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Maio 2005
 

 
 

Tecnologia que detecta vazamentos em dutos chega ao Brasil

Levantamentos recentes da indústria petrolífera no Brasil mostram que o custo decorrente de um vazamento de um duto chega a R$ 150 mil por metro cúbico vazado, sem levar em conta as perdas de produção e as pesadas multas aplicadas pelo governo

Petrobras investirá R$ 1 bi para modernizar refinaria

Nos próximos três anos, a Petrobras investirá cerca de R$ 1 bilhão para modernizar a Refinaria de Presidente Bernardes de Cubatão (RPBC), em São Paulo

Rio receberá investimentos de US$ 400 milhões na terceira geração da petroquímica

A terceira geração da indústria petroquímica, que compreende as indústrias que produzem plásticos a partir de insumos como o polipropileno e o polietileno, deverá receber investimentos no Estados do Rio de US$ 400 milhões nos próximos cinco anos

Petrobras America deve operar a primeira produção no Golfo do México em 2006

A Petrobras America, subsdiária da estatal petrolífera brasileira nos Estados Unidos, deverá iniciar no ano que vem a primeira produção operada em águas profundas no Golfo do México, com lâmina d`água de 700 metros

Acordo garante construção de plataforma de petróleo

A plataforma P-53 da Petrobras será construída no cais do Porto Novo, em Rio Grande

Petrobrás investe R$ 3,6 bilhões no PR

A Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária, vai receber um investimento de US$ 1,3 bilhão (equivalente a cerca de R$ 3,6 bilhões) até 2010

Plataforma P-57 será feita com casco novo, e não com conversão de navios

A Petrobras deverá construir o casco da plataforma P-57, uma das próximas unidades da estatal que deverão ser licitadas ainda neste ano, em vez de converter algum navio petroleiro antigo, como é comum no caso dos FPSOs

Petrobras poderá produzir petróleo em dois projetos na Venezuela

A Petrobras poderá ter participação em dois dos principais projetos de produção de petróleo que estão sendo desenvolvidos na Venezuela

Estatal consegue autorização para produzir em seu maior campo no exterior

Após mais e um ano de espera, a Petrobras conseguiu autorização para desenvolver seu maior projeto de produção de petróleo no exterior, o campo de Akpo, na Nigéria

Gasmig aprova licitação internacional para aquisição de tubos

A Gasmig aprovou a abertura de processo de licitação para a aquisição de 40 mil metros de tubo de aço carbono de 18 polegadas de diâmetro. Essa aquisição se destina à instalação da segunda etapa da rede de distribuição de gás natural do projeto Vale do Aço

Mexilhão poderá ter a mais profunda plataforma fixa do país

A Petrobras estuda a instalação de uma plataforma fixa para operar a produção de gás no campo de Mexilhão (bloco BS-400), na Bacia de Santos, que poderá ser a mais profunda em atividade no Brasil

Petrosynergy descobre petróleo no Rio Grande do Norte

A Petrosynergy (empresa do grupo da Marítima, do empresário German Efromovich) realizou sua segunda descoberta de petróleo no Rio Grande do Norte em abril

Petrobras não acha viável gasoduto Argentina-SC

O projeto de construção de um gasoduto no Oeste de Santa Catarina para trazer gás natural da Argentina ao Brasil, já apresentado em vários projetos, não é considerado viável pela Petrobras

Governadora sanciona lei do gás natural no RN

Os recursos do Progás serão provenientes da obtenção de licenças ambientais das atividades petrolíferas, como a perfuração de poços de petróleo ou gás natural

Gasene corre o risco de não sair do papel, dizem fontes do mercado

O Gasene, gasoduto que deverá fazer a interligação das malhas de gás natural do Sudeste com as do Nordeste do Brasil, assim como os diversos gasodutos previstos para a Região Nordeste, corre sérios riscos de ficar no papel

União define plano para garantir gás

O governo trabalha intensamente para garantir a oferta de gás no país, e reverter uma situação de déficit já existente

Obra do estaleiro custará R$ 89 mi

A expectativa do governo é abrir as propostas comerciais no dia 30 de maio para depois iniciar as obras que incluem dragagem e construção de acesso rodoviário e ferroviário à Ilha de Tatuoca

Odebrecht e Furnas concluem estudo sobre usina no rio Madeira

A Construtora Norberto Odebrecht e a geradora estatal Furnas Centrais Elétricas entregam à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) os estudos de viabilidade técnica e econômica da usina hidroelétrica Santo Antônio, que deverá ter uma capacidade instalada de 3.150 MW

Dilma: Belo Monte e usinas do Rio Madeira devem ser licitadas

A ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff, disse que o governo federal pretende licitar em 2006 as concessões da Usina Belo Monte e de hidrelétricas do Rio Madeira

Linhão da Chesf inicia operação

A Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) colocou em operação a linha de transmissão que liga as subestações do Pici e do Mondubim, que oferta 230 KV de energia elétrica

IBS apóia posição das siderúrgicas contra a Vale

O Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS) esquentou a briga do setor com a Companhia Vale do Rio Doce (CVRD), apresentando em audiência no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) apoio ao relatório produzido pela Secretaria de Direito Econômico (SDE)

V&M do Brasil vai investir R$ 250 milhões em 2005

A V&M do Brasil, subsidiária brasileira do grupo siderúrgico francês Vallourec, vai investir R$ 250 milhões em vários setores da companhia em 2005

Confab torna-se um fornecedor global da Sinopec

A Confab, do grupo Tenaris, conquistou status de parceira comercial com a Sinopec, após ter recebido encomenda da empresa chinesa para a produção de 1,2 mil quilômetros de tubos

Aumentam as encomendas de geradores de energia

A venda de grupos geradores promete se acelerar em 2005, refletindo o crescimento da economia e do consumo de energia

Petrobras confirma interesse em refinaria norte-americana

A Petrobras não descarta a intenção de adquirir uma refinaria nos Estados Unidos e cogita a possibilidade de atuar em exploração offshore na Argentina

Metodologia dos leilões de energia será alterada

O governo federal estuda novas metodologias para os próximos leilões de energia. No entanto, esses novos procedimentos, assim como o calendário de leilões, ainda não estão definido

