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Petrobras ultrapassa a marca dos 1,8 milhão de barris por dia A Petrobras registrou a produção de 1.819.604 barrisde petróleo, suplantando, pela primeira vez, a barreira de 1,8 milhão de barris/dia. Esta marca é mais um passo decisivo na direção da desejada, e cada vez mais próxima, auto-suficiência brasileira em petróleo Petrobras vai reduzir investimento na Bolívia Com a promulgação da Lei dos Hidrocarbonetos na Bolívia, a Petrobras vai reduzir seus investimentos no país. A nova lei cria imposto de 32% para empresas que atuam no setor de petróleo e gás e determina a alteração dos contratos vigentes em até 180 dias Petrobras deverá arcar com o ônus da liderança política do Brasil na América Latina Neves observa que a petroleira brasileira é a maior empresa da Bolívia, responsável por 15% do PIB do país andino e por grande parte da arrecadação de impostos do governo local Estatal investe para tornar Espírito Santo segundo produtor O estado do Espírito Santo está trabalhando para se tornar o segundo maior produtor de petróleo do Brasil. A Petrobras está fazendo uma série de investimentos no estado para elevar a produção diária de 40 mil barris de petróleo para 380 mil barris em 2010. Este ano serão cerca de US$ 1 bilhão Petróleo de Sousa deve ser licitado em 2006 A coleta de amostras de solo da bacia petrolífera do Rio do Peixe, no município de Sousa deve terminar no final deste mês, caso não haja chuvas nos próximos dias Iniciado processo de construção da P-53 A primeira etapa do processo de construção da plataforma oceânica P-53 já está em andamento, com o planejamento e a elaboração do projeto da planta de construção dos módulos no Rio de Janeiro Petrobras se prepara para assinar contratos de exploração e produção no Peru A Petrobras poderá assinar em breve um contrato para a exploração e produção de hidrocarbonetos no Peru. A expectativa é de que o negócio seja fechando entre maio e junho, quando também serão assinados dois contratos entre o país e a canadense Connacher Oil and Gas Transpetro conclui obra no litoral do Rio Grande do Sul A Transpetro, braço naval da Petrobras, investirá R$ 25 milhões na manutenção do oleoduto submarino Oscan 28, na costa de Tramandaí. A primeira etapa do empreendimento estará finalizada com a conclusão da implantação de 4km de dutos submersos Mauá Jurong terá estaleiro no ES O grupo Mauá Jurong, que controla um estaleiro em Niterói (RJ), vai construir uma nova unidade em Barra do Riacho, no município de Aracruz (ES), voltada para navios do tipo Suezmax - de grande porte Estaleiro Itajaí testa novo navio Pelas rampas do Estaleiro Itajaí desceram US$ 38 milhões. O montante equivale ao navio BOS Turmalina, lançado nas águas do rio para os primeiros testes e acabamentos. Estaleiros juntos em concorrência Os estaleiros brasileiros estão formando uma espécie de parceria para que concorram, juntos, à encomenda de 36 navios petroleiros já anunciada pela estatal venezuelana PDVSA, estimada em US$ 2,2 bilhões Licitação da Transpetro preocupa fornecedor O vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), Raul Eduardo David de Sanson, disse que as empresas fabricantes de peças para navios (navipeças) poderão ser prejudicadas pela demora na divulgação das especificações técnicas dos equipamentos BNDES avalia cinco grandes projetos siderúrgicos O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) analisa cinco grandes projetos no setor siderúrgico. O valor estimado para cada um destes projetos é de R$ 5 bilhões a R$ 6 bilhões Cedro, o novo campo de gás em Santos A Petrobras descobriu mais um campo de gás natural sob as águas da Bacia de Santos, batizado de Cedro. A estatal planeja declarar sua comercialidade ainda neste ano, conforme revela o gerente-executivo de Exploração e Produção da empresa, Francisco Nepomuceno.
