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Importação de petróleo vai prosseguir mesmo com a auto-suficiência O Brasil deve se tornar auto-suficiente na produção de petróleo ainda este ano, mas não independente do combustível internacional. Com isso, a boa notícia nada muda a situação em relação a necessidade de importação de combustível Petrobras avalia compra de uma refinaria na Ásia A Petrobras ampliou o leque de análise para aquisição de uma refinaria no exterior, onde possa processar o petróleo pesado nacional e analisa oportunidades também na Ásia Petroquímicas investem na expansão Com o caixa fortalecido pela boa fase dos preços internacionais, a petroquímica brasileira já começou a pôr em prática um vigoroso processo de expansão e se prepara para uma nova onda de consolidação e integração de ativos Petrobras diz que queima em Albacora já está regularizada e que média mensal não foi alterada O gerente geral de Estratégia e Gestão de Portfólio de Exploração e Produção da Petrobras, José Luiz Marcusso, afirmou que a queima de gás no campo de Albacora já está normalizada Companhia acerta a aquisição de novos blocos em Angola Até 2010, estatal planeja aumentar a produção no exterior para 600 mil barris diários. O diretor da área internacional da Petrobras, Nestor Cerveró, foi a Angola com propostas de aquisição de blocos de petróleo na região Petrobras começará a explorar área de grande potencial de óleo e gás no Peru A Petrobras começará este ano a explorar uma área rica em petróleo e gás no Peru. A informação é da estatal peruana Perupetro, que negocia em nome do governo daquele país os contratos do setor Pride e Petrobras assinam contratos de perfuração para quatro plataformas A Pride International anunciou em Houston, Estados Unidos, a assinatura de contratos com a Petrobras para operar no Brasil suas quatro plataformas semi-submersíveis de classe Ametista para perfuração em águas profundas Tempestades levam petróleo às alturas A suspensão da produção em algumas refinarias em virtude da passagem da tempestade tropical Cindy pelo Golfo do México e a ameaça da tempestade tropical Dennis, que ganha força e logo pode se transformar em um furacão, levaram os preços do petróleo a novos recordes Petrobras anuncia refinaria em agosto Até o final de agosto, a Petrobras concluirá todo o levantamento técnico necessário para que o Governo Federal decida em qual estado brasileiro será construída a próxima refinaria de petróleo do País, calculada em US$ 2 bilhões Chávez quer refinar petróleo venezuelano no Brasil O governo da Venezuela disse que pretende utilizar petróleo pesado da Faixa do Orinoco na refinaria que construirá no Brasil. Ao mesmo tempo, adiantou que estuda outros projetos de refino no Uruguai, Jamaica e Cuba Termoceará terá mais autonomia Está em estudo pela Petrobras a viabilidade de conversão da Termoceará para bicombustível. Com isso, ela poderia operar com outros combustíveis, como o diesel, e não apenas com gás natural, segundo o diretor da empresa BNDES libera R$ 275 milhões para usina hidrelétrica em SC O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) aprovou três financiamentos no valor total de R$ 275,4 milhões para a construção da Usina Hidrelétrica Salto Pilão, em Santa Catarina, pelo consórcio Cesap Abegás critica adiamento da obra do Gasene e diz que pode faltar gás O presidente da Associação Brasileira das Empresas distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás), Romero Oliveira, afirmou, por meio de nota divulgada à imprensa, que o Brasil terá um déficit de 31,3 milhões de metros cúbicos diários de gás e de 13 milhões de metros cúbicos diários em 2007 e 2008, respectivamente Projeto vai ampliar oferta de gás O grupo pernambucano Queiroz Galvão está investindo R$ 1,1 bilhão, em parceria com a Petrobras, para ampliar em cerca de 50% a oferta de gás natural no Nordeste. Já em abril do próximo ano, a empresa Manati S.A, integrante do grupo pernambucano, colocará em operação o Poço de Manati, localizado no Recôncavo Baiano Proposta de Tourinho tem prioridade e senador defende antecipação de Mexilhão e do Gasene O senador Rodolpho Tourinho (PFL-BA), autor da proposta de Lei do Gás que tramita atualmente no Congresso, defendeu um "esforço de guerra" para antecipar a produção de Mexilhão e a construção do Gasoduto Sudeste-Nordeste (Gasene) Jazidas de gás à venda na Amazônia A Agência Nacional do Petróleo (ANP) vai licitar este ano 63,3 mil quilômetros quadrados para exploração de petróleo e gás na Floresta Amazônica. A área, maior que o Estado da Paraíba, pode servir de teste para teorias sobre a existência de jazidas gigantes de gás na região Sul estuda soluções para o gás natural As empresas distribuidoras de gás da região Sul, mais os governos dos três estados, via Codesul, o setor privado e os parlamentares, através do Fórum-Industrial Parlamentar Sul, vão iniciar estudos e propor alternativas para garantir a oferta de gás natural com mais segurança à região Sul Volume de gás de Mexilhão pode ser menor que o esperado, diz secretária do MME A secretária Petróleo e Gás do Ministério de Minas e Energia, Maria das Graças Foster, admitiu que o volume de gás no campo de Mexilhão, na Bacia de Santos, em avaliação pela Petrobras, poderá ´ficar abaixo das expectativas iniciais´. Segundo ela, se a previsão for confirmada, poderá haver um adiamento da entrada em operação do Gasene (Gasoduto que levará gás do Sudeste para o Nordeste do país) por conta de uma oferta menor do combustível Gás natural chegará a Guapimirim em 15 dias, diz Victer O secretário de Energia, Indústria Naval e Petróleo, Wagner Victer, disse que o gás natural chegará, em 15 dias, ao município de Guapimirim, onde será utilizado inicialmente pelas indústrias de papel Klabin e Cibratel Época de ouro do gás natural será de 2009 a 2012 O período de esplendor do mercado brasileiro de gás natural deverá ocorrer a partir de 2009, mas terá vida curta: até 2012, segundo a análise do gerente sênior do Petroleum Services Group da Deloitte no Reino Unido, Luiz Rocha Gasmar quer