BNDES financia exploração de petróleo em Santa Catarina

O BNDES aprovou financiamento de R$ 45 milhões à empresa BS-3, do Grupo Queiroz Galvão, para projeto de exploração e produção de petróleo no litoral de Itajaí (SC)

Gerdau assina contrato com chineses para ampliar Açominas

Em evento a ser realizado no Palácio do Planalto, o Grupo Gerdau assina, em Brasília, contrato com empresas chinesas para ampliar a Gerdau Açominas, a sua maior usina siderúrgica nas Américas

Angra Porto quer construir fábrica de tubos flexíveis em Angra dos Reis

A empresa FCA Angra Porto, que administra o Porto de Angra, está negociando com um parceiro estrangeiro a construção de uma unidade de produção de tubos flexíveis (tubulações que ligam as plataformas aos poços ou às instalações em terra), com investimentos previstos de US$ 20 milhões

AIE alerta para falta de investimento mundial em energia

A Agência Internacional de Energia (AIE) advertiu, que os investimentos dos países produtores de petróleo e das companhias energéticas estão sendo insuficientes para atender ao crescimento da demanda

Statoil quer expandir parcerias com Petrobras

A norueguesa Statoil dará preferência a participar da Sétima Rodada de Licitações em parceria com a Petrobras

Invenção brasileira faz sucesso na OTC

Um equipamento criado pela empresa de engenharia brasileira MCS despertou a atenção de empresas estrangeiras na Offshore Technology Conference (OTC) e duas grandes multinacionais se interessaram em desenvolver o produto para utilizá-lo na indústria do petróleo de todo o mundo

PETRÓLEO

Tecnologia que detecta vazamentos em dutos chega ao Brasil

Levantamentos recentes da indústria petrolífera no Brasil mostram que o custo decorrente de um vazamento de um duto chega a R$ 150 mil por metro cúbico vazado, sem levar em conta as perdas de produção e as pesadas multas aplicadas pelo governo. Todo vazamento de produtos líquidos, gasosos ou multifásicos provocam desastres ambientais e graves conseqüências em plantas, animais e até mesmo nas pessoas levando, em alguns casos, à morte. Com o principal objetivo de contribuir com o monitoramento eficaz de dutos, a Aselco Automação acaba de nacionalizar uma tecnologia denominada Sistema Acústico de Detecção e Localização de Vazamentos para Dutos, ou ALDS (Acoustic Leak Detection System), disponibilizando toda uma linha de produtos e um sistema para evitar catástrofes ambientais.

Segundo o engenheiro Julio Alonso, diretor da empresa, foi investido R$ 1,2 milhão desde 2001 na nacionalização da tecnologia norte-americana. Trata-se de um sistema que detecta e localiza vazamentos através da onda de som originada do próprio vazamento. "O som é captado pelos sensores acústicos instalados ao longo do duto e essa informação é passada a unidades remotas próximas que, por sua vez, enviam esse sinal, por qualquer meio de comunicação - rádio, satélite, fibra ótica ou ethernet - ao PC do sistema ALDS em uma sala de controle", explica.

Ainda segundo o engenheiro, isto é possível porque quando a ruptura ou falha que provoca um vazamento ocorre, as forças atuantes no escoamento provocam um gradiente de pressão, que geram uma onda de som no sistema. Esta onda viaja por todo o sistema à sua velocidade para o fluido transportado. Num duto, essas ondas de pressão são guiadas pelas paredes do mesmo, em ambas as direções, a partir do ponto do vazamento. "Para se ter uma idéia do tempo de detecção, basta comparar a velocidade que o som viaja: 400m/s no ar e a 1300m/s no óleo. A localização do vazamento dá-se pelo cálculo do tempo de "viagem" da onda de som do ponto de ruptura até os sensores acústicos adjacentes, comparado por relógios de precisão de 500 nanosegundos, sincronizados por GPS. O sistema de detecção ALDS continuará monitorando o vazamento mesmo no caso de falha ou perda de comunicação", acrescenta.

O sistema conta com um banco de dados de ruídos que permite alimentar uma espécie de rede de filtros digitais para qualquer ruído espúrio existente, reduzindo drástica e significativamente a ocorrência de alarmes falsos. Essa tecnologia permite que o sistema também seja utilizado para o fechamento automático de válvulas de bloqueio, quando da detecção do vazamento. Pode ser aplicada em dutos que transportam fluidos em qualquer estado (líquidos, gasoso ou multifásicos) podendo detectar a ocorrência e localizar vazamentos em dutos aéreos, subterrâneos ou submarinos, considerando-se que o som viaja em qualquer meio, exceto no vácuo.


Fonte: Canal do Transporte


Petrobras investirá R$ 1 bi para modernizar refinaria


Nos próximos três anos, a Petrobras investirá cerca de R$ 1 bilhão para modernizar a Refinaria de Presidente Bernardes de Cubatão (RPBC), em São Paulo. Dois projetos receberão o aporte, de acordo Luiz Alberto Verri, novo gerente da unidade. Um será a construção de uma planta de gasolina na refinaria. O outro envolve a instalação de uma termoelétrica, movida a gás natural.

A iniciativa da Petrobras em construir uma unidade de tratamento de gasolina na RPBC destina-se a cumprir a resolução n° 12/2005 da Agência Nacional de Petróleo (ANP), que determina a redução do teor de enxofre em combustíveis a partir de 2006. "O objetivo é reduzir de 1000 partes por milhão (ppm) de enxofre para 50 ppm, na gasolina", afirma Paulo Roberto Costa, diretor de abastecimento da Petrobras. Para este projeto em Cubatão, o executivo estima um aporte de US$ 254 milhões, com entrada em operação prevista para maio de 2008.

As refinarias Gabriel Passos (Regap, MG), Duque de Caxias (Reduc, RJ), Paulínia (Replan, SP) e Presidente Getúlio Vargas, (Repar, PR) já receberam uma nova unidade de tratamento de diesel (cujo limite de teor de enxofre é 500 ppm). Costa afirma que o investimento em cada planta gira em torno US$ 250 milhões. "Devido à exigência da ANP, pelo menos uma nova unidade entrará em operação até 2010." Para cumprir a meta, a Petrobras precisará investir nas 7 refinarias restantes, em território brasileiro.