O governador do Amazonas, Eduardo Braga, informou ao deixar o Palácio do Planalto que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reunirá com a ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff, para tratar da construção do gasoduto na Amazônia Petrobras rebate boato sobre Mexilhão O gás descoberto em 2003 pela Petrobras na bacia de Santos - onde ela estimou reservas de 419 bilhões de metros cúbicos nos blocos BS-400 e BS-500, equivalentes a 14,8 trilhões de pés cúbicos (TCFs) - está no centro de muita controvérsia no setor de energia Angra 3 demandará R$ 1,3 bi de investimentos em máquinas nacionais O projeto de Angra 3, que vai demandar investimentos de R$ 1,3 bilhão em equipamentos, poderá ser aprovado por decisão do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) Brasil e Chile discutem intercâmbio energético O Brasil pode tornar-se parceiro do Chile no setor de energia. O ministro de Economia e Energia do Chile, Jorge Rodríguez, encontrou-se com a ministra de Minas e Energia do Brasil, Dilma Rousseff, em La Joya, Califórnia, e discutiram as bases de um acordo energético triangular, entre os dois países e a Argentina CPFL quer mais usinas de médio porte O presidente da CPFL Energia, Wilson Ferreira Junior, estimou que a empresa investirá R$ 2,59 bilhões até 2008 em suas unidades de negócio. No entanto, essa quantia, será revista se a companhia vencer a disputa pela concessão de algum empreendimento que será licitado no leilão de energia nova Argentina lança plano de incentivo energético A Argentina anunciou um plano para incentivar o aumento da produção de gás e petróleo. As medidas, enviadas ao Congresso como um projeto de lei, são uma tentativa de ampliar a oferta doméstica de combustíveis Diretores da Aneel, outro teste de Dilma junto aos senadores A pressão política sobre a ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff, deve aumentar nos próximos dias com o debate no Congresso sobre a sucessão de dois diretores da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) BNDES aprova R$ 14 mi para PCH em Mato Grosso A diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento no valor de R$ 14,9 milhões para a ampliação da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Camargo Corrêa Laboratórios baianos receberão assessoria para implementação de sistemas de qualidade A Rede Baiana de Metrologia – RBME, em parceria com a FINEP – Financiadora de Estudos e Projetos e a SECTI – Secretaria Estadual de CT&I da Bahia, está selecionando laboratórios baianos para receberem assessoria na implantação de sistemas de qualidade Petrobras diz que vai recorrer da decisão da Justiça a favor da Marítima A Petrobras afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que irá recorrer da decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro a favor da Marítima, determinando que a estatal passe a seguir a lei de Licitações 8.666/93 WEG fornece transformador para P-34 O transformador a seco da WEG será entregue à Petrobras em junho de 2005. O equipamento será instalado na plataforma P-34 e fará parte do sistema de partida das duas principais bombas de elevação do óleo pesado Petrobras exporta mais que importa no 1º trimestre Segundo o diretor-financeiro, José Sergio Gabrielli, ainda não é possível falar em auto-suficiência da empresa, pois o resultado reflete um movimento pontual da companhia e não a média do ano. Custo de extração da Petrobras aumentou 38% no primeiro trimestre A estatal explica que "a elevação ocorreu, em sua maior parte, por maior consumo de materiais, principalmente de produtos químicos, na atividade de produção; por maiores gastos com serviços técnicos especializados para restauração e manutenção, mobilização e montagem de estruturas e equipamentos Petrobras fecha aquisição da Eletrobolt A Petrobras concluiu o processo para a aquisição da Sociedade Fluminense de Energia - SFE, proprietária da Usina Termelétrica Eletrobolt. A usina é uma das merchants com as quais a Petrobras assinou contratos com cláusulas de pagamentos contingenciais, entre 2001 e 2002 ChevronTexaco passa a ser apenas Chevron A ChevronTexaco, segunda maior companhia petrolífera dos Estados Unidos, anunciou que está mudando seu nome corporativo para Chevron com o objetivo de melhorar sua imagem e sua presença empresarial nos mercados de energia Carlos Amorim assumirá presidência da COPANT Carlos Santos Amorim, Diretor de Desenvolvimento e Informação da ABNT, assumirá a presidência da Comissão Pan-Americana de Normas Técnicas (COPANT) Congresso de Fundição Será realizada entre os dias 27 e 30 de setembro a12a edição do Congresso de Fundição (Conaf), evento organizado pela Associação Brasileira de Fundição (Abifa) e da Associação Brasileira de Metalurgia e Materiais (ABM) Boehler Thyssen realiza eventos sobre soldagem de dutos A unidade brasileira do grupo Bohler Thyssen promoveu, no Clube Transatlântico, em São Paulo, o II Encontro Boehler Thyssen de Soldagem, com ênfase no segmento de dutos PETRÓLEO Petrobras ultrapassa a marca dos 1,8 milhão de barris por dia
Este recorde foi cerca de 28 mil barris superior ao anterior, obtido em 25 de abril de 2005 (1 milhão 792 mil barris); 6,8% superior ao último recorde mensal de produção obtido em abril de 2005 (1 milhão 704 mil barris por dia); 14,9% maior que a média do 1º quadrimestre de 2005 (1 milhão 583 mil barris por dia) e 21,9% acima da produção média de 2004 (1 milhão 493 mil barris por dia). Segundo informa a Petrobras, este é o nono recorde diário de produção obtido em 2005 que, à exemplo dos anteriores, é resultado do desempenho peracional das plataformas da Bacia de Campos e da crescente recuperação dos campos localizados nas áreas maduras das regiões Norte e Nordeste e do estado do Espírito Santo.