exploração da bacia de Barreirinhas A Companhia Maranhense de Gás (Gasmar) solicitou à Agência Nacional de Petróleo (ANP) a possibilidade de incluir na oitava rodada de licitações, a ser lançada no próximo ano, os três conjuntos terrestres de poços de gás e petróleo da bacia de Barreirinhas Petrobras quer que Sinopec reduza os custos do Gasene Estatal deu prazo de três meses para que a empresa chinesa viabilize a sua participação na obra. A Petrobras concedeu prazo de três meses para que a Sinopec consiga viabilizar sua participação no projeto do Gasene, o gasoduto de 1,3 mil quilômetros que interligará os mercados das regiões Sudeste e Nordeste do Brasil Pólo naval no Sul deve atrair a Rolls-Royce A construção de um pólo naval no Rio Grande do Sul, com a implantação de pelo menos dois estaleiros - Akker Promar e Rio Grande - pode ser a porta de entrada para a Rolls-Royce no Rio Grande do Sul Rio Naval entre os favoritos na licitação da Transpetro A aquisição dos ativos do estaleiro Sermetal pelo consórcio Rio Naval torna o grupo favorito na atual fase de pré-qualificação da licitação para construção de 42 navios-petroleiros para a Petrobras Transporte (Transpetro) Minas mais próxima de planta da CSN Minas Gerais poderá receber investimento da ordem de US$ 2,5 bilhões, referente a uma nova planta industrial que a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) pretende construir. A estimativa é a de que a usina produza anualmente 5 milhões de toneladas de placas Usiminas faz estudos para ficar com 10% da megausina da Techint A Usiminas, maior fabricante de aços planos da América Latina, faz estudos para deter no mínimo 10% do capital da megasiderúrgica que o grupo ítalo-argentino Techint planeja erguer após concluir a compra da mexicana Hylsamex Troca na Petrobras não deve afetar gestão Os sinais cada vez mais fortes de que a presidência da Petrobras e talvez parte de sua diretoria sejam oferecidas para fortalecer a base aliada do governo ainda não trouxe preocupação a analistas do mercado financeiro Pro-álcool nordestino para atender ao mundo Com a recente decisão da transposição do Rio São Francisco, o Brasil poderia ser a solução, implantando um Pró-Álcool para os EUA no Nordeste, o que criaria condições para o desenvolvimento regional Statoil vende 50% de petroquímica por 1 bilhão de euros A norueguesa Statoil anunciou que vendeu sua metade do grupo petroquímico dinamarquês Borealis para as co-proprietárias International Petroleum Investment, dos Emirados Árabes Unidos, e OMV, da Áustria, por 1 bilhão de euros (1,21 bilhões de dólares) Silas Rondeau deixa Eletrobrás para Ministério de Minas e Energia Por indicação do PMDB, o presidente da Eletrobrás, Silas Rondeau, é o novo ministro das Minas e Energia. Segundo informou o porta-voz da presidência, André Singer, a posse do novo ministro será realizada no Paláco do Planalto. Rondeau substitui o interino Maurício Tolmasquim, que ocupava a pasta desda a saída da ministra Dilma Rousseff, agora na Casa Civil Petrobras lucrará mesmo com crise A Nova Lei de Hidrocarbonetos sancionada pelo congresso da Bolívia no mês passado provocará perdas anuais de US$ 151 milhões para a Petrobras, segundo analistas do setor, mas não afetará o resultado financeiro da companhia em 2005 Acordo entre Chávez e caribenhos cria a Petrocaribe O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, e outros líderes de países do Caribe assinaram um acordo que cria a Petrocaribe -- iniciativa pela qual o governo venezuelano fornecerá petróleo a preços preferenciais à região Petrobras é a maior empresa do país A Petrobras é hoje a maior empresa da Bolívia, onde emprega atualmente 730 empregados e é responsável pela geração de 11 mil vagas diretas e indiretas em território boliviano. Além da produção de gás, a estatal brasileira possui as duas maiores refinarias do país, que processam 40 mil barris diários de petróleo e líquido de gás natural e fornecem toda a gasolina consumida no país KPMG cria centro de excelência de energia Uma das maiores consultorias do mundo, a KPMG, preferiu o Brasil ao Oriente Médio para sediar um centro de excelência de Energia e Recursos Naturais – Petróleo PETRÓLEO Importação de petróleo vai prosseguir mesmo com a auto-suficiência O Brasil deve se tornar auto-suficiente na produção de petróleo ainda este ano, mas não independente do combustível internacional. Com isso, a boa notícia nada muda a situação em relação a necessidade de importação de combustível. "O Brasil não vai deixar de ter de importar petróleo ao se tornar auto-suficiente. Continuaremos, de certa forma, dependentes", avaliou o sócio diretor do Centro Brasileiro de Infra-Estrutura, Rafael Schechtman. A Petrobras estima que a média diária de produção em 2005 será de 1,7 milhão de barris por dia, um crescimento de quase 14% em relação ao verificado em 2004. Em 2006, com o início das operações de novas plataformas, a produção média deve ficar em 1,82 milhão de barris, equivalente ao consumo nacional. A questão é que o tipo de petróleo que o Brasil produz, petróleo pesado, não é processado pelas refinarias nacionais. "As nossas refinarias datam da década de 70. Nunca foram reformadas. Não têm tecnologia necessária para processar o tipo de petróleo que é extraído aqui", explicou Schechtman. "Vamos ter de continuar a importar combustível até que as refinarias sejam modernizadas". Até maio, a Petrobras importou US$ 2,1 bilhões, 10% de toda a pauta de importação, e um aumento de 9,43% sobre o registrado no mesmo período do ano passado. A Petrobras precisa ir ao mercado externo buscar óleo leve para produzir derivados como diesel e gás de cozinha. De acordo com boletim divulgado pelo grupo de Economia na Energia, do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), estudo realizado pela Sondotécnica mostra que seriam necessárias outras três refinarias no País, com investimento de US$ 15 bilhões, para o Brasil deixar de comprar óleo no exterior. Esse seria o custo da auto-suficiência de fato de petróleo do País, afirma Paulo Rotstein, presidente da empresa.