Fonte: Diário do Comércio e Indústria

Rio receberá investimentos de US$ 400 milhões na terceira geração da petroquímica


A terceira geração da indústria petroquímica, que compreende as indústrias que produzem plásticos a partir de insumos como o polipropileno e o polietileno, deverá receber investimentos no Estados do Rio de US$ 400 milhões nos próximos cinco anos. A estimativa é do secretário de Energia, Indústria Naval e Petróleo, Wagner Victer, que disse que , pelo menos 75 empresas já demonstraram em se instalar na baixada fluminense para processar a matéria-prima produzida pela Rio-Polímeros, do Pólo Gás-Químico de Duque de Caxias, e da PoliBrasil, no mesmo município.

De acordo com o secretário, 40 empresas estão interessadas em se instalar ao redor da Poli-Brasil, que está em processo de expansão e deverá ampliar a capacidade de produção das atuais 200 mil toneladas de polipropileno por ano para 360 mil toneladas por ano, a partir de 2006. Victer contou que no próximo dia 6, será realizada uma reunião desses interessado com a Polibrasil para o esclarecimento de dúvidas so o fornecimento da matéria-prima.

- Acreditamos que desses 40 interessados, pelo menos de 20 a 30 deverão deeverão se instalar no estado - afirmou Victer, acrescentando que o governo do estado dará incentivo fiscal para as empresas do setor que se instalarem na Baixada fluminense.


Fonte: Globo Online

Petrobras America deve operar a primeira produção no Golfo do México em 2006


A Petrobras America, subsdiária da estatal petrolífera brasileira nos Estados Unidos, deverá iniciar no ano que vem a primeira produção operada em águas profundas no Golfo do México, com lâmina d`água de 700 metros. Segundo Renato Bertani, presidente da empresa, o local será o bloco Garden Bank 244, onde a empresa programou para julho a perfuração para determinar o modelo de operação.

"Vamos perfurar um poço para definir melhor qual é o modelo de desenvolvimento que nós vamos usar. Vamos dimensionar as unidades de produção. Temos algumas alternativas. Pode ser um tie back (ligação submarina), pode ser uma unidade independente. Essa perfuração é que vai nos ajudar a definir", disse Bertani, durante entrevista coletiva na Offshore Technology Conference (OTC 2005), que está sendo realizada em Houston, nos Estados Unidos.

O presidente da Petrobras Americas disse que, inicialmente, a empresa tinha participação de um terço no Garden Bank 244. Em seguida, adquiriu as partes da Kerr McGee e da Amerada Hess. Segundo Renato Bertrani, os 20% restantes podem ser destinados a uma empresa que detém uma unidade vizinha em operação e que poderá ser usada em um eventual tie back, caso seja uma reserva predominantemente de gás. "Se for um reservatório de gás é um desenvolvimento mais simples, é um tie back, e a produção poderá começar no segundo semestre do ano que vem. Se for de óleo, o projeto pode até ser melhor e aí demorar mais tempo", explicou o presidente da Petrobras America.


Fonte: TN Petróleo


Acordo garante construção de plataforma de petróleo


A plataforma P-53 da Petrobras será construída no cais do Porto Novo, em Rio Grande. Um acordo foi assinado entre a Superintendência do Porto de Rio Grande (Suprg) e o consórcio responsável pela obra para a locação de parte do píer público sob pagamento de taxa de utilização que deve ser 80% inferior ao valor hoje cobrado.

Pelo o contrato, 240 metros de cais em frente à área onde o estaleiro Aker irá se instalar e 225 metros dos 450 metros revitalizados pelo Estado serão ocupados durante a obra. A construção dos módulos deve se iniciar em 60 dias. Em outubro de 2006, deve chegar a Rio Grande o casco sobre o qual a plataforma será montada.

Para tornar viável o projeto, o Estado deve baixar de R$ 100 mil para R$ 20 mil a taxa mensal de uso do cais público. Avaliada em US$ 522 milhões (US$ 370 milhões correspondem aos módulos que serão construídos no Estado), a obra na P-53 está entregue a um consórcio formado pelas empresas Queiroz Galvão, Ultratec e Iesa.


Fonte: Zero Hora


Petrobrás investe R$ 3,6 bilhões no PR


A Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária, vai receber um investimento de US$ 1,3 bilhão (equivalente a cerca de R$ 3,6 bilhões) até 2010. O diretor de abastecimento da Petrobrás, Paulo Roberto Costa, estará em Curitiba hoje para apresentar o projeto ao governador Roberto Requião. Além de modernizar o parque industrial localizado na região metropolitana de Curitiba, com o investimento a estatal pretende adequar o perfil da produção à demanda de derivados e agregar valor ao petróleo nacional.

O início da obra está previsto para julho de 2006 e aumentará a produção diária da refinaria em 3 mil metros cúbicos. A refinaria passará a processar 35 mil metros cúbicos de derivados de petróleo. A expectativa da companhia é que as obras de ampliação criem cerca de 17 mil novos postos de trabalho (4 mil empregos diretos), da construção à operação.


Fonte: Gazeta do Povo


Plataforma P-57 será feita com casco novo, e não com conversão de navios


A Petrobras deverá construir o casco da plataforma P-57, uma das próximas unidades da estatal que deverão ser licitadas ainda neste ano, em vez de converter algum navio petroleiro antigo, como é comum no caso dos FPSOs (sigla em inglês para unidade de armazenagem e produção de petróleo). Além da P-57, que deverá ser um FPSO com capacidade de produção de 180 mil barris de petróleo por dia, a estatal está concluindo o projeto de engenharia da P-55 e da plataforma fixa para Mexilhão.

O gerente-executivo de engenharia de Engenharia e Produção, José Formigli Filho, contou que o objetivo é reduzir os custos da construção dos FPSOs, já que há uma escassez de cascos de petroleiro no mercado mundial que está elevando os preços. Segundo ele, os contratos para a conversão e montagem dos cascos dos últimos FPSOs encomendados pela Petrobras, a P-54 e P-53, ficaram entre US$ 700 milhões e US$ 800 milhões, e a idéia é tentar reduzir esses custos. No custo total de uma plataforma o casco é o que tem o maior peso, já que estas unidades custam em torno de US$ 1 bilhão.