"Seguramente, a promulgação da lei vai produzir alterações nas estratégias de investimento da Petrobras na Bolívia, no sentido de que ela vai diminuir a expansão nos investimentos", disse a ministra Dilma Rousseff (Minas e Energia), que preside o Conselho de Administração da empresa. Dilma ressaltou, no entanto, que a estatal brasileira continuará presente na Bolívia. "Não é interesse da Petrobras se retirar da Bolívia. Agora, ela vai reescalonar projetos ou atrasar projetos. Vai fazer um estudo diante do fato de que houve uma mudança qualitativa na qual ela passa a ser tributada em 50% [18% de royalties e 32% de impostos]", disse. Ela citou três projetos da Petrobras, em parceria com outras empresas, na Bolívia: construção de pólo gás-químico, construção de gasoduto para ligar o noroeste da Argentina à Bolívia e investimentos em prospecção e exploração. O governo brasileiro avalia que não haverá mudança nos preços do gás natural fornecido pela Bolívia para o país. "O preço do gás está previsto em contrato internacional. Os contratos são de 20 anos. Não há, ainda, indícios de que haverá revisão dos preços", afirmou Dilma. Ela disse que, até o fim da semana, entrará em contato com os ministros bolivianos para esclarecer a situação. Na área de gás, a Petrobras é sócia da empresa espanhola Repsol e da francesa Total na exploração dos campos de San Alberto e San Antonio (os maiores do país). No refino, por meio da Empresa Boliviana de Refinacíon, dona de duas refinarias, a Petrobras processa 32,5 mil barris diários de gás. Em relação ao gasoduto, a Petrobras tem 44,5% da obra de construção do gasoduto de Yacuíba a Rio Grande (431 km).
Embora a lei do gás aprovada na Bolívia onere substancialmente os negócios de petróleo e gás no país, a saída da Petrobras do país andino e mesmo uma redução drástica de investimentos está fora de questão, segundo a opinião do analista do Instituto Brasileiro de Estudos Políticos, João de Castro Neves. Neves observa que a petroleira brasileira é a maior empresa da Bolívia, responsável por 15% do PIB do país andino e por grande parte da arrecadação de impostos do governo local. Nessa posição, qualquer movimento muito forte da companhia causaria o caos no país e este seria um efeito antagônico a toda a construção da política externa brasileira, que tem como principais objetivos a integração sul-americana e a liderança política e econômica do continente. "O Brasil, que pretende ser líder regional, tem que arcar com os custos dessa liderança. No caso da Bolívia, o país pode até reduzir investimentos, mas a liderança política regional também supõe suportar as crises e investir nos países vizinhos", explica Neves. Fonte: TN Petróleo Estatal investe para tornar Espírito Santo segundo produtor O estado do Espírito Santo está trabalhando para se tornar o segundo maior produtor de petróleo do Brasil. A Petrobras está fazendo uma série de investimentos no estado para elevar a produção diária de 40 mil barris de petróleo para 380 mil barris em 2010. Este ano serão cerca de US$ 1 bilhão. Apesar de ter a segunda maior reserva do país, o Espírito Santo está atrás do Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Bahia, Sergipe e Amazonas em volume de produção. Nos três primeiros meses do ano, o estado produziu 3,4 milhões de barris de petróleo. O Rio de Janeiro produziu 116,1 milhões, o Rio Grande do Norte 6,9 milhões, a Bahia 4 milhões, o Sergipe 3,6 milhões e o Amazonas 3,7 milhões. No ano passado o Espírito Santo também ocupou o sexto lugar na produção de petróleo do Brasil, produziu 12 milhões de barris em 2004.A elevação do estado ao segundo posto no ranking deve ocorrer já na metade do ano que vem. Em 2006 entra em operação a P-34, plataforma próxima ao campo de Jubarte, que está sendo reformada e produzirá, em mar, 140 mil barris diários, além de 20 mil barris em terra.
A coleta de amostras de solo da bacia petrolífera do Rio do Peixe, no município de Sousa (localizado a 427 quilômetros de João Pessoa), deve terminar no final deste mês, caso não haja chuvas nos próximos dias. A previsão é do diretor presidente da Companhia de Desenvolvimento dos Recursos Minerais do Estado (CDRM), José Aderaldo de Medeiros Ferreira. Segundo ele, o resultado das pesquisas, que visam descobrir se é viável a exploração de petróleo na região, podem sair até o final deste ano. "De qualquer forma, a área de Sousa só poderá ser incluída na próxima rodada de licitação da ANP (Agência Nacional do Petróleo), no ano que vem. E, antes disso, já devemos ter o resultado desses estudos", explica. De acordo com ele, depois de terminados os trabalhos dos técnicos da Georadar - empresa contratada pela MRM Assessoria em Petróleo Ambiental, que venceu a licitação da ANP e está responsável pela pesquisa -, equipes da CDRM vão realizar uma checagem dos locais dos quais foram retiradas amostras. "É uma exigência da própria Agência. Vamos averiguar os pontos, para ver se nada ficou faltando, e tirar fotos. Esse procedimento será muito mais rápido do que a retirada de amostras", explica José Aderaldo.