O diretor de Abastecimento, Paulo Roberto Costa, que viajou para a Ásia em companhia do diretor da área internacional da Petrobras, Nestor Cerveró, explica a motivação da companhia em analisar negócios tão longe de casa. "Hoje não estamos levando petróleo para a Asia? Então, não posso deixar de analisar uma refinaria na Ásia. Como o mercado (asiático) é crescente, não pode deixar de ser avaliado e estamos fazendo isso", disse Costa. O diretor da Petrobras esclareceu que ainda não desistiu de analisar oportunidades de adquirir uma refinaria no exterior, lembrando que Estados Unidos e Caribe são os destinos da maior parte do petróleo exportado atualmente pela estatal. A empresa analisou a compra de uma participação societária na refinaria Lyondell (Texas, Estados Unidos) e, segundo Costa, a companhia ainda analisa investir em unidades de refino não apenas nos Estados Unidos como também no Caribe. Fonte: Valor Econômico
Com o caixa fortalecido pela boa fase dos preços internacionais, a petroquímica brasileira já começou a pôr em prática um vigoroso processo de expansão e se prepara para uma nova onda de consolidação e integração de ativos. A lógica é simples. As empresas precisam de escala de produção e musculatura financeira para vencer a disputa pelo crescente mercado interno e, ainda, participar do jogo internacional. Para ajudar, o setor se aproxima do limite de capacidade, o que facilita as decisões por novos investimentos. Elas já estão sendo tomadas. Em apenas três dias seguidos, no fim de junho, a Braskem anunciou projeto de nova planta de US$ 240 milhões com a Petrobrás, a Suzano adquiriu gorda fatia de um sócio estrangeiro numa controlada e criou uma companhia operacional para o setor e o pólo gasoquímico foi inaugurado no Rio de Janeiro. Estes são só os primeiros passos do grupo de companhias do setor. Citando algumas: Unipar, Ipiranga Petroquímica, Petroquisa, da Petrobrás, e as múltis Solvay e Dow Química. "O mundo caminha em direção à consolidação. O setor requer escala e competitividade e as empresas todas de capital aberto sabem que o mercado é generoso com as companhias que agregam valor e castiga as que não agregam", disse ao Estado o presidente da Suzano Holding, David Feffer. Ao adquirir a participação da Basell - parceria entre as gigantes Basf e Shell desfeita este ano - na Polibrasil, a empresa deu o primeiro passo para uma posição mais agressiva na disputa que será travada nos próximos anos.
- Em abril, queimamos uma média diária de 182 mil metros cúbicos de gás em Albacora. Na média diária de maio, a queima foi de 321 mil metros cúbicos. Ou seja, um volume apenas 1,7 vezes maior. Em junho, a previsão é de que média caia ainda mais, para 298 mil metros cúbicos por dia - disse. Por pelo menos sete dias, reparos na válvula de segurança e a remoção de hidratos do sistema de escoamento de gás do campo de Albacora elevaram a queima de gás na Bacia de Campos. Marcusso disse que o problema foi pontual e que já está solucionado. Ele também criticou o cálculo feito pelo Globo Online, informando que a queima de gás no Campo de Albacora havia sextuplicado em função do problema no período. O Globo Online tomou como base a queima normal de Albacora, de 250 mil metros cúbicos por dia, e a queima registrada durante sete dias de maio, de 1,3 milhão de metros cúbicos por dia.
Cerveró demonstrou entusiasmo com as perspectivas em Angola, esclarecendo que poderá fazer acordos com a empresa angola Sonangol para participar de licitações e adquirir mais blocos no país. O diretor da área internacional da Petrobras informou também que o novo plano estratégico da estatal vai elevar a previsão de produção internacional até 2010 de 500 mil para 600 mil barris diários de petróleo. Ele disse a jornalistas que o orçamento da área internacional de US$ 7,5 bilhões também será ajustado para cima em valor ainda não definido. O plano estratégico será divulgado em julho.
A Petrobras começará este ano a explorar uma área rica em petróleo e gás no Peru. A informação é da estatal peruana Perupetro, que negocia em nome do governo daquele país os contratos do setor. O gerente de planejamento da Perupetro, Ronald Egúsquiza, disse que a área poderá ser a fonte para o gás que se exportaria a vários países da região por meio do projeto fo anel de gasodutos da América do Sul. - A zona a qual a Petrobras explorará faz parte de uma região de ricas reservas no Sudeste do Peru, que vem desde o norte da Bolívia - explicou Egúsquiza. O executivo da estatal peruana afirmou que a Petrobras recebeu em junho um "visto" para assinar dentro de duas semanas com o Estado do Peru um contrato de exploração e produção no lote 58, vizinho a uma das maiores reservas de gás natural da América Latina, conhecida como Camisea.