Fonte: Globo Online


Petrobras poderá produzir petróleo em dois projetos na Venezuela


A Petrobras poderá ter participação em dois dos principais projetos de produção de petróleo que estão sendo desenvolvidos na Venezuela. O ministro venezuelano do petróleo, Rafael Ramírez, que também é presidente da PDVSA, disse que a companhia brasileira está estudando uma parceria com a estatal daquele país em um projeto na área da Faixa do Orinoco, onde estão as maiores reservas de petróleo pesado da Venezuela.

Além disso, Ramírez disse que a PDVSA convidou a Petrobras, além de outras empresas, para o projeto de antecipação da produção na área de Mariscal-Sucre, que detém reservas de gás natural estimadas em 11 TCFs (pés cúbicos). De acordo com o executivo, a idéia é que a estatal brasileira, assim como outras empresas estrangeiras, participe do projeto de antecipação da produção de condensado (gás em estado líquido) em Mariscal. O ministro não detalhou, no entanto, que ainda não há uma previsão para a antecipação.

Fonte: Globo Online


Estatal consegue autorização para produzir em seu maior campo no exterior


Após mais e um ano de espera, a Petrobras conseguiu autorização para desenvolver seu maior projeto de produção de petróleo no exterior, o campo de Akpo, na Nigéria. Com a licença concedida pela estatal nigeriana, a NNPC, a companhia confirma o investimento de US$ 1,8 bilhão no projeto que vai extrair 185 mil barris diários de petróleo. Deste total, 74 mil barris (ou 40% da produção) ficarão com a Petrobras. Os outros 60% ficarão com a francesa Total, que é operadora do campo.

O gerente-geral da Petrobras na Nigéria, Samir Awad, que está em Houston, nos Estados Unidos, participando da Offshore Tecnology Conference (OTC - maior feira do setor do mundo), contou que a NNPC assinou os contratos para a autorização do projeto no último dia 25 e que a produção do campo deverá começar em 2008. Juntamente com os investimentos no campo de Abgami, no qual a estatal brasileira tem 13% de participação, a Petrobras investirá na Nigéria cerca de US$ 2,4 bilhões no próximos três anos.


Fonte: Globo Online


GÁS NATURAL

Gasmig aprova licitação internacional para aquisição de tubos


A Gasmig aprovou a abertura de processo de licitação para a aquisição de 40 mil metros de tubo de aço carbono de 18 polegadas de diâmetro. Essa aquisição se destina à instalação da segunda etapa da rede de distribuição de gás natural do projeto Vale do Aço, já em andamento. Nesta segunda etapa o gasoduto alcançara Ouro Preto e cidades vizinhas, tendo como âncora a empresa Novelis, antiga Alcan, uma das maiores indústrias do mercado nacional de laminados de alumínio.

O processo de licitação ocorrerá na modalidade de concorrência internacional e, em breve, o edital será publicado. Projeto Vale do Aço - O projeto Vale do Aço da Gasmig tem quatro etapas. A primeira, iniciada em janeiro, tem 52 km e passa por São Brás do Suaçuí, Congonhas, Conselheiro Lafaiete, Ouro Branco e Ouro Preto. Os novos clientes são as empresas Gerdau Açominas, Companhia Vale do Rio Doce (CVRD), Sociedade Brasileira de Eletrólise (Sbel), e três postos de combustíveis: Auto Posto Trevão, Feirauto 1 e Feirauto 2.


Fonte: TN Petróleo

Mexilhão poderá ter a mais profunda plataforma fixa do país


A Petrobras estuda a instalação de uma plataforma fixa para operar a produção de gás no campo de Mexilhão (bloco BS-400), na Bacia de Santos, que poderá ser a mais profunda em atividade no Brasil. Segundo José Miranda Formigli Filho, gerente executivo de Exploração e Produção, a unidade será instalada em uma lâminca d`água de 170 metros, sendo que os poços ficarão localizados a 20 quilômetros, em uma profundidade de 500 a 600 metros. "Os números ainda não estão fechados com a diretoria, mas a gente espera o início da produção em 2008. Isso ainda tem que ser bastante discutido iternamente, por isso considerando essa estimativa muito preliminar", disse Formigli.

O motivo de os números ainda não estarem fechados, explicou o executivo, é o fato de que o projeto de Mexilhão não estava previsto no planejamento estratégico que está atualmente em vigor, e, por isso, ainda depende de uma série de análises. Porém, ele adiantou que a unidade terá capacidade para produzir 15 milhões de metros cúbicos diários. "A plataforma será dimensionada para funcionar como um hub, ou seja, uma unidade com capacidade de receber a expansão da produção do bloco BS-400", explicou Formigli.


Fonte: TN Petróleo


Petrosynergy descobre petróleo no Rio Grande do Norte


A Petrosynergy (empresa do grupo da Marítima, do empresário German Efromovich) realizou sua segunda descoberta de petróleo no Rio Grande do Norte em abril. O diretor de exploração e Produção da Petrosynergy, Flávio Mach Barreto, explicou que empresa avaliará a viabilidade comercial da área nos próximos cinco ou seis e meses, mas disse que a qualidade do petróleo encontrado é boa, com 34 a 38 graus API (medida de densidade). De acordo com padrões internacionais, quanto mais próxima de 50 esta medida, melhor a qualidade do óleo.

De acordo com Barreto, a descoberta ocorreu na primeira perfuração da empresa no bloco BT-POT 3, adquirido na 2ª Rodada de Licitações da Agência Nacional do Petróleo (ANP), em 1999. A perfuração de poços foi atrasada em quase dois anos na área devido a problemas com o proprietário do terreno onde foi feita a perfuração.

O executivo explicou que o dono da fazenda onde ocorreu a descoberta não autorizou a perfuração de poços no local e a empresa teve de ir à Justiça para conseguir a licença. Pela legislação brasileira, o proprietário do terreno não é dono do mineral encontrado no subsolo da área, que pertence a União que é quem dá a concessão para a exploração de petróleo e gás.