A primeira etapa do processo de construção da plataforma oceânica P-53 já está em andamento, com o planejamento e a elaboração do projeto da planta de construção dos módulos no Rio de Janeiro. A compra dos equipamentos também acontece nesta fase, assim como a implantação dos canteiros de obra, para a qual já foi feito planejamento. "Já definimos como vai ser e agora vamos iniciar a implantação", informou Mário Lúcio Guimarães, gerente do consórcio Marlim Leste, formado pelas empresas Queiroz Galvão/Ultratec/Iesa, encarregado da obra, ao participar, ontem, do Fórum Regional da Indústria Naval, em Rio Grande. Segundo ele, nesta quarta-feira integrantes do Marlim Leste já devem começar a chegar em Rio Grande para legalização e instalação do consórcio no Município e em seguida deve ser iniciada a implantação do canteiro de obras. Este serviço compreende uma obra civil, com reforma de galpões, oficinas, refeitório, vestiários e sanitários, entre outros, na retroária da parte do cais do Porto Novo a ser usada para a construção de quatro dos 12 módulos da P-53. A fase de legalização e instalação deve se estender por 15 ou 20 dias. Só depois deverá acontecer a contratação de pessoal para a obra civil (do canteiro), que deve abrir em torno de 100 postos de trabalho de forma direta. Fonte: Jornal Agora Petrobras se prepara para assinar contratos de exploração e produção no Peru A Petrobras poderá assinar em breve um contrato para a exploração e produção de hidrocarbonetos no Peru. A expectativa é de que o negócio seja fechando entre maio e junho, quando também serão assinados dois contratos entre o país e a canadense Connacher Oil and Gas. O Peru não registra nenhuma descoberta relevante de petróleo há 20 anos e pretende firmar, pelo menos, dez contratos de exploração e produção até o final de 2005, segundo a agência estatal Perupetro, responsável por este tipo de negociação. Os contratos seriam firmados com a subsidiária argentina da Petrobras, Petrobras Energia, e valeria para a exploração do lote 58. Representantes da empresa no Peru preferiram não se pronunciar sobre o assunto. O funcionário da Perupetro que forneceu as informações pediu para não ser identificado, mas explicou que o projeto do contrato com a Petrobras já está sendo avaliado pelos ministérios de Minas e Energia e da Econômica, e pelo presidente Alejandro Toledo. O processo deverá durar no máximo 60 dias.
Transpetro conclui obra no litoral do Rio Grande do Sul
A previsão é de que a etapa terrestre, totalizando 9km de extensão, seja concluída até dia 3 de agosto. O anúncio foi feito ontem pelo gerente dos Terminais Aquaviários da Transpetro-RS, Antonio Carlos Junqueira. Segundo ele, a medida foi necessária, já que inspeção eletrônica realizada nas tubulações há dois anos apontou a necessidade de substituição de uma das linhas, utilizada para transportar gasolina, diesel e nafta. O oleoduto desativado permanecerá no fundo do mar, sem risco de danos ambientais, pois passou por lavagem e permanece lacrado. Em Tramandaí, a Transpetro possui duas monobóias, sendo uma para descarregamento de petróleo e a outra para carga e descarga de derivados. Com a entrada em operação do novo duto, no segundo semestre, uma das linhas ficará exclusiva para a movimentação de diesel. Fonte: Correio do Povo INDÚSTRIA NAVAL Mauá Jurong terá estaleiro no ES O grupo Mauá Jurong, que controla um estaleiro em Niterói (RJ), vai construir uma nova unidade em Barra do Riacho, no município de Aracruz (ES), voltada para navios do tipo Suezmax - de grande porte -, além de docagem e reparos de plataformas. O diretor comercial do Mauá, José Roberto Simas, revelou que o novo estaleiro, que demandará US$ 500 milhões em investimentos e gerará 5 mil empregos, será desenvolvido não só com objetivo de abocanhar uma fatia dos 42 petroleiros que estão em licitação pela Transpetro, mas também os navios que serão licitados nos próximos anos pela Petroleos de Venezuela S.A (PDVSA). - Um investimento desse porte não visa apenas a licitação da Transpetro. É de longo prazo e tem por foco o mercado externo - afirma Simas. Fonte: Jornal do Brasil Estaleiro Itajaí testa novo navio Pelas rampas do Estaleiro Itajaí desceram US$ 38 milhões. O montante equivale ao navio BOS Turmalina, lançado nas águas do rio para os primeiros testes e acabamentos. A embarcação do tipo suply (que presta assistência às plataformas de petróleo) é a segunda das três a serem fabricadas pelo estaleiro itajaiense. Construída para rebocar e transportar âncoras, ela deve atuar nas plataformas instaladas na Bacia de Campos e entrará em atividade em setembro. Encomendado pelo armador Brazil Off Shore - uma joint-venture entre empresários brasileiros e noruegueses -, o navio começou a ser construído em 2004. Antes do Turmalina, o estaleiro entregou o BOS Topázio, e já está com as obras do BOS Turquesa adiantadas. O armador presta serviços à Petrobras. Toda a embarcação foi fabricada em Itajaí. De acordo com o superintendente de planejamento do Estaleiro Itajaí, Robson Evangelista, somente o projeto não foi elaborado em solo catarinense. Fonte: Diário Catarinense Estaleiros juntos em concorrência
O secretário de Fomento do Ministério dos Transportes, Sergio Bacci, contou que o primeiro contato entre os empresários brasileiros e os executivos da companhia venezuelana foi feito no dia 25 de maio. Caso o Brasil consiga ficar com pelo menos 20 dessas embarcações, estimou o secretário, os estaleiros do País terão obras para pelo menos os próximos seis anos, já que também terão que atender a uma demanda de 22 navios petroleiros da Transpetro.
