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Empresas britânicas de treinamento e certificação no setor de óleo e gás de olho no Brasil As lacunas na regulamentação de procedimentos operacionais para o setor de petróleo e gás no Brasil estão abrindo os olhos das empresas britânicas para um novo mercado Estatal bate o quarto recorde de produção em oito dias A Petrobras bateu nesta quarta-feira (6/4) o quarto recorde de produção nos últimos oito dias, atingindo o volume de 1.720.096 barris de petróleo nos campos localizados no Brasil Petrobras busca petróleo no RS A prospecção de petróleo no Rio Grande do Sul foi confirmada pela ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff, em reunião no seu gabinete com o governador Germano Rigotto, em Brasília Encontradas novas reservas gigantes de petróleo em Campos A petroleira canadense Encan encontrou reservas que podem chegar a 1 bilhão de barris de petróleo na Bacia de Campos - quantidade que poderia incluir a área entre os campos gigantes do País Petrobras pode ser auto-suficiente este ano O recorde da produção de petróleo alcançado pela Petrobras , quando atingiu o pico de 1,650 milhão barris/dia, já leva alguns executivos da empresa a voltarem a acreditar na viabilidade de antecipação da meta de auto-suficiência Petrobras busca ampliar a sobrevida de poços antigos A partir deste ano, a Petrobras começa a por em prática um programa voltado para a otimização dos campos maduros, aqueles cuja produção petrolífera já atingiu o pico e estão em vias de declínio ANP divulgará laudo que comprova reserva de petróleo no PR O produto foi descoberto em janeiro pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) durante a perfuração de um poço para a retirada de água. Refinaria de petróleo será no Nordeste, admite Petrobras Pela primeira vez, o presidente da Petrobras, José Eduardo Dutra, afirmou que a nova refinaria da companhia será construída na Região Nordeste Petrobras contrata plataforma para produzir no mar de Sergipe A Petrobras aprovou a assinatura de contrato com a Sevan Marine Production ASA, para afretamento da plataforma SSP300, que será destinada ao campo de Piranema, em Sergipe ANP interrompe estudos em Sousa A operação de retirada de amostras do solo da Bacia do Rio do Peixe, localizada em Sousa, Sertão da Paraíba, para confirmar a existência de petróleo, está paralisada há mais de uma semana Impasse na Bolívia pode comprometer setor energético Cerca de US$ 1,5 bilhão em investimentos da Repsol YPF em gás natural aguardam a definição da Bolívia sobre a nova lei de hidrocarbonetos do país, atualmente em votação no Congresso e motivo de uma séria crise política CEG-Rio vai construir um gasoduto até Angra A CEG-Rio, concessionária de distribuição de gás natural do estado do Rio de Janeiro, terá que investir R$ 80 milhões, este ano, na instalação de um gasoduto Petrobras vai investir R$ 6 bi no segmento até 2010 Hijjar disse que a estatal está investindo US$ 6 bilhões até 2010 para mais do que dobrar a oferta atual de gás natural de 30 milhões de m³/dia para 77 milhões de m³/dia Estaleiros entram na disputa por 40 navios da PDVSA O Brasil está entrando na disputa pela construção de cerca de 40 navios a serem encomendados pela PDV Marina, empresa controlada pela Petróleos de Venezuela (PDVSA) Desclassificação de estaleiros na licitação da Transpetro poderá ser revertida Os estaleiros Renave, Nuclep e Inace foram desclassificados para participar da licitação proposta pela Transpetro para a construção de 42 petroleiros Adiada a missão à Venezuela, contrutores navais devem continuar atentos à exportação O encontro, que inicialmente havia sido marcado para 6 a 8 de abril, tem o objetivo de atrair para o Brasil a construção dos 40 petroleiros demandados pela PDVSA Usina Santa Clara vai operar em julho A Copel deve colocar em funcionamento no final de julho a Usina Santa Clara, hidrelétrica com potência instalada de 120 megawatts, localizada no Rio Jordão, região Centro-Sul do Paraná Leilão não cobre demanda de energia Depois de uma maratona de quase 19 horas, o Ministério de Minas e Energia conseguiu concluir o segundo leilão de energia produzida por usinas existentes Novas unidades geradoras podem aumentar em 11% capacidade da usina de Itaipu Até o início de outubro, a hidrelétrica de Itaipu terá sua capacidade instalada aumentada em 11%, com a entrada em operação de mais duas unidades geradoras EDP propõe parceria em hidrelétricas à Eletrobrás A EDP Brasil avalia concorrer para a compra de duas novas centrais hidrelétricas junto com a Eletrobrás e também deve fazer uma oferta inicial de ações até meados deste ano Ibama reduz prazo para dar licença a hidrelétricas O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) pretende diminuir de um ano para nove meses o tempo de análise para a concessão de licenciamento prévio de usinas hidrelétricas Siderúrgica garante gás natural em reunião com a Petrobras A Usina Siderúrgica do Ceará (USC) está mais perto de se tornar realidade. É o que garante o vice-governador do Estado, Maia Júnior Furlan vai atuar como articulador de usina no MA A