Fonte: Tribuna do Norte


Petrobras não acha viável gasoduto Argentina-SC

O projeto de construção de um gasoduto no Oeste de Santa Catarina para trazer gás natural da Argentina ao Brasil, já apresentado em vários projetos, não é considerado viável pela Petrobras. Conforme o diretor de gás da companhia, Ildo Sauer, que participou da reunião da Federação das Indústrias de SC (Fiesc), pelo menos nos próximos anos, não dá para apostar em projeto visando a compra de gás da Argentina porque o país vizinho, quando teve crise recente de energia, deixou a térmica de Uruguaiana (RS) e clientes do Chile sem gás natural.

Sobre a possibilidade de a Petrobras adquirir a parte do governo de SC na SCGás, Sauer afirmou que não faz parte da estratégia da empresa avançar na distribuição. Primeiro, será avaliado se há investidores interessados em investir na ampliação da rede de distribuição e, se isso não ocorrer, a empresa poderá fazer a compra.

Embora os industriais considerem caro o atual preço do gás natural, Sauer afirmou que há defasagem em relação ao preço internacional, mas a política tem sido não acompanhar, diretamente as oscilações. E os reajustes locais são definidos pela SCGás, que tem autonomia para isso e tem mantido os preços estáveis. O executivo elogiou o trabalho da SCGás, especialmente do seu presidente, Otair Becker, pelo Estado liderar a difusão do uso do gás natural junto à indústria.

Fonte: Diário Catarinense


Governadora sanciona lei do gás natural no RN

A governadora Wilma de Faria sancionou a Lei Complementar nº 291 que cria Programa de Apoio ao Desenvolvimento Industrial pelo Incentivo do Gás Natural (Progás), cujos recursos fruirão de medidas compensatórias pela redução em 81% do valor de licenças ambientais concedidas pelo Instituto Estadual de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente (Idema-RN).

Os recursos do Progás serão provenientes da obtenção de licenças ambientais das atividades petrolíferas, como a perfuração de poços de petróleo ou gás natural, construção de estações coletoras, de tratamento de óleo ou de teste, redes de oleoduto, gasoduto e vapoduto, terminais de petróleo e combustível, bases de armazenamento de produtos químicos.

O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, João Maia, disse que agora o Rio Grande do Norte passa a contar ''com um grande diferencial'' para a atração de empresas e empregos, ao oferecer ôum combustível absolutamente não poluente a preços 50% inferior aos de mercado.


Fonte: Diário de Natal

Gasene corre o risco de não sair do papel, dizem fontes do mercado


O Gasene, gasoduto que deverá fazer a interligação das malhas de gás natural do Sudeste com as do Nordeste do Brasil, assim como os diversos gasodutos previstos para a Região Nordeste, corre sérios riscos de ficar no papel. Segundo fontes do mercado, a Petrobras está travando duras e difíceis negociações com fornecedores de materiais, equipamentos e serviços para viabilizar esses projetos, cujo início das obras está previsto para os próximos meses.

O problema, segundo fontes, são os preços elevados: com a perspectiva do aumento das encomendas concentradas numa mesma ocasião - uma vez que as obras se darão entre 2005/06 -, as empresas estão apresentando preços estratosféricos à estatal.

A Petrobras está tentando reduzir em pelo menos US$ 200 milhões os custos do Gasene, que está orçado em torno de US$ 1 bilhão, e em pelo menos US$ 100 milhões as obras previstas nos diversos gasodutos do Nordeste. No mercado, rumores dão conta de que uma das alternativas avaliadas pela estatal seria a importação de tubos de aço da India, em substituição aos nacionais.


Fonte: O Globo


União define plano para garantir gás


O governo trabalha intensamente para garantir a oferta de gás no país, e reverter uma situação de déficit já existente. A ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff, admite que, se ligadas todas as termoelétricas já construídas no país, não haveria gás natural suficiente para abastecê-las. Segundo Dilma, hoje existem 5.175 megawatts (MW) de usinas térmicas já prontas, feitas em ciclo combinado (geração de energia e vapor) e outros 2.978 MW de usinas a gás em ciclo simples (somente geração de energia). O gás disponível no Brasil não é suficiente para a geração destes 8.153 MW, disse ela. "Mas é uma situação que nós já recebemos assim", diz ela.

A ministra explica que estão sendo executadas várias frentes de trabalho para garantir a oferta do combustível no país. A primeira e mais importante, segundo ela, é a antecipação em um ano e meio do início da exploração comercial do gás do campo de Mexilhão (BS-400), em Santos, do fim de 2009 para junho de 2008. O cronograma de construção do gasoduto responsável por escoar essa produção de Mexilhão também será antecipado. A malha terá capacidade diária de transporte de 17,5 milhões de metros cúbicos do combustível. Os investimentos nesse projeto são estimados em US$ 3 bilhões.

Fonte: Corumba On line

INDÚSTRIA NAVAL

Obra do estaleiro custará R$ 89 mi


O edital de licitação das obras de acesso ao estaleiro foi publicado no Diário Oficial do Estado. A expectativa do governo é abrir as propostas comerciais no dia 30 de maio para depois iniciar as obras que incluem dragagem e construção de acesso rodoviário e ferroviário à Ilha de Tatuoca. A demora na publicação do edital foi justificada pelo presidente da Comissão Especial de Licitação, Dalônio Carvalho Filho, por causa da definição final do orçamento e de detalhes do projeto básico. O valor das obras foi estimado em R$ 89 milhões.

Duas empresas foram habilitadas, a Camargo Corrêa - uma das principais beneficiadas da obra - e a CBPO. O estaleiro que a Camargo Corrêa pretende construir em conjunto com a Andrade Gutierrez e o grupo japonês Mitsui deve ser um dos mais modernos do hemisfério Sul e representa investimentos de US$ 170 milhões. As obras de infra-estrutura vão servir tanto para o estaleiro quanto para o pólo petroquímico que deve ser instalado com a possível vinda de uma refinaria para Pernambuco.