Sanson afirmou que a indústria de navipeças precisa realizar investimentos imediatos para adequar-se à demanda de embarcações do tipo Suezmax, Aframax e Panamax. Segundo ele, quanto maior a demora, menos empresas terão condições de fornecer os equipamentos. - Sabemos qual é a quantidade de bombas, cabos e outros produtos que serão demandados, mas não temos informações, por exemplo, das dimensões, que variam muito - explicou o vice-presidente da Firjan. "Desta forma, ficará cada vez mais difícil atingir a meta de 65% de nacionalização dos equipamentos, como quer a Petrobras."
BNDES avalia cinco grandes projetos siderúrgicos
Para viabilizar estes projetos, o banco pretende se capitalizar com os resultados do primeiro trimestre. O BNDES lucrou R$ 1,410 bilhão no período, um resultado superior ao dos maiores bancos comerciais brasileiros. O objetivo é aumentar o volume de empréstimos por empresa, fixado em 25% do patrimônio líquido. Este percentual equivale hoje a R$ 5,8 bilhões. Grandes empresas, como a Petrobras já estão próximas deste limite. Fonte: Folha Online
Cedro, o novo campo de gás em Santos A Petrobras descobriu mais um campo de gás natural sob as águas da Bacia de Santos, batizado de Cedro. A estatal planeja declarar sua comercialidade ainda neste ano, conforme revela o gerente-executivo de Exploração e Produção da empresa, Francisco Nepomuceno. Cedro fica localizado a 10 quilômetros do campo de Mexilhão, tem previsão de entrar em operação em 2008, e sua estrutura de produção deverá ser a mesma utilizada na exploração de gás do campo recém-descoberto. A Petrobras estuda a implantação de uma plataforma fixa, mais barata e prática que unidades flutuantes. A nova descoberta acontece no momento em que são levantadas dúvidas sobre a capacidade de abastecimento da demanda pela matéria-prima. O consumo de Gás Natural Veicular (GNV) é o primeiro a ser afetado em caso de desabastecimento de gás natural, hipótese que a Petrobras não descarta com as recentes ofensivas de grupos políticos na Bolívia. Fonte: Gazeta Mercantil Braga diz que gasoduto na Amazônia será tema de reunião O governador do Amazonas, Eduardo Braga, informou ao deixar o Palácio do Planalto que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reunirá com a ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff, para tratar da construção do gasoduto na Amazônia. Braga disse considerar que essa questão deve ser abordada com urgência pelo governo federal. E também cobrou a liberação dos recursos contingenciados para investimentos em infra-estrutura no estado. Sobre os recursos bloqueados para assentamentos em lotes econômicos na capital, Manaus, o governador informou que o presidente Lula telefonou para o ministro da Fazenda, Antonio Palocci, "e pediu decisão imediata". Eduardo Braga disse ainda que durante o encontro no Planalto não foram tratadas questões políticas. Sobre sua possível saída do PPS, afirmou: "Essa situação está virando uma grande novela. Tenho dito que apenas no limite extremo estaria disposto a discutir essa questão. Tenho procurado conversar com meu partido para buscar o entendimento". Fonte: Agência Brasil
O gás descoberto em 2003 pela Petrobras na bacia de Santos - onde ela estimou reservas de 419 bilhões de metros cúbicos nos blocos BS-400 e BS-500, equivalentes a 14,8 trilhões de pés cúbicos (TCFs) - está no centro de muita controvérsia no setor de energia. Além de aguçar o apetite das companhias estrangeiras interessadas em parcerias com a Petrobras, há boatos no mercado sobre o efetivo potencial das reservas encontradas na área, que seriam menores que as avaliações feitas no início pela estatal. Entre os rumores que circulam nas conversas de analistas, interessados e concorrentes consta que é baixa a permeabilidade do reservatório do campo de Mexilhão, encontrado no BS-400 (o que reduz a fluidez do gás pelas rochas, dificultando a produção). Comenta-se também a existência de enxofre e gás sulfídrico junto com o gás natural, que teriam sido encontrados em perfurações posteriores ao anúncio das reservas. O Valor procurou técnicos e executivos tanto da estatal como de companhias privadas do setor e alguns confirmaram ter ouvido comentários negativos, sem ter confirmação deles, e outros negaram ter sequer ouvido rumores. A direção da Petrobras não só desmente que tenha superavaliado as reservas em Santos como acha graça da onda de boatos. Fonte: Valor Online ENERGIA Angra 3 demandará R$ 1,3 bi de investimentos em máquinas nacionais O projeto de Angra 3, que vai demandar investimentos de R$ 1,3 bilhão em equipamentos, poderá ser aprovado por decisão do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). A informação foi divulgada durante palestra sobre o Plano Nuclear Brasileiro e a Situação do Projeto Angra 3, promovida pela diretoria estratégica de Negócios da Abimaq, liderada por José Velloso Dias Cardoso. “Além da energia ser fundamnetal, esse é um dos únicos setores em que o Brasil tem tecnologia de ponta. Não podemos desperdiçar. Nenhum país pode depender exclusivamente da hidroeletricidade. Tem que Ter uma complementaridade térmica, seja carvão ou nuclear, que é a tendência mundial”, disse o ex-presiednte de Furnas, Ronaldo Fabrício. Segundo os especialistas, há expectativa de forte crescimento do consumo de energia no país, que tem um consumo médio anual por habitante de 1906 kwa, enquanto a média mundial é de 2260 kwa – bem menor que a da Alemanha, de 5789 kwa. Fonte: Jornal Abimaq, p.5, Ed. 77 Brasil e Chile discutem intercâmbio energético