convite do governador do estado, José Reinaldo Tavares, o ministro do Desenvolvimento apoiará a viabilização do empreendimento do grupo chinês Baosteel Belgo amplia produção em São Paulo A Companhia Belgo Mineira, controlada pelo grupo europeu Arcelor, inaugurou a expansão da sua unidade industrial localizada em Piracicaba Votorantim planeja 60% de autoprodução Com 11 projetos de novas usinas hidrelétricas em andamento, a Votorantim Energia quer ampliar a autogeração das empresas do grupo de 45% para 60% até 2010 Petrobras disputa áreas de exploração e produção na Venezuela A Petrobras se inscreveu para a participação da primeira fase da licitação de áreas de exploração e produção na Venezuela, que têm reservas estimadas em 26 trilhões de pés cúbicos (TCF) Endesa planeja crescer na área de geração no Brasil A companhia planeja participar do leilão de energia nova, marcado para o próximo semestre, informou o presidente da Endesa no Brasil Estatal busca parcerias com uruguaios para explorar petróleo e gás na Bacia de Pelotas A Petrobras pretende estabelecer parcerias com empresas uruguaias para explorar petróleo e gás na Bacia de Pelotas (localizada nos dois países) Shell quer entrar em parceria da Petrobras nos campos de gás da Bacia de Santos A Shell também quer ter participação no desenvolvimento do Campo de Mexilhão que faz parte das reservas gigantes de gás natural descobertas pela Petrobras na Bacia de Santos Arcelor próxima de formar sua holding A direção da Arcelor dá nos próximos dias a cartada final para formação de uma holding no Brasil reunindo todos os seus ativos locais PETRÓLEO Empresas britânicas de treinamento e certificação no setor de óleo e gás de olho no Brasil As lacunas na regulamentação de procedimentos operacionais para o setor de petróleo e gás no Brasil estão abrindo os olhos das empresas britânicas para um novo mercado. Assessoradas pelo British Council (órgão do governo britânico responsável pela promoção de cultura e educação do Reino Unido), instituições certificadoras e de treinamento inglesas e escocesas estão tentando cruzar o oceano Atlântico para aportar em salas de aula e plataformas da Petrobras. No Reino Unido, o sistema de certificação passa por diversas instâncias, como Conselhos Setoriais de Capacitação (que definem os padrões de treinamento que serão adotados para cada atividade), empresas certificadoras (que conferem se os treinamentos estão adequados) e as próprias empresas de treinamento, que preparam os profissionais para o exercício de suas funções. O gerente de Práticas Operacionais da Petrobras no Brasil, Francisco Crisóstomo, diz que ainda falta muito para que o Brasil consiga desenvolver um sistema complexo como este. Por ora, o único tipo de certificação existente vale para as atividades de manutenção, sendo emitida pela Associação Brasileira de Manutenção (Abramam). - Outras atividades, como a operação de movimentação de cargas, por exemplo, ficam descobertas - diz. Há cerca de dois anos, a estatal deu a partida a um programa de mapeamento de tarefas, conhecimento de habilidades de cada funcionário e de diagnóstico do treinamento necessário para capacitar cada operador às respectivas atividades. A estatal está ainda montando duas ´fábricas de conteúdo´, com ensino à distancia e cursos presenciais. Para o consultor de negócios da Petrobras, André Pinto, a grande dificuldade da estatal atualmente é diagnosticar se o treinamento oferecido supre a totalidade das necessidades do empregado para que ele exerça suas atividades nas plataformas. - Algumas empresas britânicas se especializam mais no aspecto vivencial do treinamento. Seria oportuno para a Petrobras se pudéssemos trazer este tipo de serviço para o Brasil. Outras podem avaliar a efetividade do treinamento, observando a forma como os operadores cumprem suas tarefas - disse, depois de participar de uma missão empresarial organizada pelo British Council, que consistiu em visitas a companhias escocesas e inglesas. No que depender de algumas empresas britânicas, a vontade de aproximação é recíproca. A escocesa Nutec está investindo US$ 16 milhões em um centro de treinamento no Brasil, enquanto a Aset dá andamento a uma parceria com o Senai para a construção de simuladores de lastro, de controle de estabilidade e de ambientes de atmosfera explosiva no pais. Algumas companhias, no entanto, aguardam a formação de parcerias ou de contratos com empresas locais para a realização de investimentos. E o caso da Cogent, que atua em duas vias: na emissão do certificado Opito, de reconhecimento internacional, e em consultoria para treinamento. Presente em 17 paises, a Cogent analisa as funções de cada funcionário, define padrões de performance, identifica necessidades de conhecimento exigidas para cada atividade e estabelece uma estratégia de acesso ao certificado. Segundo o diretor de produtos e serviços da empresa, Gareth Cooke, um projeto implementado recentemente em uma plataforma da BP no Mar do Norte reduziu o numero de acidentes em 20%. Já as companhias TTI International, de NewCastle (Inglaterra), e a Petrofac, sediada em Aberdeen (Escócia), deram