Os contratos para a Pride Rio de Janeiro e a Pride Portland incluem uma diária básica de US$ 141.750 e 15% de bônus de performance potencial, mais mobilização e amortização, para uma diária máxima de aproximadamente US$ 164 mil. A Pride também espera receber por dia honorários de US$ 9 mil por cada plataforma para a joint venture das duas plataformas. A empresa espera iniciar a operação do contrato em outubro. Além disso, a Pride anunciou que assinou a prorrogação dos contratos existentes com a Petrobras para as semi-submersíveis Pride Carlos Walter e Pride Brazil, com capacidade para lâmina de água de 1.524 metros e de posicionamento dinâmico. Essa prorrogação representa para a empresa uma receita bruta contratada de US$ 230 milhões, incluindo bônus de performance. Os contratos foram estendidos em mais dois anos (junho de 2008), com uma diária de US$ 137 mil mais 15% de bônus de performance, para uma diária máxima de aproximadamente US$ 157 mil, passando a vigorar a partir de junho de 2006. Fonte: TN Petróleo Tempestades levam petróleo às alturas A suspensão da produção em algumas refinarias em virtude da passagem da tempestade tropical Cindy pelo Golfo do México e a ameaça da tempestade tropical Dennis, que ganha força e logo pode se transformar em um furacão, levaram os preços do petróleo a novos recordes. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), os contratos de petróleo para agosto fecharam em US$ 61,28, o barril, alta de 2,84%. Esse é o maior valor para um contrato de primeiro vencimento desde que os futuros de petróleo começaram a ser negociados nesse mercado em 1983. Em Londres, na Bolsa Internacional de Petróleo (IPE), os contratos de petróleo Brent para agosto fecharam em US$ 59,85 o barril, avanço de 2,68%. "Foi uma praga dupla: tivemos Cindy e teremos em seguida Dennis, mas não teria de ser sério, o fato é que estamos perdendo oferta e a demanda ainda está muito elevada", explicou Carl Larry, analista de energia do Banco Barclays Capital. Cindy atingiu terra firme na Louisiana na noite de terça-feira, provocando um amplo apagão. A falha no fornecimento de energia interrompeu as operações em cinco refinarias. Com as refinarias enfrentando dificuldades em acompanhar a crescente demanda, a disparada dos preços não foi surpresa, disse Doug MacIntyre, analista do Departamento de Energia dos Estados Unidos. Ele previu que "o mercado terá algum alívio" se Dennis se desviar da costa.
Petrobras anuncia refinaria em agosto
O vice-governador informou que os dados técnicos das condições de infra-estrutura do Estado fornecidos para a área de abastecimento, no que se refere à possibilidade de extração de petróleo, deixou a diretoria da Petrobras satisfeita. "Ainda não avaliamos as amostras colhidas na costa de Pernambuco e da Paraíba (cerca de 200 em águas rasas), mas o trabalho que vem sendo realizado nos dá chance de participar da oitava rodada de licitações que a estatal fará, ano que vem, para explorar petróleo", explicou Mendonça Filho, acrescentando que o Estado possui "grandes chances" de sediar a refinaria. Os representantes do Governo seguiram ainda para a Agência Nacional de Petróleo (ANP), onde discutiram a criação de um cronograma para extração de mais 200 amostras de sedimentos coletados em águas profundas (abaixo de 400 metros) do litoral, como antecipou com exclusividade a Folha de Pernambuco. Há um ano, a Petrobras divulgou que estaria reservando US$ 950,4 milhões do seu plano de investimentos (de 2004 a 2010) para a construção de uma nova refinaria. De acordo com o diretor de abastecimento da estatal, Paulo Roberto Costa, serão investidos US$ 8,640 bilhões em refino no período. Deste montante, 11% vão para a construção da nova unidade, que terá capacidade de processar 200 mil barris por dia.
Chávez quer refinar petróleo venezuelano no Brasil O governo da Venezuela disse que pretende utilizar petróleo pesado da Faixa do Orinoco na refinaria que construirá no Brasil. Ao mesmo tempo, adiantou que estuda outros projetos de refino no Uruguai, Jamaica e Cuba. A refinaria, que será construída em Pernambuco junto com o governo brasileiro, "seria movida com um bloco que exploraríamos em conjunto (as petroleiras estatais) PDVSA e Petrobras na Faixa Petrolífera do Orinoco", disse o ministro de Energia venezuelano, Rafael Ramírez, durante o programa de rádio e televisão dominical do presidente venezuelano Hugo Chávez. O projeto implica a construção de uma planta refinadora com capacidade de cerca de 200 mil barris de petróleo por dia. Funcionários brasileiros expressaram o desejo de que a refinaria também processe petróleo local. Atualmente, quatro projetos com financiamento externo produzem cerca de 600 mil barris por dia (bpd) de petróleo nas jazidas do Orinoco no sudeste da Venezuela. Essas jazidas contêm um petróleo muito pesado que é processado em plantas de melhoramento a fim de transformá-lo em petróleo sintético mais leve, para exportação. Fonte: Globo Online
Termoceará terá mais autonomia
Com a aquisição da Termoceará pela Petrobras, a unidade cearense passará a ter mais autonomia em relação ao escritório da MPX no Rio de Janeiro. É o que assegura o diretor-presidente da Termoceará, Pedro Romano Júnior. "Todos os processos poderão ser feitos na própria unidade sem necessidade de intervenção do Rio de Janeiro", afirma. Um mapeamento deverá ser iniciado em breve para definir como será o funcionamento, já que algumas atividades administrativas serão transferidas para o Ceará. A direção da Termoceará pretende com isso pôr fim a especulações de possíveis demissões com o controle da estatal. Segundo o gerente geral de Operações de Gás e Energia da Petrobras, Mozart Schmitt de Queiroz, não há razões para troca de funcionários: "A planta em operação está com a equipe adequada".