- Já combinamos um novo encontro em junho - disse Rodríguez. A eletricidade seria transmitida para o Chile via Argentina, que tem interconexão com o sistema elétrico brasileiro. O ministro Rodríguez disse ainda que o Chile espera comprar do Brasil 700 MW. E por que o Brasil não vende diretamente a energia aos argentinos? Segundo o ministro chileno, por uma questão comercial: - O Chile tem condições de negociar energia elétrica em troca de gás com a Argentina em níveis que não seriam atrativos para o Brasil.
O presidente da CPFL Energia, Wilson Ferreira Junior, estimou que a empresa investirá R$ 2,59 bilhões até 2008 em suas unidades de negócio. No entanto, essa quantia, segundo ele, será revista se a companhia vencer a disputa pela concessão de algum empreendimento que será licitado no leilão de energia nova a ser realizado no segundo semestre do ano. Em 2005, a CPFL Energia pretende investir R$ 723 milhões, dos quais R$ 147 milhões já foram aportados nos três primeiros meses do ano. Os investimentos projetados para o próximo ano somam R$ 681 milhões, enquanto para 2007 deverão chegar a R$ 626 milhões. Em 2008 os investimentos abrangerão os R$ 559 milhões restantes. Na oportunidade afirmou ainda que uma das oportunidades no setor de geração de energia elétrica é a aquisição de usinas de médio porte (com capacidade acima de 30 MW) que já estão construídas mas que por dificuldades de contratar a energia gerada podem ser vendidas por seus donos. A CPFL Energia já vem mantendo conversações com alguns dos proprietários destes empreendimentos.
A Argentina anunciou um plano para incentivar o aumento da produção de gás e petróleo. As medidas, enviadas ao Congresso como um projeto de lei, são uma tentativa de ampliar a oferta doméstica de combustíveis frente aos problemas com o suprimento de gás da Bolívia e de reagir à situação de queda nas reservas do país. Ao mesmo tempo, o pacote de incentivos fiscais busca fortalecer a estatal de energia Enarsa, criada ano passado, mas que ainda não definiu com clareza como atuará no mercado. Segundo o plano, as empresas terão de se associar à estatal para usufruir os benefícios. "Estamos fazendo um esforço fiscal muito grande", disse o presidente argentino, Néstor Kirchner, que pediu às empresas que colaborem com o Estado na iniciativa. As medidas incluem a diminuição de impostos para a importação de bens de capital e a redução dos royalties que terão de ser pagos pelas empresas durante a exploração. O pacote deve abrir caminho para que empresas como a brasileira Petrobras e a espanhola Repsol se associem à Enarsa para explorar o litoral argentino. Fonte: Valor Econômico
A pressão política sobre a ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff, deve aumentar nos próximos dias com o debate no Congresso sobre a sucessão de dois diretores da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) cujos mandatos terminam no dia 24. Senadores da oposição e que integram a Comissão de Infra-Estrutura da Casa não vão colocar em votação as indicações do governo para a reguladora enquanto não for apresentada uma alternativa ao nome de José Fantine para assumir a Agência Nacional de Petróleo (ANP). A indicação de Fantine foi rejeitada pela Comissão no mês passado, num movimento liderado pelos senadores do PMDB e da oposição para atingir Dilma que, reclamam, não mostra muita disposição para diálogos. Mesmo assim, o governo já deu indicações de que levará a indicação para votação no plenário do Senado, o que desagrada ainda mais a oposição. "Os membros (da oposição) da Comissão já decidiram que não vão votar as indicações para a Aneel enquanto não tiver outro nome para a ANP. O clima é esse", afirmou à Reuters o presidente da Comissão de Infra-Estrutura, senador Heráclito Fortes (PFL-PI), que tem o poder, pelas regras da Casa, para decidir o que entra ou não na pauta da Comissão. Fonte: Gazeta Mercantil BNDES aprova R$ 14 mi para PCH em Mato Grosso A diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento no valor de R$ 14,9 milhões para a ampliação da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Camargo Corrêa. Localizada no município de Nortelândia (254 quilômetros de Cuiabá), a PCH multiplicará sua potência instalada por 42 vezes, passando de 100 mil watts (100 kW) para 4,2 milhões de watts (4,2 mW). Durante a implantação do projeto serão gerados 150 empregos diretos e 250 indiretos. A beneficiária da operação é a Arrossensal Agropecuária e Industrial S.A, empresa do segmento agropecuário pertencente ao Grupo Camargo Corrêa S.A. O apoio do BNDES corresponde a 69,5% do projeto de ampliação, com investimento total no valor de R$ 21,5 milhões. Também será instalada uma linha de transmissão de 15 quilômetros de extensão, de 34,5 mil volts (34,5 kV), que interligará a PCH Camargo Corrêa com a subestação de Nortelândia, das Centrais Elétricas Mato-grossenses S.A (Cemat).
