantil

KLABIN INCENTIVA PEQUENO PRODUTOR A PLANTAR FLORESTA

A Klabin vai atuar como avalista de pequenos e médios produtores de SC interessados em obter recursos para plantação de florestas. O objetivo é aumentar a participação de terceiros no fornecimento de madeira à empresa. Em SC, o programa será voltado para as regiões do Planalto e Alto Vale do Itajaí. O lançamento do programa foi ontem, em Ibirama, com a assinatura do Termo de Cooperação Técnica entre a Klabin e a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina. A Klabin vai usar duas das linhas de financiamento já disponíveis no mercado, para as quais, em geral, os pequenos e médios produtores têm dificuldade de acesso, principalmente no que se refere as garantias que são exigidas pelos órgãos financiadores. A dívida do fomentado para com a Klabin será paga com parte da madeira resultante do projeto financiado. Na primeira fase, as operações vão girar em torno de R$ 14 milhões e visam implantar 5,5 mil hectares de florestas de pínus e eucalipto em Santa Catarina e Paraná.

Fonte: Diário Catarinense - SC

 

GÁS NATURAL

GÁS NATURAL SPS COMPLETA CINCO ANOS DE CONCESSÃO

A Gás Natural São Paulo Sul comemora os primeiros cinco anos do contrato de concessão para exploração de serviços de distribuição de gás canalizado a 93 municípios da região Sul do Estado de São Paulo com a marca de 17 mil consumidores em onze cidades do interior. Desde o início de suas atividades, a Gás Natural SPS construiu uma rede de distribuição de quase 700 km de extensão. Foram investidos R$ 742 milhões, somados os recursos para a aquisição do contrato de concessão e para a realização de obras de infra-estrutura, expansão e saturação das redes de distribuição do combustível. A empresa ainda estima um aporte de R$ 290,0 milhões nos próximos quatro anos, em um total de mais de R$ 1 bilhão investidos até 2009. Em maio de 2005, as vendas alcançaram a média de 1 milhão de m³/dia. A empresa ainda estima um aporte de R$ 290,0 milhões nos próximos quatro anos, em um total de mais de R$ 1 bilhão investidos até 2009.

Fonte: Revista Petro & Química


EXPANSÃO DO GÁS NATURAL SURPREENDE MERCADO

A média do consumo de gás natural registrada no mês de agosto atingiu o volume de 42,4 milhões de metros cúbicos diariamente, de acordo com os dados consolidados pela Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado – ABEGÁS. No mês anterior, o volume consumido foi de 41 milhões de m³/dia, o que representa um crescimento de 3,7 % em apenas um mês. A comparação do volume consumido diariamente nos oito meses deste ano com o mesmo período do ano passado é bem mais significativa. Comparando os valores consumidos, a alta é de quase 11%.
Este ano, o volume mensal comercializado no país tem apresentado números favoráveis ao mercado. Mesmo com os rumores de um possível desabastecimento em 2008/9, a média continua em alta, e vemos que, há espaço para o gás natural na cultura do brasileiro.
Porém, no mês de agosto o setor residencial comparado com o mês anterior obteve um êxito de 11,3%, e já atingiu a marca de mais de 1,2 milhões de clientes nas diversas regiões atendidas pelo gás natural. A perspectiva é de grande evolução desse segmento de mercado que, juntamente com o segmento comercial vem sendo objeto de um grande esforço de todas as distribuidoras, cuja rede de canalizações atualmente já ultrapassa os 12 mil km.
O setor de Cogeração, outro que vem se destacando, obteve destaque na consolidação dos dados, uma vez que está atingindo bons níveis de consumo, devido sua importância na melhoria da oferta de geração de energia elétrica no país, quando atingiu a excelente marca de 2 milhões de m³ diariamente no mês de agosto, sendo que em julho o consumo foi de 1,56 milhões de m³/dia crescendo, portanto mais de 28%.
A falta de um planejamento energético com estratégias bem definidas tem sido um dos maiores entraves para o desenvolvimento da indústria do gás natural no Brasil, de acordo com o presidente da ABEGÁS, Romero de Oliveira e Silva. “Existe tempo hábil para a definição de estratégias que venham a dar conforto para os investidores ao invés de simplesmente amedrontá-los. É inconcebível que haja tanto apetite por parte dos consumidores e falte uma política de maior envergadura por parte do Governo Federal em que estimule rapidamente as novas ofertas existentes”, complementa Oliveira. Continuou ainda dizendo que “a natureza tem feito a parte dela com o Brasil, o que está faltando é à parte de nós brasileiros”.