O crédito corresponde a 52,3% do investimento total, que soma R$ 526,4 milhões e o empreendimento deve gerar 700 empregos diretos durante as obras de construção da usina. Os recursos concedidos à UHE Salto Pilão engloba três contratos individuais, cujos valores refletem as respectivas participações das empresas no projeto. Serão destinados cerca de R$ 178,4 milhões à Votorantim Cimentos Ltda, R$ 68,8 milhões à Camargo Corrêa Energia e R$ 28,2 milhões à Votorantim Metais Ltda.
Abegás critica adiamento da obra do Gasene e diz que pode faltar gás
O executivo criticou a decisão da Petrobras de adiar a construção do Gasoduto Sudeste/Nordeste (Gasene). Segundo ele, a decisão é ´um retrocesso, visto que de acordo com levantamento feito pela entidade já há um déficit expressivo na oferta de gás natural em relação à demanda no nordeste do país´. A Abegás defende que se tomem medidas para antecipar a produção dos campos de gás já descobertos e também a construção da infra-estrutura de transporte. ´Deve-se buscar um planejamento integrado, inclusive com a participação das nossas distribuidoras e mecanismos que possibilitem a agilização das decisões ligadas ao setor, porque impasses de decisão têm gerado a postergação da presença impulsionadora do gás natural no Brasil´, disse Oliveira.
Segundo a Queiroz Galvão Perfurações, que já atua no ramo de petróleo e gás, a produção do poço será destinada às empresas do pólo petroquímico de Camaçari, mas acabará contribuindo para desafogar todo o Nordeste. "Atualmente, a Bahia recebe cerca de 1,5 milhão de metros cúbicos por dia de gás natural de Sergipe e com a garantia da oferta do Poço de Manati será possível liberar esse fluxo para o Nordeste, beneficiando conseqüentemente toda a Região", informou o diretor de Exploração e Produção da empresa, José Augusto Fernandes Filho. Quando estiver em produção, no próximo ano, o poço será o maior em volume do Nordeste, com reservas estimadas em 25 bilhões de metros cúbicos, podendo ser explorado por um horizonte de 20 anos. As reservas atuais, para efeito de comparação, situam-se na faixa de 45 bilhões, com destaque para Guamaré, no Rio Grande do Norte. Fonte: Jornal do Commercio Proposta de Tourinho tem prioridade e senador defende antecipação de Mexilhão e do Gasene O senador Rodolpho Tourinho (PFL-BA), autor da proposta de Lei do Gás que tramita atualmente no Congresso, defendeu um "esforço de guerra" para antecipar a produção de Mexilhão e a construção do Gasoduto Sudeste-Nordeste (Gasene). O senador informou que quando soube que o acordo com os chineses para o financiamento de US$ 1,3 bilhão para a obra havia sido aprovado e ouviu dizer que a Petrobras estava reavaliando o projeto fez um requerimento para saber como estava o andamento do Gasene. "Eles ainda têm 30 dias para enviar a resposta", comentou. No entanto, o Tourinho informou para dar início às obras falta apenas o pagamento de R$ 15 milhões de desapropriações. Em defesa
do desenvolvimento do campo de Mexilhão e do Gasene, o senador
destacou que o Nordeste não tem outra alternativa de energia
a não ser o gás natural. Segundo ele, não há
como conseguir energia por meio de hidrelétricas no rio São
Francisco, nem é possível fazer mais linhas de transmissão
porque não há de onde puxar mais energia. "Além
disso, a região não pode ficar eternamente dependente
do Sudeste", reclamou. Durante sua participação no IV Seminário Internacional de Petróleo e Gás, promovido pela Câmara Britânica de Comércio (Britcham), Tourinho também defendeu seu projeto de Lei do Gás, informando que ele visa estabelecer um marco regulatório e lei de mercado. As principais mudanças são em relação ao transporte e à armazenagem, entre elas a substituição de um sistema de autorização para a construção de gasodutos para a possibilidade de concessões, o que estimularia, inclusive que iniciativa privada participasse deste setor de infra-estrutura. Segundo o Senador, como sua proposta foi apresentada antes, ganha prioridade mesmo em relação a que está em elaboração pelo Ministério das Minas e Energia.
Jazidas de gás à venda na Amazônia
A atividade petrolífera na maior floresta tropical do mundo, porém, encontra obstáculos ambientais e econômicos, já que o escoamento das reservas vai demandar a construção de milhares de quilômetros de gasodutos rasgando a selva. A área licitada está dividida em 28 blocos, que circundam a província de Urucu, a única das três jazidas de gás comprovadas na Bacia do Solimões em operação. A primeira descoberta na região ocorreu em 1978, em um campo batizado de Juruá, até hoje inativo por falta de capacidade de transporte do gás. Juruá fica a Oeste de Urucu, em uma área de floresta mais virgem. Este último, por sua vez, foi descoberto em 1986 e só recentemente a Petrobrás conseguiu licença ambiental para ligar as reservas a Manaus, principal mercado do Norte. Ao incluir os blocos no leilão de outubro, a ANP pretende desenvolver o reconhecido potencial da Bacia do Solimões para o gás natural, combustível considerado prioritário para o governo. Há quem acredite que o Solimões faça parte de uma grande província que vai até a região do campo de Camisea, na Amazônia Peruana, onde se estima haver 2,8 trilhões de metros cúbicos de gás natural, mais de cinco vezes as reservas brasileiras.