início ao treinamento de 1 mil técnicos, também da BP, em Baku, no Arzebaijão. O projeto contará com simuladores de controle de perfuração, além de outros equipamentos usados pela indústria, além de ter 30 salas de aula e equipamentos nos planos físico e virtual. Fonte: Globo Online Estatal bate o quarto recorde de produção em oito dias A Petrobras bateu nesta quarta-feira (6/4) o quarto recorde de produção nos últimos oito dias, atingindo o volume de 1.720.096 barris de petróleo nos campos localizados no Brasil. A estatal destacou como fator decisivo desse desempenho a produção crescente das plataformas P-43 e P-48, que juntas estão produzindo hoje mais de 185 mil barris. Com a entrada em operação de novos poços, a produção dessas plataformas deverá alcançar a marca de 300 mil barris por dia até o próximo mês de julho. Outro aspecto considerado determinante pela Petrobras foi a elevada eficiência operacional das demais plataformas das unidades localizadas na Bacia de Campos. Em conjunto, atingiram o recorde diário de 1.429.000 barris. A região foi seguida pelas bacias Potiguar e Ceará (105.512), Bacia Solimões (61.489), bacias Sergipe e Alagoas (46.626), Bacia Espírito Santos e Campos (37.302) e Bacia de Santos e Xisto (8.545). Fonte: TN Petróleo Petrobras busca petróleo no RS A prospecção de petróleo no Rio Grande do Sul foi confirmada pela ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff, em reunião no seu gabinete com o governador Germano Rigotto, em Brasília. O trabalho contemplará a área da Bacia Pelotas e o investimento inicial previsto por técnicos da Petrobras é de 20 milhões de dólares. Segundo Rousseff, a estatal fará o trabalho em parceria com empresas uruguaias de atuação no mesmo segmento, pois a Bacia Pelotas localiza-se no território dos dois países. Dentro do cronograma da Petrobras, a prospecção está prevista para ser executada no RS dentro dos próximos dois anos, afirmou a ministra. O tema da exploração de petróleo na Bacia Pelotas foi tratado antes no Palácio do Planalto, no encontro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o seu colega do Uruguai, Tabaré Vázquez. ´Nós achamos que é muito provável que a bacia apresente boas oportunidades de achar óleo e gás do lado brasileiro. Também é possível que haja petróleo e gás do lado uruguaio´, disse Rousseff. O governador Germano Rigotto comemorou a perspectiva de expansão dos negócios da estatal na Metade Sul. ´A prospecção no Rio Grande do Sul vai proporcionar mais empregos e desenvolvimento para o Estado, além de atrair outras empresas e investimentos´, previu ele. Dilma Rousseff adiantou que Brasil e Uruguai deverão firmar memorando para iniciar estudos sobre o potencial de exploração da bacia. Entendimentos nos setores de energia elétrica e mineração também vão estar contemplados no documento. Na avaliação feita pela ministra, na audiência com o governador, os blocos de exploração das bacias Pelotas e Amazonas (AM) apresentam grande potencial de ocorrência de boas reservas de petróleo cru e gás natural. Essa possibilidade, já identificada pela Petrobras, deixou Rigotto otimista. Segundo informações preliminares, cerca de 70% das reservas da Bacia Pelotas estão localizadas em território gaúcho e as demais 30% no Uruguai. Fonte: Correio do Povo Encontradas novas reservas gigantes de petróleo em Campos A petroleira canadense Encan encontrou reservas que podem chegar a 1 bilhão de barris de petróleo na Bacia de Campos - quantidade que poderia incluir a área entre os campos gigantes do País - em um bloco exploratório adquirido na segunda rodada de licitações da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP). O principal executivo da companhia no Brasil, Júlio César Moreira, ressaltou, porém, que a jazida precisa de novos testes antes de ser confirmada a descoberta. A existência de petróleo no local foi constatada em dezembro do ano passado. Este ano, a Encan deve perfurar ainda dois poços na área, chamada BM-C-7, na porção sul da bacia, em frente à Região dos Lagos fluminense. A partir do ano que vem, a empresa prepara um teste de longa duração das reservas, que consiste na extração do petróleo para verificar o quanto poderá ser recuperado. Mas Moreira declarou-se otimista com o futuro do projeto, que deverá entrar em produção definitiva entre 2008 ou 2009, caso os testes sejam bem sucedidos. O óleo descoberto no BM-C-7 é do tipo pesado, mais difícil de extrair e que produz derivados de menor valor. Por isso, a jazida precisa ter grandes volumes para ser comercialmente viável. Segundo Moreira, o petróleo tem 15º API (medida internacional de qualidade, segundo a qual quanto mais perto de 50º, melhor). A título de comparação, o petróleo do campo de Jubarte, da Bacia de Campos, um dos mais pesados do País, gira em torno de 17º API. O Brent, referência mundial de preços, fica perto dos 35º. Fonte: O Estado de São Paulo