O empreendimento do estaleiro ainda não entrou em obras, mas já disputa as encomendas que a Transpetro está realizando para reativar a indústria naval brasileira. A Camargo Corrêa é uma das empresas habilitadas tecnicamente na disputa. "Estamos com um processo muito mais adiantado do que outros Estados. O estaleiro que a Aker quer construir no Rio Grande do Sul, por exemplo, ainda está com o processo de arrendamento da área e de licenciamento ambiental em curso, o que nós já resolvemos", ressalta o presidente do Porto de Suape, Matheus Antunes.

Fonte: Jornal do Commercio

ENERGIA

Odebrecht e Furnas concluem estudo sobre usina no rio Madeira

A Construtora Norberto Odebrecht e a geradora estatal Furnas Centrais Elétricas entregam à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) os estudos de viabilidade técnica e econômica da usina hidroelétrica Santo Antônio, que deverá ter uma capacidade instalada de 3.150 MW. O empreendimento compõe o complexo do rio Madeira, em Rondônia.

As empresas também realizaram em parceria os estudos de inventário e viabilidade da outra usina do complexo, o aproveitamento hidrelétrico de Jirau, de 3.300 MW de capacidade instalada.

"Após quatro anos conseguimos concluir os estudos dos projetos que promovem a integração regional de parte da América do Sul através da viabilização de 4.225 Km de hidrovias nos afluentes do Madeira, melhoram a geração de energia nos sistemas isolados (atualmente de cerca de 1.400 MW de energia térmica a diesel no Acre/Rondônia e Manaus) e possibilitam maior desenvolvimento econômico da região", afirma o diretor da Odebrecht José Bonifácio Pinto Junior.


Fonte: Gas Brasil

Dilma: Belo Monte e usinas do Rio Madeira devem ser licitadas


A ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff, disse que o governo federal pretende licitar em 2006 as concessões da Usina Belo Monte e de hidrelétricas do Rio Madeira. "Estamos, neste momento, formatando o projeto da Usina Belo Monte para enviá-lo ao Congresso", comentou Dilma, que participou do seminário "Financiamento da Expansão do Setor Elétrico", realizado pela Associação Brasileira de Infra-Estrutura e Indústrias de Base (Abdib), em São Paulo.

A expectativa da ministra é de que pelo menos a primeira etapa do projeto de Belo Monte, com cerca de 5.500 megawatts (metade dos 11.100 megawatts planejados), poderá ser licitada no ano que vem. Por estar situada em uma área de reserva indígena, a Usina de Belo Monte precisa da aprovação do Congresso Nacional para a sua construção. O Complexo Hidrelétrico do Rio Madeira é formado por duas usinas (Santo Antônio e Jiral), com uma capacidade total de 4.480 mW.


Fonte: Tribuna da Imprensa

Linhão da Chesf inicia operação


A Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) colocou em operação a linha de transmissão que liga as subestações do Pici e do Mondubim, que oferta 230 KV de energia elétrica. O Linhão, de 28 quilômetros de extensão, envolveu investimentos da ordem de R$ 65 milhões, beneficiando 260 mil unidades consumidoras. A garantia de seu funcionamento foi dada por José Ailton de Lima, diretor de Engenharia e Construção da Chesf.

Segundo destacou o diretor da Chesf, a instalação do Linhão acaba com o risco de um colapso de energia na área Oeste da cidade, dificultando inclusive a instalação de novas indústrias.

Para Alcântara Macedo, coordenador do Grupo de Política, Infra-Estrutura e Governabilidade da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), a energização da linha é motivo de contentamento. Conforme assinalou, "se essa obra não fosse concluída, haveria um racionamento forçado e até mesmo a falta de energia elétrica naquela área da cidade". "É importante para a população, para os empresários e para a própria Fiec, que vê facilitada a instalação de novas indústrias", completou o executivo.

Fonte: Diário do Nordeste

SIDERURGIA

IBS apóia posição das siderúrgicas contra a Vale

O Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS) esquentou a briga do setor com a Companhia Vale do Rio Doce (CVRD), apresentando em audiência no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) apoio ao relatório produzido pela Secretaria de Direito Econômico (SDE), que apurou concentração da Vale nos setores de logística e mineração.

Durante a reunião com os conselheiros do Cade, o vice-presidente executivo do IBS, Marco Polo de Mello, frisou que a instituição concorda com as alterações propostas pela SDE. "Não falo em nome apenas de uma ou outra siderúrgica que possa estar sendo prejudicada, mas em nome de todas as empresas do setor no País. Existe uma unidade em nosso discurso. Resolvemos vir a público depois que a Vale disse que o parecer da SDE era inconsistente", afirmou ele.

O IBS apresentou ao Cade relatório com sugestões para melhorar a concorrência na operação logística, que segundo as siderúrgicas tem sido o maior problema para o setor no Brasil. O primeiro item do documento apresentado diz respeito às ferrovias MRS e Vitória-Minas.


Fonte: Gazeta Mercantil


MERCADO

V&M do Brasil vai investir R$ 250 milhões em 2005


A V&M do Brasil, subsidiária brasileira do grupo siderúrgico francês Vallourec, vai investir R$ 250 milhões em vários setores da companhia em 2005. Em cinco anos de Brasil, a empresa investiu aproximadamente R$ 400 milhões e faturou R$ 5 bilhões.

O presidente da divisão de tubos laminados a quente do grupo Vallourec, Marco Antônico Castello Branco, informou que do total a ser investido, R$ 120 milhões serão destinados a aumentar a capacidade de produção e R$ 70 milhões serão aplicados na infra-estrutura da companhia.

Na descrição de investimentos feita por Castello Branco, R$ 90 milhões irão para a produção de laminados de sete polegadas, com a antecipação do funcionamento de um novo laminador para agosto. A previsão era de que o laminador só estivesse pronto no ano que vem. Outros R$ 30 milhões serão aplicados para garantir o aumento da oferta de tubos de precisão para o setor automobilístico.