Fonte: Abegás

 


INDÚSTRIA AUTOMOTIVA

RS QUER SEDIAR FÁBRICA DA TOYOTA

O Estado do Rio Grande do Sul está saindo na frente na disputa pela atração de uma nova unidade fabril que a Toyota está planejando para o Brasil. No início de agosto, em viagem que fez à Ásia, o governador Germano Rigotto esteve na sede mundial da Toyota, em Nagóia, no Japão, a convite da direção da empresa. Ao retornar ao Brasil, Rigotto disse estar bastante entusiasmado com a possibilidade de o Rio Grande do Sul abrigar a nova unidade industrial. A Toyota detém hoje de 4% elevar a participação para 10% até 2010. Hoje, o Estado já conta com o Centro de Distribuição da Toyota, em Guaíba, inaugurado em março. No mesmo local, o governo estadual já diz dispor de área física para oferecer à montadora.

Fonte: Revista da Abifa

VOLVO RETORNA INVESTIMENTOS

A Volvo do Brasil está investindo US$ 25 milhões em 2005, depois de ficar um ano sem fazer novos lançamentos. Os recursos, que fazem parte de um pacote de US$ 100 milhões entre 2003 e 2005, serão aplicados na adaptação da linha de caminhões médios VM às normas de emissões Euro III e na fabricação de novos produtos. “Já estamos preparando um novo ciclo de investimentos para o próximo ano”, diz Tommy Svensson, presidente da Volvo do Brasil. Do total de recursos previstos para este ano, US$ 2 milhões já foram aplicados no lançamento do ônibus articulado B 9 Salf, que será exportado para o Transantiago, sistema de transporte urbano de Santiago, no Chile.

Fonte: Revista da Abifa

 

INDÚSTRIA NAVAL

NAVIPEÇAS VÃO MOVIMENTAR US$ 2 BILHÕES

A revitalização da indústria naval brasileira abre perspectivas de investimentos da ordem de US$ 2 bilhões para a indústria de navipeças no Brasil. O assunto foi debatido durante o “Encontro de Mobilização da Indústria de Navipeças”, promovido pela Abimaq, em parceria com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento do Estado de São Paulo, no dia 10 de agosto, na sede da entidade. O evento reuniu empresários e dirigentes da Transpetro, Petrobras, Promimp, Sinaval, ONIP, BNDES, além de secretários dos Estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Espírito Santo e Amazonas. O presidente da Abimaq, Newton de Mello, ressaltou que a indústria local está capacitada para atender à demanda prevista com um índice de conteúdo nacional superior a 70%. O objetivo da Transpetro é construir no Brasil e alcançar até 65% de nacionalização, índice que pode chegar até 80%, segundo Sérgio Machado, presidente da Transpetro. A companhia pretende modernizar sua frota para atingir 100% na cabotagem e 50% no longo do curso. Para o presidente da ONIP, Elói Férnandez y Férnandez, a entidade pode representar um papel importante na medição do conteúdo nacional. Franco Papini, superintendente da ONIP, informou que a demanda nacional, da ordem de US$ 5,2 bilhões, é composta por 42 navios para a Transpetro, em 10 anos (US$ 2,2 bilhões), e 60 novos navios dos armadores privados em 15 anos (US$ 3 bilhões). A demanda internacional abrange 42 navios em oito anos da subsidiária de transporte da PDVSA, com investimentos da ordem de US$ 2,2 bilhões, além de 100 outras unidades ao longo dos 10 anos.

Fonte: Jornal Abimaq

PLATAFORMA THUNDER HORSE ESTABILIZADA

A BP conseguiu salvar a plataforma semi-submersível Thunder Horse, que adernou 20° depois da passagem do furacão Dennis pelo Golfo do México. A unidade pesa mais de 50 mil toneladas e tem capacidade para processar 250 mil barris/dia de petróleo. A petroleira informou que não houve derramamentos de combustível ou substâncias perigosas.