O recorde da produção de petróleo alcançado pela Petrobras , quando atingiu o pico de 1,650 milhão barris/dia, já leva alguns executivos da empresa a voltarem a acreditar na viabilidade de antecipação da meta de auto-suficiência - originalmente prevista para o início de 2006 - para dezembro deste ano. O resultado, segundo o gerente executivo da Área de Exploração e Produção da empresa, Francisco Nepomuceno, mais do que compensou a queda da produção de cerca de 4% no ano passado, a primeira em dez anos de atividades da empresa. A confiança dos executivos na auto-suficiência é tanta, que a empresa já começa a preparar o terreno para atingir a meta seguinte: a de redução a quase zero das importações de óleo leve, que hoje chegam ao equivalente a 350 mil barris. Em abril, revelou o executivo, a diretoria abre as propostas das empresas que disputam o direito de fornecer o sistema flutuante que será afretado para o campo de Golfinho 2, que começará a produzir óleo leve na Bacia do Espírito Santo. Juntamente com os campos de Golfinho 1 e Piranema, na Bacia de Sergipe-Alagoas, deverá produzir o equivalente a 150 mil barris por dia de petróleo leve. No início deste ano, a Petrobras definiu as estrangeiras SBM e Sevan Marine como fornecedoras dos sistemas antecipados de produção que operarão, a partir de 2006, respectivamente em Golfinho 1 e Piranema. A unidade da Sevan Marine, uma plataforma de casco flutuante, antecipará a produção da unidade similar que vem sendo desenvolvida pelo Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes) para o mesmo campo. Já o equipamento afretado junto à SBP consiste em uma unidade flutuante do tipo FPSO, convertida a partir de um casco de petroleiro. Fonte: Gazeta Mercantil Petrobras busca ampliar a sobrevida de poços antigos A partir deste ano, a Petrobras começa a por em prática um programa voltado para a otimização dos campos maduros, aqueles cuja produção petrolífera já atingiu o pico e estão em vias de declínio. O objetivo é melhorar a gestão e desenvolver novas tecnologias que possibilitem aumentar a sobrevida desses campos, de forma a contribuir com a meta da auto-suficiência em petróleo e gás prevista para fim de 2005 ou início de 2006. A iniciativa recebeu o nome de Recage, sigla para Revitalização de Campos com Alto Grau de Explotação e é coordenada pela área de Exploração e Produção da Petrobras, que concentrará 69% dos R$ 30 bilhões a serem investidos em 2005. Lançado oficialmente em agosto de 2004, o programa engloba mais de 190 campos maduros, que representam 70% das concessões da Petrobras e 60% da produção nacional. Eles estão distribuídos entre as Unidades de Negócio da Bacia de Campos, da Bahia, do Rio Grande do Norte e Ceará, de Sergipe-Alagoas e do Espírito Santo. "Os campos maduros se traduzem pelo aumento da produção de água e como conseqüência o aparecimento de todos os problemas advindos da corrosão das instalações e do gerenciamento desta água produzida. A idéia é que quanto mais cedo se adotar as práticas comumente usadas para rejuvenescê-los melhor", diz Carlos Roberto Carvalho de Holleben, da Engenharia de Reservatórios da Petrobras. É por isto que o programa abre um novo leque de oportunidades para as pequenas empresas prestadoras de serviços, uma vez que boa parte dos campos se encontra em bacias terrestres, onde o investimento costuma ser menor que em águas profundas. Também beneficia as empresas de base tecnológica, pois parcerias para o desenvolvimento de novas tecnologias serão incentivadas.
ANP divulgará laudo que comprova reserva de petróleo no PR Uma reserva de petróleo, ainda sem dimensão determinada, foi encontrada em um distrito do município de Joaquim da Távora (PR). O produto foi descoberto em janeiro pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) durante a perfuração de um poço para a retirada de água. A confirmação de que o óleo encontrado pela empresa era petróleo foi dada por um laboratório ligado à Universidade Federal do Paraná (UFPR) há 20 dias. Os testes foram feitos a pedido da companhia. Extra-oficialmente, técnicos da Agência Nacional do Petróleo (ANP) também já dizem (pelo cheiro e características como a viscosidade) se tratar de petróleo o produto encontrado no distrito de São Roque do Pinhal, a cerca de 20 km da sede do município. Segundo João Horário Pereira, gerente de Hidrogeologia da Sanepar, nunca, em 43 anos de atuação da empresa e depois da perfuração de cerca de 5 mil poços, houve experiência semelhante à de Joaquim da Távora (342 km de Curitiba). Fonte: Gazeta do Paraná Refinaria de petróleo será no Nordeste, admite Petrobras Pela primeira vez, o presidente da Petrobras, José Eduardo Dutra, afirmou que a nova refinaria da companhia será construída na Região Nordeste. O executivo disse que a microrregião onde será instalada a refinaria será escolhida em seis meses. Para a construção da refinaria deverá ser firmada uma sociedade com a estatal Petróleos de Venezuela S.A. (PDVSA), que já tem um protocolo de intenções assinado com o governo de Pernambuco. O secretário estadual de Energia, Indústria Naval e Petróleo do Rio, Wagner Victer, não vê problemas em a refinaria ser construída no Nordeste. Ele lembrou que o Rio já garantiu a construção de uma unidade petroquímica da Petrobras no estado, o que vai gerar cerca de 30 mil empregos diretos e indiretos. O Rio de Janeiro vinha disputando a refinaria desde o início do governo Lula. Há cerca de dois meses, a ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff, chegou a divulgar que a refinaria seria em Pernambuco, depois, no mesmo dia, recuou. O governo federal, então, adotou o discurso de que o anúncio oficial do local da refinaria seria feito pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez. O governador Jarbas Vasconcelos, por sua vez, já disse que Pernambuco poderia comemorar o investimento. Fonte:
Jornal do Commercio A Petrobras aprovou a assinatura de contrato com a Sevan Marine Production ASA, para afretamento da plataforma SSP300, que será destinada ao campo de Piranema, em Sergipe. O óleo a ser produzido é do tipo leve, com 43° API e encontra-se em profundidades que vão de mil a 1,6 mil metros. A plataforma da Sevan é uma unidade flutuante do tipo monocoluna e com formato redondo e será a primeira do gênero a operar no mundo. Segundo informa a Petrobras, as plataformas menores, como esta, são uma opção para baratear o desenvolvimento de pquenas acumulações de óleo em águas profundas, como é o caso de Piranema. A unidade está sendo construída no estaleiro de Yantai Raffles, na China, e estará pronta e disponível para operar em 2006. Equipada com uma planta de processo para produção de cerca de 20 mil barris de petróleo por dia e uma planta de injeção de gás para compressão de 3,6 milhões por dia, a plataforma terá capacidade para armazenar 300 mil barris de petróleo. Fonte: TN Petróleo ANP interrompe estudos em Sousa A operação de retirada de amostras do solo da Bacia do Rio do Peixe, localizada em Sousa, Sertão da Paraíba, para confirmar a existência de petróleo, está paralisada há mais de uma semana. O motivo, segundo o coordenador dos trabalhos de campo da Companhia de Desenvolvimento de Recursos Minerais da Paraíba (CDRM-PB), o engenheiro de minas José Soares de Brito, são as chuvas que estão caindo na região, que impedem a atividade de extração dos sedimentos - que foi iniciada na segunda quinzena de março. Até agora, cerca de 500 amostras foram colhidas e encaminhadas para o Rio de Janeiro para análise em laboratórios. "De acordo com a Agência Nacional de Petróleo (ANP), os sedimentos seguirão para os Estados Unidos, e creio, que em dois ou três meses o resultado saia", disse. Quanto ao mau tempo, o engenheiro disse que até o acesso para os locais onde as amostras estão sendo retiradas está difícil. A CDRM é um órgão ligado à Secretaria Extraordinária de Meio Ambiente, dos Recursos Hídricos e Minerais (Semarh). Apesar de não estar em ação, a equipe da Georadar continua em Sousa aguardando a retomada das atividades - o município fica à 427,1 quilômetros da Capital. "Assim que o tempo der uma trégua, continuaremos a colher as amostras que devem totalizar em torno de 1.500", completou José Soares. A Georadar foi contratada pela MRM Assessoria em Petróleo Ambiental, que venceu a licitação da ANP para a realização da pesquisa no solo do Serão paraibano. Fonte: Correio da Paraíba GÁS NATURAL Impasse na Bolívia pode comprometer setor energético Cerca de US$ 1,5 bilhão em investimentos da Repsol YPF em gás natural aguardam a definição da Bolívia sobre a nova lei de hidrocarbonetos do país, atualmente em votação no Congresso e motivo de uma séria crise política. Segundo o superintendente de comercialização de gás da Repsol, Marco Aurélio Tavares, se o formato definitivo da nova legislação for o aprovado pela Câmara boliviana no mês passado, o Brasil poderá enfrentar um déficit potencial de 30 milhões de metros cúbicos diários de gás natural a partir de 2008. A situação atual, observou o executivo, pode representar uma grave ameaça ao abastecimento de energia do Brasil e também mantém em compasso de espera outros US$ 1,5 bilhão das demais empresas que atuam na Bolívia. A Repsol é a maior produtora de gás natural do país vizinho e tem investidos no país US$ 1,2 bilhão. Os US$ 1,5 bilhão em investimentos da empresa nos próximos três anos serão destinados ao aumento da produção local, à ampliação do gasoduto Brasil-Bolívia e a obras de transporte de gás para a Argentina. Apesar da possibilidade de um cenário sombrio, Marco Aurélio Tavares fez questão de demonstrar otimismo com os desdobramentos da votação da nova lei boliviana de hidrocarbonetos. Pela versão aprovada pelos deputados bolivianos, as empresas produtoras de gás pagariam, além dos 18% em royalties e participações, mais 32% de referente a um novo imposto, o que aumentaria os encargos para 50%. O projeto obriga ainda a migração das atuais concessões para as novas regras. Fonte: TN Petróleo CEG-Rio vai construir um gasoduto até Angra A CEG-Rio, concessionária de distribuição de gás natural do estado do Rio de Janeiro, terá que investir R$ 80 milhões, este ano, na instalação de um gasoduto de 80 quilômetros para abastecer os municípios de Mangaratiba e Angra dos Reis, na região sul do estado do Rio. Determinado pelo governo fluminense, que o incluirá no contrato de concessão da distribuidora, o investimento faz parte de um pacote de medidas negociado ontem em sessão da Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos (Asep) para discutir a revisão qüinqüenal do contrato de concessão da distribuidora. Fonte: Gazeta Mercantil Petrobras vai investir R$ 6 bi no segmento até 2010 Jorge Roberto Abrahão Hijjar, gerente de desenvolvimento do mercado de gás da Petrobras, não quis comentar a previsão do diretor da Repsol de que vai faltar gás em 2008. Hijjar disse que a estatal está investindo US$ 6 bilhões até 2010 para mais do que dobrar a oferta atual de gás natural de 30 milhões de m³/dia para 77 milhões de m³/dia, sem contar com o gás consumido pela própria estatal. "Isso está no nosso plano estratégico, que prevê crescimento de 14% ao ano do mercado até o fim da década" disse ele, que também participou do seminário "Petróleo e Gás no Brasil: a hora de crescer". Na verdade, a estatal está trabalhando na área de logística para "antecipar" novos mercados para o gás natural. Ele disse que a malha de gasodutos no país é muito esparsa e isso cria "barreiras" ao suprimento do produto, ao contrário das malhas dos EUA e Canadá. "A idéia é transportar o gás natural comprimido (GNC) e o gás natural liquefeito (GNL) via carretas, trem e até balsas, enquanto não houver gasoduto suficiente para isso, sempre desenvolvendo mercados junto com as distribuidoras locais." Na área de GNL, a Petrobras já estuda a construção de uma unidade-protótipo em um Estado do Nordeste, que ainda não foi escolhido, mas que ficará entre Bahia e Ceará. A unidade deverá produzir 50 mil m³/dia, volume considerado pequeno, mas suficiente para o Nordeste, como destacou Hijjar. A fábrica Gemini, de GNL, parceria da Petrobras com a White Martins em Paulínia, produz 380 mil m³/dia. A White Martins já estuda a duplicação da planta, pois o mercado está bom, adiantou Hijjar. Fonte: Valor Econômico INDÚSTRIA NAVAL Estaleiros entram na disputa por 40 navios da PDVSA O Brasil está entrando na disputa pela construção de cerca de 40 navios a serem encomendados pela PDV Marina, empresa controlada pela Petróleos de Venezuela (PDVSA). O negócio pode representar a abertura de exportações de navios para a indústria naval brasileira. Sérgio Bacci, secretário de Fomento para Ações de Transporte do Ministério dos Transportes, admitiu que o Fundo de Marinha Mercante (FMM), principal fonte de financiamento da indústria naval brasileira, poderá apoiar a construção de navios para a exportação. Ele informou que o orçamento do Fundo para 2005 é de R$ 1 bilhão, montante ao qual é preciso somar R$ 2,5 bilhões em estoque no Tesouro Nacional. Esse dinheiro é referente à arrecadação do adicional sobre fretes e ao retorno obtido com os empréstimos no FMM. Ariovaldo Rocha, presidente do Sindicato Nacional da Indústria Naval e Offshore (Sinaval), que reúne os estaleiros, afirmou que as empresas têm interesse na construção dos 40 navios da PDVSA, mas ainda é cedo para saber se o negócio irá evoluir. Rocha estimou que as 40 embarcações podem significar um investimento de US$ 3,7 bilhões (média de cerca de US$ 90 milhões por embarcação). Oficialmente, o governo brasileiro desconhece o valor total dos navios. Fonte: Valor Econômico Desclassificação de estaleiros na licitação da Transpetro poderá ser revertida Os estaleiros
Renave, Nuclep e Inace foram desclassificados para participar da licitação
proposta pela Transpetro para a construção de 42 petroleiros.
Como nesta primeira fase de pré-qualificação há
apenas a análise de documentos das empresas, os motivos para
desclassificação seriam decorrentes de impossibilidades
jurídicas e não técnicas. Os estaleiros têm
até 10 dias para apresentar recursos e tentar reverter a situação. "Essa solução é que interessa mesmo aos estaleiros virtuais, eles ganham a licitação e subcontratam um estaleiro que já existe. É uma ciranda, uma bicicleta financeira", argumentou o secretário estadual de Energia, Indústria Naval e Petróleo, Wagner Victer, que considerou a desclassificação inaceitável, absurda e assegurou que ela será revertida. "Pode reparar que só estaleiros reais foram desclassificados. Claro, os que não existem não podem ter nenhuma distorção", comentou. O secretário Victer criticou a decisão da Transpetro principalmente sobre a Nuclep, uma vez que a empresa foi contratada pela Petrobras para construir o casco da plataforma P-51. "Como a Nuclep pode ter figura jurídica para construir o casco de uma plataforma para a Petrobras, empresa holding, e não pode participar da licitação da Transpetro?", questiona. Fonte:
TN Petróleo O encontro de empresários do setor naval brasileiro com representantes da petroleira estatal venezuelana, a PDVSA, foi adiado para os dias 26 e 27 de abril, em Caracas. O encontro, que inicialmente havia sido marcado para 6 a 8 de abril, tem o objetivo de atrair para o Brasil a construção dos 40 petroleiros demandados pela PDVSA. A informação foi divulgada pelo presidente do Sinaval e sócio do estaleiro Aker Promar, Ariovaldo Rocha, durante o lançamento do PSV Asso Ventisei, nesta quinta-feira (07/03), nas instalações do estaleiro. Segundo Rocha, a organização do encontro está a encargo do Ministério das Minas e Energia, mais precisamente da secretária de petróleo e gás, Maria das Graças Foster. A missão à Venezuela contará também com a participação do governo municipal de Niterói. O secretário de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia de Niterói, Rodrigo Neves, irá à república bolivariana e pretende apresentar as credenciais do município como "importante pólo de construção naval." Segundo o secretário, o grande competidor do Brasil para estas encomendas da PDVSA é a Espanha, onde já estão sendo construídos dois navios para a estatal venezuelana. O secretário de fomento para ações de transporte, do Ministério dos Transportes, Sérgio Bacci, comentou que a construção de navios no Brasil é uma ação estratégica porque os estaleiros da China, Coréia e Japão estão com a carteira ocupada até 2010 e os pedidos de navios são quase diários. "O Brasil tem que estar atento a este mercado de exportação, não é só a Venezuela", disse. O secretário explicou que o financiamento para a construção dos navios da PDVSA poderia ser obtido por meio do Exim do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ou com o financiamento ao estaleiro feito pelo Fundo de Marinha Mercante (FMM), com garantia do seguro-garantia. Fonte: TN Petróleo
Usina Santa Clara vai operar em julho A Copel deve colocar em funcionamento no final de julho a Usina Santa Clara, hidrelétrica com potência instalada de 120 megawatts, localizada no Rio Jordão, região Centro-Sul do Paraná, cuja construção está sendo finalizada. Toda a parte civil da obra, como escavações e concretagem, já foi concluída. Estão em andamento os trabalhos de montagem eletromecânica das duas unidades geradoras e de instalação dos sistemas de supervisão e controle e de serviços auxiliares. O estator do gerador da unidade um, estrutura metálica de 100 toneladas de peso com 8 metros de diâmetro por 5 de altura, já está a caminho do canteiro de obras, onde deverá chegar no final do mês, depois de viajar 2.500 km desde a fábrica, na cidade argentina de Mendoza. E, nos próximos dias, com o fechamento do túnel por onde o curso do Jordão vem sendo desviado, desde agosto de 2003, começará a ser formado o reservatório da usina cuja potência vai ser suficiente para atender a cerca de 300 mil pessoas. A barragem de Santa Clara está situada na divisa dos municípios de Pinhão e Candói, a 76 km de Guarapuava. Investimentos - Santa Clara forma com a Usina Fundão, também de 120 MW e com operação prevista para julho de 2006, o Complexo Energético do Rio Jordão, a maior obra de geração de energia em construção no Paraná e o maior empreendimento individual do atual governo. O projeto todo vai demandar investimentos orçados em R$ 480 milhões e inclui duas pequenas hidrelétricas incorporadas a cada uma das barragens, que somam 5,9 MW de potência adicional. Fonte: O Estado do Paraná Leilão não cobre demanda de energia
O processo foi conturbado. Confinados em suítes individuais, no Hotel Grand Meliá World Trade Center, em São Paulo, sem acesso a nenhum tipo de comunicação, a não ser com a comissão do evento, os representantes das 15 empresas que participaram do leilão só puderam deixar o local por volta das 5 horas da manhã de domingo. Quem estava de fora só via o resultado de cada rodada, de um total de 59, num telão instalado no Centro de Convenção do hotel. Mas ninguém conseguia entender os resultados, divulgados a cada 15 minutos. O que mais intrigava era a constante queda nos preços dos contratos a partir de 2009, enquanto 2008 não se movia. A explicação só veio com a entrevista da ministra. Segundo ela, logo no início do leilão, a oferta de energia informada pelos vendedores, de 7.300 MW médios, foi reduzida em 50%. O que obrigou o sistema a diminuir a demanda pela metade. ´A partir deste momento sabíamos que o leilão seria de apenas um produto, pois não haveria oferta suficiente para os dois anos´, comentou a ministra. Nessa situação, diz ela, deve-se de atender ao período mais próximo, no caso 2008. Fonte: O Estado de São Paulo
Até o início de outubro, a hidrelétrica de Itaipu terá sua capacidade instalada aumentada em 11%, com a entrada em operação de mais duas unidades geradoras. Para que essas novas unidades possam trabalhar simultaneamente com as 18 já em operação, será necessário fazer a revisão do acordo tripartite firmado por Brasil, Paraguai e Argentina em 1979, para definir parâmetros de uso dos recursos hidráulicos do Rio Paraná, no trecho que vai de Guaíra até a foz do Rio da Prata. "A revisão do acordo tripartite permitirá que a usina produza mais energia nos horários de pico, quando aumenta a demanda do sistema. E vai facilitar a operação de Itaipu", explica o diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, Jorge Samek. Com a entrada
em operação das novas unidades geradoras, Itaipu aumenta
a sua potência instalada de 12,6 mil megawatts (MW) para 14 mil
MW. Segundo Samek, em 2005, a usina vai distribuir US$ 306 milhões
em royalties, dos quais metade ficará com o Brasil e metade com
o Paraguai. Até agora, já foram liberados US$ 46 milhões