Sul estuda soluções para o gás natural As empresas distribuidoras de gás da região Sul, mais os governos dos três estados, via Codesul, o setor privado e os parlamentares, através do Fórum-Industrial Parlamentar Sul, vão iniciar estudos e propor alternativas para garantir a oferta de gás natural com mais segurança à região Sul. Este foi o tom da reunião realizada ontem na Fiesc, com a presença das distribuidoras, representantes de governos e das indústrias. O presidente da SCGás, Otair Becker, diz que o primeiro passo será a realização de estudos. Mas as lideranças sinalizaram que devem priorizar a solicitação de investimentos visando a inclusão do gás da Bacia de Santos no sistema interligado do Sul e Sudeste e também a tecnologia de transformação do gás em líquido, o que permite o transporte do insumo por navios. - A Bolívia é um "vulcão" que trabalha permanentemente e, às vezes, joga larvas para fora, como ocorreu há poucos dias - afirmou Becker, para mostrar, num sentido figurado, a instabilidade que a dependência da Bolívia vem causando ao setor produtivo catarinense.
- Ao longo dos trabalhos técnicos, os números vêm se confirmando em torno de um volume, (que está) entretanto, abaixo do que sonhamos - disse. Graça informou que a avaliação mais completa sobre a capacidade de produção do campo só deverá ser concluída pela Petrobras entre agosto e setembro. Por enquanto, o Ministério ainda trabalha com a previsão inicial de que as operações do Gasene comecem em 2007. - Se você tem gasoduto, tem que ter suprimento de gás - afirmou Maria das Graças.
Gás natural chegará a Guapimirim em 15 dias, diz Victer
Victer disse ainda que, até o fim de julho, deverá ser iniciado o abastecimento de gás natural do município de Niterói. Segundo o secretário, o governo do estado deverá assinar em breve os termos aditivos ao contrato de concessão das distribuidoras de gás, CEG e CEG-RIO, para levar o gás natural aos municípios de Mangaratiba, Angra dos Reis, Maricá e Saquarema. Victer participou da inauguração da ampliação da fábrica de cilindros de gás natural da White Martins, em Barra Mansa. Os investimentos da empresa na expansão da capacidade de produção da unidade em 20% foram de R$ 16 milhões. Victer disse ainda que a fábrica da White Martins passou a utilizar gás natural no seus processos industriais e que essa substituição por outros combustíveis, como o GLP e o óleo combustível, trará uma economia de R$ 600 mil por ano para a empresa. Fonte: Globo Online
Rocha, com a experiência de 22 anos de Petrobras e outros quase dez anos no exterior, compara o mercado brasileiro ao europeu, onde atua como coordenador de projetos de consultoria e auditoria na área de energia. "Em ambos os mercados é preciso delinear projetos que possam garantir a flexibilidade deste suprimento externo para evitar riscos como o caso da Bolívia, onde o Brasil é completamente dependente do país andino", considera. No caso europeu, 50% de todo o petróleo e gás consumido na União Européia vem da Rússia, outros 36% vem da Argélia e o conjunto de países faz muitos esforços para diversificar estas fontes, trazendo gás da Líbia, do Egito, além do gás natural liqüefeito (LGN, sigla em inglês) da Nigéria, do Oriente Médio, e de Trinidad e Tobago, entre outros projetos. No caso Brasileiro, Rocha adverte que todas as discussões tem estado centradas no consumo de gás das regiões Sul e Sudeste. Segundo ele, as preocupações são com o gás boliviano e o anel energético a partir das reservas do Peru, mas não se considera o crescimento do mercado nordestino e a possibilidade de se importar o gás da Venezuela e até de Trinidad e Tobago. "Principalmente da Venezuela, onde os tratados de cooperação entre os dois países já foram assinados e há um entrosamento com o Brasil. É um tema que merece ser olhado com atenção", acredita. Fonte: TN Petróleo
De acordo com o presidente da Gasmar, Carlos Eduardo Gomes, a exploração das bacias de gás de Barreirinhas seria uma espécie de plano B, já que o principal projeto de gás da empresa para o Maranhão é a construção do Gasoduto Meio Norte, que visa atender, principalmente, o setor industrial. "A solução para a indústria é o gasoduto", deixa claro. Por outro lado, a Gasmar considera viável a exploração dos poços em terra de Barreirinhas, pois atenderia a pequenos comércios, residências e ao setor automotivo. Segundo o presidente da companhia, poços deste tipo podem proporcionar uma produção e rentabilidade razoável, sendo interessante a exploração, não para grandes investidores, mas para empresas menores que queiram investir no gás natural.
Em três meses, revelou Duque, a Sinopec promoverá nova tomada de preços para diminuir os custos do projeto. A Sinopec, que é responsável pelo financiamento, participará na condição de epecista, o que, na prática, lhe garante a condição de gerente do projeto. Além do financiamento, a empresa também tornou-se responsável pelos fornecedores em pelo menos uma das três etapas do empreendimento - no trecho entre Cacimbas, no Espírito Santo, e Catu, na Bahia. Os dois primeiros trechos, entre Cabiúnas (RJ) e Vitória (ES) e Vitória e Cacimbas, estão sob responsabilidade exclusiva da Petrobras, que não chegou a paralisar as obras. Ao todo, essas duas etapas tem 415 quilômetros de extensão, enquanto o terceiro trecho, já em território baiano, soma 940 quilômetros. O orçamento da Petrobras previa um gasto de pouco mais de US$ 1 bilhão para a construção de todo Gasene, mas o encarecimento do terceiro trecho ampliou seu custo para US$ 2,2 bilhões.