Fonte: Revista Petro & Química

 

SIDERURGIA

CHINA PRODUZ MAIS AÇO

A China vai produzir este ano mais aço do que se previa anteriormente, gerando um superávit inesperado quase tão grande quanto à capacidade de produção siderúrgica da Alemanha, segundo estimativas de uma agência governamental. Maior produtora e consumidora mundial de aço, a China deverá produzir 348 milhões de toneladas do metal e seus derivados em 2005, o que representa um aumento de 17,7% em relação ao montante produzido no ano passado.

Fonte: Revista da Abifa

QUEDA NO PREÇO DE AÇO NÃO AFETA MINÉRIO DE FERRO

Os preços do minério de ferro devem manter-se em nível recorde em 2006, elevando os lucros de empresas como BHP Billiton, Grupo Tinto e Companhia Vale do Rio Doce, em um momento em que a demanda por parte da China dispara em meio à escassez da matéria-prima, segundo pesquisa de empresas como a State Street Global Advisors e o Deutsche Bank. Os preços referenciais para o minério de ferro devem permanecer próximos de US$ 40 por tonelada no ano que se inicia em 1º de abril de 2006, segundo pesquisa da Bloomberg feita com oito analistas. Os preços dispararam e registram alta recorde de 71,5% este ano. Juntas, as três empresas (que produzem 75% do minério de ferro mundial) estão investindo US$ 8,5 bilhões em minas e estradas de ferro na Amazônia brasileira e na Austrália, para aumentar a oferta da commodity.

Fonte: Revista da Abifa

 

MERCADO

MINISTRO DAS CIDADES DIZ QUE SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL TERÁ REDUÇÃO DE IMPOSTOS

Após ouvir de empresários sobre a necessidade de lançar medidas tributárias de incentivo à cadeia da construção civil, o ministro das Cidades, Márcio Fortes, afirmou no último dia 3 de outubro que o governo federal deve anunciar, em breve, medidas de desoneração de impostos ao setor.
O primeiro segmento da cadeia atingido será, segundo ele, o de material de construção. Para as habitações de interesse social, o ministro disse que se estuda a redução ou isenção de IPI, dependendo do caso. A notícia foi dada durante o 6º Construbusiness, Seminário da Indústria Brasileira da Construção, na Fiesp.

Fonte: Fiesp

EDITAL DE R$ 1 MILHÃO SERÁ DESTINADO A INCUBADORAS DE NANOTECNOLOGIA INTERESSADOS DEVEM INSCREVER PROJETO ATÉ 14 DE NOVEMBRO

A nanotecnologia pode ser uma palavra pouco utilizada no vocabulário dos brasileiros. Mas sua aplicação está cada vez mais presente nos serviços e produtos consumidos cotidianamente, a exemplo dos cosméticos, alimentos, computadores ou produtos utilizados em cirurgia humana. Trata-se de um campo de pesquisa e desenvolvimento tecnológico que atua em partículas tão pequenas ou até menores do que o diâmetro de um fio de cabelo, equivalente a bilionésimos de um metro. Do ponto de vista empresarial, o mercado de nanotecnologia é dos mais promissores. Para impulsionar este segmento de nanotecnologia e a competitividade da indústria nacional, o Ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Resende, anunciou no último dia 4 de setembro, o lançamento do edital nº 58/2005, para financiar projetos em nanociência e nanotecnologia no âmbito das incubadoras de empresas. Será destinado R$ 1 milhão para incubadoras que tenham, ou venham a ter empresas incubadas voltadas ao desenvolvimento, produção e comercialização de serviços em nanotecnologia. Os interessados no novo edital devem buscar informações no portal do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq (www.cnpq.br) e fazer download do formulário eletrônico, que deve ser preenchido e entregue via e-mail até 14 de novembro. A análise das propostas será feita a partir de 16 de novembro e o resultado final sai no dia 5 de dezembro.
Fonte: Gestão C&T

 


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