Fonte: TN Petróleo


Confab torna-se um fornecedor global da Sinopec


A Confab, do grupo Tenaris, conquistou status de parceira comercial com a Sinopec, após ter recebido encomenda da empresa chinesa para a produção de 1,2 mil quilômetros de tubos. O material será usado na construção do Gasoduto Norte-Sul (Gasene) da Petrobras, que escolheu a Sinopec para tocar o projeto. A compra dos tubos de aço consumirá US$ 463 milhões dos US$ 1,5 bilhão orçados para a obra.

Nos próximos meses, as empresas devem discutir o fornecimento de tubos para os projetos de petróleo e gás da Sinopec ao redor do mundo, de acordo com o diretor da área de tubos da Confab, Tulio Chipoletti. As conversas com os chineses começaram em novembro do ano passado, quando o presidente da China, Hu Jintao, esteve em Brasília em visita oficial. Em março último, eles formalizaram a parceria.

Desde então, a Confab deixou de aceitar novas encomendas de clientes do exterior e deixou espaço nas duas fábricas de Pindamonhangaba (interior de São Paulo), para atender a Sinopec. A empresa ainda tem em carteira encomendas da ordem de R$ 800 milhões, que serão finalizadas até agosto, quando entram na linha de produção os tubos da Gasene.


Fonte: Valor Econômico


Aumentam as encomendas de geradores de energia


A venda de grupos geradores promete se acelerar em 2005, refletindo o crescimento da economia e do consumo de energia. Diferentemente do que ocorreu entre 2002 e 2003, em 2004 algumas das empresas que atuam nesse segmento já verificaram um aumento das encomendas. É o caso de duas das principais marcas do mercado: a gaúcha Stemac e a pernambucana Leon Heimer.

A Stemac, que afirma ser líder de mercado, com 60% de participação, registrou faturamento 15% maior em 2004, em relação a 2003, totalizando R$ 223 milhões. Para este ano, a expectativa é de crescimento de mais 25,5%, o que totalizaria R$ 280 milhões. Já a Leon Heimer, que divide a liderança com a Stemac, com 40% do mercado, registrou crescimento de 30% no faturamento em 2004, aproximando-se de R$ 100 milhões. Para 2005, a previsão é de aumento acima de 60%.

Fonte: Gazeta Mercantil

Petrobras confirma interesse em refinaria norte-americana


A Petrobras não descarta a intenção de adquirir uma refinaria nos Estados Unidos e cogita a possibilidade de atuar em exploração offshore na Argentina. As informações são do presidente da empresa, José Eduardo Dutra, que participou do 3º Fórum de Empresas Estatais de Petróleo, encontro que reuniu 22 empresas do setor no Rio de Janeiro.

Segundo Dutra, a Petrobras tem por objetivo agregar valor ao óleo pesado que produz em território brasileiro, o que estaria relacionado a novos projetos de refino no Brasil ou no exterior. "Se para agregar valor ao nosso petróleo tivermos que comprar uma refinaria no exterior, vamos fazer isso. Nunca descartamos essa hipótese", disse Dutra, acrescentando que o assunto está sendo trabalhado paralelamente à questão do aumento da capacidade de refino no Brasil.

Na área de exploração e produção, o presidente da estatal informou que a Petrobras tem interesse em atuar na Argentina, mas condicionou a atividade a mudanças na legislação tributária do país que torne a presença de empresas estrangeiras em solo argentino mais atrativa. "Gostaríamos que o governo (argentino) verificasse a possibilidade de modificações tributárias em relação ao período exploratório no offshore. Isso possibilitaria uma atratividade maior para essa atuação na Argentina", disse Dutra, alegando que, como se trata de uma área quase virgem, o trabalho vai demandar a realização de levantamento geológico e sísmico.


Fonte: Diário do Comércio e Indústria

Metodologia dos leilões de energia será alterada

O governo federal estuda novas metodologias para os próximos leilões de energia. No entanto, esses novos procedimentos, assim como o calendário de leilões, ainda não estão definidos. A afirmação é do presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, que está deixando a secretaria-geral do ministério de Minas e Energia.

Ele afirmou também que o abastecimento de energia elétrica está totalmente garantido até 2009, mas o País necessita de novas fontes de geração para a partir de 2010. Na avaliação de Tolmasquim, a matriz energética brasileira permanecerá sendo hidrológica. Atualmente, afirmou ele, 91% da energia produzida no Brasil é gerada em usinas hidrelétricas ou pequenas centrais (PCHs).

"Nossa matriz vai continuar sendo hidrelétrica a não ser que não queiramos mais usar o potencial que nos foi dado", comentou, referindo-se ao fato de que o Brasil aproveita apenas 24% de seu potencial hidrelétrico, enquanto que outros países já não tem mais espaço para avançar nesse terreno. A França, por exemplo, utiliza 100% de seu potencial hidrológico.

Fonte: Gazeta Mercantil

BNDES financia exploração de petróleo em Santa Catarina

O BNDES aprovou financiamento de R$ 45 milhões à empresa BS-3, do Grupo Queiroz Galvão, para projeto de exploração e produção de petróleo no litoral de Itajaí (SC). Desse total, R$ 20 milhões serão destinados a investimentos no Campo de Coral e R$ 25 milhões no Campo de Estrela do Mar. Os recursos serão repassados pelo Unibanco.

Os Campos de Coral e Estrela do Mar, integrantes do denominado Bloco BS-3, são explorados sob regime de concessão, através de consórcio de empresas integrado pela Queiroz Galvão Perfurações (BS-3), com participação de 30%, além da Coplex Petróleo do Brasil (27,5%) e Starfish Oil & Gás (7,5%), sendo a Petrobrás a operadora. O financiamento do Banco refere-se exclusivamente à parcela dos investimentos efetuados pela BS-3 no desenvolvimento dos campos.

Os investimentos da empresa nesses dois campos petrolíferos somam R$ 214 milhões, equivalentes a 38,5% do total aplicado pelo conjunto de empresas integrantes do consórcio. O projeto de exploração e desenvolvimento dos Campos de Coral e Estrela do Mar, localizados a 170 quilômetros da costa de Santa Catarina, na parte sudoeste da Bacia de Santos, envolve a perfuração de novos poços de petróleo, contribuindo, assim, para o aumento da produção nacional, com um óleo de alta qualidade (base, densidade e teor de enxofre).