INDÚSTRIA NAVAL Pólo naval no Sul deve atrair a Rolls-Royce
Os setores marítimo e petrolífero são considerados uma das grandes potencialidades do mercado brasileiro por Itzaina, que esteve ontem em Porto Alegre a convite da Câmar Britânica (Britcham/RS). "A Rolls-Royce detém 85% do mercado de geração e compressão de plataformas no Brasil, ganhamos seis das últimas oito licitações de plataformas da Petrobrás e vamos participar de todas as licitações que acontecerem este ano e no próximo", afirma. A expectativa é de pelo menos quatro novas licitações até a metade de 2006. A empresa é líder mundial em sistemas de compressão de gás e bombeamento de petróleo. Outro segmento promissor no Brasil é o de geração e distribuição de energia, no qual a Rolls-Royce também atua. "O novo modelo energético do País é uma ótima oportunidade de investimentos",a valia Itzaina. A Rolls-Royce possui um projeto de US$ 200 milhões junto à Petroquímica União de São Paulo, pertencente ao Grupo Unipar, para co-geração de 240 mega watts de energia. "A idéia é que nós vamos fornecer o vapor para a petroquímica e vender a energia produzida para o mercado", explica Itzaina. No entanto, para que o projeto seja efetivado, é preciso uma maior consolidação do modelo energético do País, além de maior definição em relação ao desempenho da economia brasileira nos próximos anos. A partir dos contratos assinados, a construção da usina, o primeiro grande investimento da Rolls-Royce no setor energético, estará concluída em pouco mais de dois anos. Fonte: Diário do Comércio e Indústria
O consórcio Rio Naval é composto pelas empresas Sermetal, Iesa, MPE e a coreana Hyunday, e, no final de abril, foi classificado na primeira etapa da fase de pré-qualificação da licitação da Transpetro. Os ativos negociados pertencem atualmente à IVI, controlada pelo empresário Nelson Tanure. Victer disse ainda que o Governo do Estado ajudou a articular a operação do Sermetal, a exemplo das incorporações dos 19 estaleiros fluminenses revitalizados. "Não tem nexo econômico no Brasil fazer estaleiro virtual tendo um estaleiro como esse. Vai ser o melhor qualificado", previu o secretário.
SIDERURGIA Minas mais próxima de planta da CSN
Caso o empreendimento seja aprovado e venha para o Estado, certamente será construído no município de Congonhas (região Central), onde a siderúrgica já possui uma lavra, a mina Casa de Pedra, cujo minério de ferro é considerado o melhor do planeta em termos de pureza e qualidade. O diretor-presidente do Conselho de Administração da CSN, Benjamin Steinbruch,firmou nesta semana que a lógica em termos de viabilidade econômica seria construir um quarto alto-forno - em substituição ao alto-forno 1 na planta da CSN na própria usina Presidente Vargas, em Volta Redonda (RJ), mas que dificilmente essa opção será concretizada devido à exaustão logística da planta industrial. Nesse sentido a opção seria a instalação do empreendimento em Casa de Pedra ou mesmo na cidade fluminense de Itaquaí, onde se encontra o Porto de Septiba, de propriedade da CSN e Companhia Vale do Rio Doce. A decisão sobre o projeto depende do cenário macroeconômico, ou seja, comportamento dos juros e do câmbio.
Pelos planos da Techint, a holding vai juntar sob seu guarda-chuva as ações do grupo na Siderar, usina de aços planos na Argentina; a participação na Sidor, siderúrgica que produz aço plano e longo na Venezuela; e a Hylsamex, que faz aços planos e cujo controle total está em fase de aquisição. Esse grupo dispõe de capacidade instalada acima de 10 milhões de toneladas ao ano. O conselho da Usiminas, que detém participações na Siderar e Sidor, autorizou a realização dos estudos para incorporar suas ações à holding, conforme comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) há poucos dias. A análise da companhia deve ficar pronta em breve, de acordo com informações obtidas pelo Valor e seu desejo é estar presente na megausina. Pelo porte, deverá ficar entre as 20 maiores do mundo. Fonte: Valor Econômico MERCADO Troca na Petrobras não deve afetar gestão Os sinais cada vez mais fortes de que a presidência da Petrobras e talvez parte de sua diretoria sejam oferecidas para fortalecer a base aliada do governo ainda não trouxe preocupação a analistas do mercado financeiro. A avaliação corrente entre profissionais ouvidos ontem pelo Valor, com a condição de não serem identificados, é de que Lula trocará um político, José Eduardo Dutra, por outro, e por isso a gestão da companhia não será afetada. "Felizmente, a Petrobras é uma empresa tocada pelo corpo técnico. Eles têm tocado áreas mais sensíveis, como a exploração e produção, ocupando cargos de gerência. E os próximos resultados da área operacional são tão bons que não importa quem vem, a não ser que façam muita besteira", disse uma analista, referindo-se também aos rumores sobre a mudança da diretoria de exploração e produção (E&P) ocupada por Guilherme Estrella. "Se colocarem outro político na presidência, o governo vai trocar seis por meia dúzia", opinou um analista que trabalha para uma instituição estrangeira.
Com a recente decisão da transposição do Rio São Francisco, o Brasil poderia ser a solução, implantando um Pró-Álcool para os EUA no Nordeste, o que criaria condições para o desenvolvimento regional. A Europa e a Ásia também estão de olho no nosso álcool. O mais difícil para desenvolver uma região é ter um produto com garantia de mercado, e isso o álcool já tem. É só produzir. Circulam nos Estados Unidos mais de 150 milhões de automóveis, principais responsáveis pelo elevado grau de poluição nas grandes cidades. A questão ambiental preocupa os norte-americanos, que desejam ver reduzida a poluição através da adição de álcool à gasolina, a exemplo do que já se faz no Brasil há mais de duas décadas. Os EUA criaram em 1993 lei para estimular a produção de álcool anidro, que não vingou porque a alternativa para produzir álcool é o milho, um cereal nobre. Embora a produção seja elevada (270 milhões de toneladas), é difícil reunir condições para produzir 28 bilhões de litros de álcool, apenas para adicionar os 5%.