MERCADO Laboratórios baianos receberão assessoria para implementação de sistemas de qualidade A Rede Baiana de Metrologia – RBME, em parceria com a FINEP – Financiadora de Estudos e Projetos e a SECTI – Secretaria Estadual de CT&I da Bahia, está selecionando laboratórios baianos para receberem assessoria na implantação de sistemas de qualidade. Trata-se da Segunda edição do Programa Qualilab (O Qualilab II), que tem como objetivo ampliar a oferta de serviços metrológicos qualificados na Bahia. Em sua primeira edição, lançada em maio do ano passado, o Programa Qualylab já beneficiou 15 laboratórios baianos de calibração e ensaios, de diversas áreas de atuação (como análiese de alimentos, solos, águas e calibraçoes diversas). O Qualilab II pretende beneficiar laboratórios do interior do Estado, localizados nas regiões Sul e Sudoeste, através da implementação e avaliação de seus sistemas da qualidade. A participação no programa não acarreta ônus para os laboratórios. Fonte: Revista InTech, Ed. 71, p. 55 Petrobras diz que vai recorrer da decisão da Justiça a favor da Marítima A Petrobras afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que irá recorrer da decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro a favor da Marítima, determinando que a estatal passe a seguir a lei de Licitações 8.666/93. Segundo a lei, as companhias estatais são obrigadas a fazer concorrências abertas para licitações a partir de determinado valor. A petroleira, até agora, vinha realizando licitações por meio de carta-convite, escolhendo as empresas que gostaria que participassem da disputa por seus projetos. A ação questionando a adoção do Decreto foi impetrada pela Marítima, do empresário German Efromovich, em novembro de 2001. A sentença foi dada no dia 10, mas a Petrobras diz que só tomou conhecimento do seu teor com a sua publicação no Diário Oficial.
O transformador a seco da WEG será entregue à Petrobras em junho de 2005. O equipamento será instalado na plataforma P-34 e fará parte do sistema de partida das duas principais bombas de elevação do óleo pesado. Quando o sistema está desligado, o transformador encapsulado alimenta uma das bombas a partir de uma rede até que o gás seja bombeado para o gerador, que, por sua vez alimenta o sistema. A WEG fabrica transformadores a seco de 300 a 3.000 kVA com classe de tensão de até 36,2kV. Para o encapsulamento das bobinas de alta tensão, utiliza-se a mais moderna resina epóxi disponível no mercado mundial (classe H). Com este revestimento, o equipamento adquire a caracteríca auto-extinguível: não permite a propagação de chamas. Conseqüentemente, os transformadores WEG são aplicáveis em ambientes agressivos com alto grau de umidade, poluição, salinidade e temperaturas extremas", informa a companhia. Segundo informe da empresa, "o fornecimento do transformador a seco para a P-34 é mais uma referência para a WEG e demonstra o crescimento da empresa no mercado naval, extremamente exigente, onde são necessários produtos com alto grau de confiabilidade". Fonte: TN Petróleo Petrobras exporta mais que importa no 1º trimestre A Petrobras exportou 28 mil barris a mais do que importou neste primeiro trimestre, o equivalente a US$ 100 milhões. Segundo o diretor-financeiro, José Sergio Gabrielli, ainda não é possível falar em auto-suficiência da empresa, pois o resultado reflete um movimento pontual da companhia e não a média do ano. A expectativa da Petrobras, no entanto, é manter o patamar de exportadora líquida ao longo do ano. "O ritmo de crescimento de nossa produção tende a superar as importações ao longo do ano. Seremos exportadores líquidos, incluindo gás", afirmou ele. A empresa estima que a produção crescerá 13,9% neste ano. As importações de derivados diminuíram basicamente pelo aumento da produção de diesel, e passaram de 74 mil barris para 46 mil barris no primeiro trimestre deste ano. Já as importações de petróleo passaram de 417 mil barris no primeiro trimestre do ano passado para 322 mil barris no mesmo período deste ano. A Petrobras trabalha com a estimativa de que o preço do petróleo se mantenha em patamar alto ao longo do ano, mas sem tendência de aceleração.