Fonte: Canal do Transporte

Gerdau assina contrato com chineses para ampliar Açominas

Em evento a ser realizado no Palácio do Planalto, o Grupo Gerdau assina, em Brasília, contrato com empresas chinesas para ampliar a Gerdau Açominas, a sua maior usina siderúrgica nas Américas, localizada em Ouro Branco (MG). Apesar de a companhia não adiantar detalhes, o projeto da companhia é elevar a produção da unidade das atuais 3 milhões de toneladas para 4,5 milhões de toneladas até 2007. No período de 2005 a 2007, os investimentos totais do grupo no Brasil devem somar US$ 2,4 bilhões, incluindo a ampliação de outras plantas, que deverão resultar em um aumento de capacidade de 4,1 milhões de toneladas para 11,7 milhões de toneladas no Brasil.

Já tem confirmadas as presenças do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de ministros, do presidente do Grupo Gerdau, Jorge Gerdau Johannpeter, do vice-presidente sênior, Frederico Gerdau Johannpeter, e do vice-presidente executivo da operação de negócios Gerdau Açominas, Luiz André Rico Vicente. A Gerdau também vai informar os resultados financeiros relativos ao primeiro trimestre do ano.

Fonte: Zero Hora


Angra Porto quer construir fábrica de tubos flexíveis em Angra dos Reis


A empresa FCA Angra Porto, que administra o Porto de Angra, está negociando com um parceiro estrangeiro a construção de uma unidade de produção de tubos flexíveis (tubulações que ligam as plataformas aos poços ou às instalações em terra), com investimentos previstos de US$ 20 milhões. O vice-presidente da empresa, Fernando Sterea, não quis revelar o nome da empresa nem dar maiores detalhes da negociação, mas afirmou que a unidade deverá ser construída em Angra dos Reis.

O executivo disse que deverá se reunir com representantes da empresa estrangeira na semana que vem, durante a Offshore Technology Conference (OTC), em Houston, nos Estados Unidos. Sterea contou ainda que a empresa, que terá um estande na feira internacional do setor, buscará ainda atrair as grandes companhias estrangeiras que estão com atividades de exploração de petróleo e gás na Bacia de Santos para que utilizem as instalações do porto de Angra como base de para suas as operações.

- Estamos com tudo pronto para começar a atuar como um porto de apoio offshore e aguardamos as empresas começarem a intensificar as atividades na Bacia de Santos. Vamos aproveitar a feira para divulgar a capacidade, as instalações e a localização do Porto - afirmou.

Fonte: Globo Online


AIE alerta para falta de investimento mundial em energia

A Agência Internacional de Energia (AIE) advertiu, que os investimentos dos países produtores de petróleo e das companhias energéticas estão sendo insuficientes para atender ao crescimento da demanda. Ao término de um encontro de 26 ministros de Energia durante dois dias em Paris, Claude Mandil - o chefe da AIE, que é vinculada à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) - disse que nem mesmo o fato de os preços de energia estarem próximos dos níveis recordes está sendo capaz de gerar investimentos na produção de petróleo e gás, refinamento e geração e transmissão de energia.

"Acreditamos que o alto preço da energia (petróleo, gás e carvão) está afetando a economia, em menor grau nos países-membros da OCDE e mais nos países menos desenvolvidos. Trata-se de um problema insustentável a longo prazo", afirmou Mandil. Segundo o representante australiano, Ian Macfarlane, na reunião discutiu-se a necessidade de investimentos de US$ 20 trilhões a US$ 30 trilhões. A AIE estima em US$ 16 trilhões os gastos necessários até 2030, mas, de acordo com o chefe da agência, sequer essa estimativa mais modesta está sendo atendida pelos investimentos globais. "Estamos fora dos trilhos", disse Mandil.

Fonte: Valor Econômico


Statoil quer expandir parcerias com Petrobras


A norueguesa Statoil dará preferência a participar da Sétima Rodada de Licitações em parceria com a Petrobras. A informação é do diretor da empresa no Brasil, Jorge Camargo, que participou ao lado do CEO da estatal norueguesa, Helge Lund, do 3º Fórum das Empresas Estatais de Petróleo, organizado pela Petrobras e que terminou no Rio. As duas empresas já são parceiras em blocos de exploração de petróleo no Brasil e na Nigéria.

Lund disse ainda sentiu que uma "cooperação muito boa" com a Petrobras e que gostaria de levar adiante essa cooperação principalmente para a América Latina e o norte da África. O CEO da Statoil afirmou ainda que há uma grande sinergia entre as atividades das duas companhias já que as duas atuam na exploração em águas profundas na costa da África, Golfo do México e no Brasil.

A Statoil tem um plano de investimento de cerca de US$ 17 bilhões para os próximos três anos. Metade desses recursos serão investidos na Noruega e o restante nos outros países ao redor do mundo onde a estatal norueguesa atua.


Fonte: Globo Online

Invenção brasileira faz sucesso na OTC


Um equipamento criado pela empresa de engenharia brasileira MCS despertou a atenção de empresas estrangeiras na Offshore Technology Conference (OTC) e duas grandes multinacionais se interessaram em desenvolver o produto para utilizá-lo na indústria do petróleo de todo o mundo. O equipamento, batizado de Pelikelo, foi desenvolvido para fixar asestacas que prenderão a plataforma P-50 a ser instalada no campo de Roncador, na Bacia de Campos.

De acordo com o diretor e sócio da empresa, Mário Jorge Santos, duas grandes multinacionais fornecedoras de bens e serviços para a indústria do petróleo e que já atuam no Brasil, se interessaram em produzir o Pelikelo, que é usado para movimentar objetos no fundo do mar. O executivo disse que com a utilização do novo equipamento serão economizados US$ 4 milhões na instalação das estacas da P-50. Santos explica que a economia ocorre porque a empresa deixa de perder os cabos utilizados na colocação das estacas, que antes eram abandonados no fundo do mar.

O equipamento fez sucesso na Petrobras e a MCS já fechou mais dois contratos para a realização de outros dois serviços para a estatal, a fixação de bóias de superfície e de conjuntos de válvulas no campo de Roncador.

Fonte: Globo Online

   
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