A norueguesa Statoil anunciou que vendeu sua metade do grupo petroquímico dinamarquês Borealis para as co-proprietárias International Petroleum Investment, dos Emirados Árabes Unidos, e OMV, da Áustria, por 1 bilhão de euros (1,21 bilhões de dólares). A venda não gerou surpresa já que a Statoil já tinha sinalizado repetidas vezes que a Borealis, uma das maiores fornecedoras mundiais de matéria-prima para a indústria de plásticos, não fazia parte de suas principais operações. A Statoil possuía participação na Borealis desde 1994. "O preço de venda de 920 milhões de euros mais 80 milhões de euros em dividendos garantidos para 2005 será pago no fechamento do acordo", divulgou a Statoil. "Estamos vendendo nossas participações em petroquímicas porque elas não fazem mais parte de nossas principais atividades", afirmou em comunicado o presidente-executivo da Statoil, Helge Lund. Fonte: Reuters Silas Rondeau deixa Eletrobrás para Ministério de Minas e Energia Por indicação do PMDB, o presidente da Eletrobrás, Silas Rondeau, é o novo ministro das Minas e Energia. Segundo informou o porta-voz da presidência, André Singer, a posse do novo ministro será realizada no Paláco do Planalto. Rondeau substitui o interino Maurício Tolmasquim, que ocupava a pasta desda a saída da ministra Dilma Rousseff, agora na Casa Civil. Silas Rondeau assumiu a presidência da Eletrobrás em maio de 2004, no lugar do físico Luiz Pinguelli Rosa. Antes, ele presidiu a Eletronorte, de janeiro de 2003 a maio de 2004. Foi ainda presidente da Boa Vista Energia e da Manaus Energia. Rondeau é professor licenciado da Universidade Federal do Maranhão (UFMA).
Para calcular o encarecimento das importações, Pires considerou os preços do gás importado e a tarifa de US$ 1,70 por milhão de BTU da Transportadora Brasileira do Gasoduto Bolívia-Brasil (TBG), subsidiária da própria Petrobras. Contabilizando-se o novo imposto de 32% sobre a produção do insumo, Pires calcula que o preço de importação do gás boliviano passará de US$ 1,84 para US$ 2,34. Atualmente, cerca de 22 milhões de metros cúbicos do insumo são importados pelo gasoduto Bolívia-Brasil (Gasbol). - Isso, no entanto, não afetará o resultado da Petrobras de forma muito significativa. A participação da Bolívia nos negócios da empresa é pequena - justificou o consultor, ao atribuir à defasagem dos preços internos dos combustíveis o principal impacto sobre o resultado consolidado da companhia neste ano. Fonte: Jornal do Brasil
Uma hora antes da assinatura, no entanto, o presidente venezuelano não parecia tão satisfeito ao dizer que "um conjunto de países" havia adiantado que não participaria do acordo. Chávez dizia ao vivo na televisão pública do país que havia sido informado da decisão pelo seu ministro de Energia, Rafael Ramírez, quando a programação foi suspensa. A interrupção gerou especulações na imprensa local, mas no final apenas dois países se recusaram a assinar o acordo: Trinidad e Tobago, e Barbados. O Acordo Marco, que cria a Petrocaribe, prevê a expansão do chamado Acordo de Caracas, que permite a venda de petróleo e derivados a preços preferenciais a vários países da região.
A produção de gás natural (iniciada em 2002) dos campos de San Alberto e San Antonio, descobertos e operados pela Petrobras em Yacuíba, no sul da Bolívia, é escoada para o Brasil através do Gasoduto Bolívia-Brasil. Em 2004, correspondeu a volume médio de 17 milhões de metros cúbicos por dia do produto, dos quais cerca de 6 milhões de metros cúbicos por dia de propriedade da Petrobras. Atualmente, são exportados cerca de 20 milhões de metros cúbicos diários. Junto aos Campos de San Alberto e San Antonio, a empresa mantém unidades industriais de processamento da produção de gás natural. O gás é transportado no território boliviano com a participação da Petrobras na transportadora boliviana de gás Transierra S.A, operadora do gasoduto Yacuíba-Rio Grande, que interliga a região produtora a uma unidade da Petrobras de compressão do gás, localizada próxima a Santa Cruz de La Sierra (ponto inicial do Gasbol). Fonte: Jornal do Brasil KPMG cria centro de excelência de energia Uma das maiores consultorias do mundo, a KPMG, preferiu o Brasil ao Oriente Médio para sediar um centro de excelência de Energia e Recursos Naturais - Petróleo. A inauguração do empreendimento voltado para assessorar o setor foi realizada no momento em que as petrolíferas definem a participação no sétimo leilão de áreas exploratórias da Agência Nacional do Petróleo (ANP). As turbulências políticas não afetam os investidores, mais preocupados com questões fiscais e regulatórias. "O momento político não é tão importante para investimento de longo prazo. As empresas estão mais preocupadas com questões fiscais e regulatórias", afirmou o chefe do escritório da KPMG no Rio, Timoty James Yong. Atraída por 30 mil empresas de petróleo, a consultoria decidiu desenvolver serviços para o setor com mais ênfase e também lançou centros de excelência na Austrália, África do Sul, Canadá, China, Estados Unidos, França, Holanda, Omã, Reino Unido e Rússia. Fonte:
Gazeta Mercantil |
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