Custo de extração da Petrobras aumentou 38% no primeiro trimestre
A empresa atribuiu ainda o aumento do custo de extração à entrada em operação de duas novas unidades de produção - destacando-se a FPSO Marlim Sul, a P-43 (Barracuda) e P-48 (Caratinga), sem ainda terem alcançado sua capacidade máxima de produção -, bem como a apreciação de 8% do real frente ao dólar.
A Petrobras concluiu o processo para a aquisição da Sociedade Fluminense de Energia - SFE, proprietária da Usina Termelétrica Eletrobolt. A usina é uma das merchants com as quais a Petrobras assinou contratos com cláusulas de pagamentos contingenciais, entre 2001 e 2002. Segundo nota da Petrobras, ao assinar o contrato, a Petrobras assume a dívida de US$ 98,9 milhões da empresa, elimina os pagamentos contingenciais e passa a usufruir dos benefícios advindos da operação da usina.As parcelas de contingência eram referentes a impostos, taxas e tarifas, custos de operação, manutenção e investimento, em caso da usina não obter receitas suficientes para cobrir estes itens. Anteriormente, havia sido acordada a forma de pagamento em 30 parcelas mensais fixas, totalizando US$ 159 milhões, e um pagamento de US$ 30 milhões, ao final de sete anos. A Petrobras repactuou a forma de pagamento com os 17 bancos comerciais, então proprietários da SFE, pagando US$ 65,1 milhões pelas quotas da Sociedade Fluminense de Energia -SFE e assumiu a dívida de US$ 98,9 milhões da empresa. A Eletrobolt é localizada em Seropédica, no Estado do Rio de Janeiro. A capacidade nominal da termelétrica é de 388 MW.
A empresa explicou que a mudança de nome tem efeito imediato e responde ao objetivo de oferecer uma presença "clara, sólida e unificada" no mercado global. Também foi apresentado um novo logotipo de marca, mais moderno e no qual são conservadas as cores vermelha e azul em dois blocos abaixo do nome da empresa. Não foram descartadas mudanças futuras nas denominações de outras empresas filiais, mas os clientes não terão mudanças nas redes de postos de gasolina nos EUA e nos mercados internacionais. Fonte: Gazeta Mercantil NORMALIZAÇÃO Carlos Amorim assumirá presidência da COPANT Carlos Santos Amorim, Diretor de Desenvolvimento e Informação da ABNT, assumirá a presidência da Comissão Pan-Americana de Normas Técnicas (COPANT), cargo para o qual foi eleito no ano passado. A ABNT tem mais dois representantes na COPANT: o diretor-geral, Ricardo Fragoso, que é mebro do Conselho Diretor da entidade, e o assessor para relações internacionais, Eduardo Campos de São Thiago, que coordena a Comissão de Gestão Técnica, que tem a atribuição de preparar todos os manuais relativos à área técnica da COPANT. Fonte: Boletim ABNT, Ed. Maio. p. 11 EVENTOS Congresso de Fundição Será realizada entre os dias 27 e 30 de setembro a12a edição do Congresso de Fundição (Conaf), evento organizado pela Associação Brasileira de Fundição (Abifa) e da Associação Brasileira de Metalurgia e Materiais (ABM). O evento acontecerá na Expo Center Norte, em São Paulo. Junto com o congresso, será realizada a Feira de Fundição (Fenaf) com 480 estandes ocupados por fundições, fabricantes de máquinas, fornecedores de insumos e tecnologia, instituições e entidades de classe. Segundo estimativa da Abifa, a feira deve receber mais de 22 mil visitantes durante os quatro dias do evento. Fonte: Revista Alumínio, Ed. 2, p. 19
A unidade brasileira do grupo Bohler Thyssen promoveu, no Clube Transatlântico, em São Paulo, o II Encontro Boehler Thyssen de Soldagem, com ênfase no segmento de dutos. O evento contou com cinco apresentações técnicas e a demosntração do novo arame tubular auto-protegido do grupo, denomiando Bohler Pipeshield 71T-8. As palestras foram ministradas por especialistas na área, como o Eng. Lino Moreira (Gerente de Tecnologia de Dutos e Terminais da Petrobras), Eng. Maurício Lisboa (Gerente de SGI da Andrade Gutierrez), Eng. Ricardo Fedele (Engenheiro de Aplicação da Bohler-Brasil), Eng. Harry Harmsen (Gerente Internacional de Dutos da Bohler Áustria) e Eng. Robert Bischof (Engenheiro de aplicação da Bohler-Áustria). Aproximadamente 80 convidados, representando mais de 40 empresas do ramo de construção e monatgem estiveram presentes, participando de discussões técnicas e reciclagem de seus conhecimentos. Fonte:
Revista ABS, Ed. 6, p. 3 |
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ABENDE
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