somente para estados e municípios brasileiros e Governo Federal. EDP propõe parceria em hidrelétricas à Eletrobrás A EDP Brasil avalia concorrer para a compra de duas novas centrais hidrelétricas junto com a Eletrobrás e também deve fazer uma oferta inicial de ações até meados deste ano, dependendo das condições do mercado de capitais, informou ontem o presidente-executivo da EDP-Energias, de Portugal, João Talone, que controla 70% do capital da EDP Brasil. As duas novas centrais hidrelétricas em estudo no Brasil pela empresa, que podem fazer parte do leilão de energia nova que o governo brasileiro prepara, são os projetos de Ipoeiras no rio Tocantins e com potência de 480 Megawatts e de Mirador, localizado em Goiás e com potência de 106 MW. Investimentos em parceriaTalone lembrou que a EDP Brasil já tem duas centrais no Tocantins e estuda conjuntamente com a Eletrobrás a viabilidade de compra das novas usinas. O executivo fez questão de ressaltar, no entanto, que só fará esses novos investimentos se tiver a parceria da estatal brasileira de energia. Segundo Talone, esses desembolsos seriam financiados pelo fluxo de caixa da própria EDP Brasil, além de financiamentos locais e com o lançamentos das ações, que deve ser anunciado oficialmente em São Paulo. "A EDP não precisa ter 70% da EDP Brasil. Podemos ser ligeiramente diluídos e, com isso, levantar fundos para continuar a desenvolvê-la", explicou o presidente-executivo da EDP de Portugal. Fonte:
Gazeta Mercantil O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) pretende diminuir de um ano para nove meses o tempo de análise para a concessão de licenciamento prévio de usinas hidrelétricas. A definição do novo prazo consta de instrução normativa que o presidente da autarquia, Marcus Barros, assinou ontem e será publicada segunda-feira no "Diário Oficial" da União. Além da redução no tempo de análise, o Ibama está patrocinando outras mudanças. Uma delas tem o objetivo de dar mais transparência aos processos que tramitam no órgão ambiental e torna inteiramente públicas as informações sobre o andamento das análises de estudos de impacto para a construção de hidrelétricas. A consulta aos processos está disponível na internet (ibama.gov.br/licenciamento) e terá atualização permanente. Fonte: Valor Econômico SIDERURGIA Siderúrgica garante gás natural em reunião com a Petrobras A Usina Siderúrgica do Ceará (USC) está mais perto de se tornar realidade. É o que garante o vice-governador do Estado, Maia Júnior. Em reunião realizada com representantes da Petrobras ficou acertado, entre outros detalhes, o fornecimento de gás natural para o funcionamento da usina. Agora, serão trinta dias para concluir o contrato entre Petrobras, Companhia de Gás do Ceará (Cegás) e Universidade Federal do Ceará (UFC). "Foi um trabalho muito difícil, mas avançamos muito. Hoje, posso dizer que estamos bem mais perto do que longe", disse. O vice-governador prefere manter a cautela em relação a datas, mas afirma que espera estar começando as obras em julho. O pré-contrato estabelecido entre Petrobras e Cegás assegura o suprimento, enquanto o da Cegás e UFC se refere ao fornecimento. "Todos os problemas foram eqüacionados e não temos mais pendências", declara Maia Júnior. No total, a usina será abastecida com 1,8 milhão de metros cúbicos de gás por dia. O fornecimento de pelotas (bolas de minério) também está garantido e deverá ser feito pela Companhia Vale do Rio Doce à UFC. "Considero a reunião de um grande avanço", comenta. Fonte: Diário do Nordeste Furlan vai atuar como articulador de usina no MA A convite do governador do estado, José Reinaldo Tavares, o ministro do Desenvolvimento apoiará a viabilização do empreendimento do grupo chinês Baosteel. A convite do governador do Maranhão, José Reinaldo Tavares, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, é o mais novo articulador da instalação da usina siderúrgica do grupo chinês Baosteel no estado. O convite foi feito durante a abertura do 90º Encontro Nacional de Comércio Exterior (Encomex), realizado ontem em São Luís. Ao aceitar a missão dada por José Reinaldo, Furlan diz que existem pontos que precisam ser superados e prometeu atuar como articulador entre os investidores, o governo do estado, prefeitura, órgãos do governo federal que influenciam o Meio Ambiente, o Ministério da Fazenda e o presidente da República. Fonte: Gazeta Mercantil Belgo amplia produção em São Paulo A Companhia Belgo Mineira, controlada pelo grupo europeu Arcelor, inaugurou a expansão da sua unidade industrial localizada em Piracicaba, (interior de SP). Destinada à produção de vergalhões para a construção civil, a fábrica recebeu investimento de US$ 100 milhões para aumentar sua capacidade instalada de 500 mil toneladas para 1,1 milhão de toneladas anuais. Esse montante integra investimento de US$ 4 bilhões previsto pelo grupo Arcelor no Brasil em um período de 2004 a 2009. Fonte: Gazeta Mercantil MERCADO Votorantim planeja 60% de autoprodução Com 11 projetos de novas usinas hidrelétricas em andamento, a Votorantim Energia, empresa da Grupo Votorantim responsável pelo gerenciamento das atividades de energia da companhia, quer ampliar a autogeração das empresas do grupo de 45% para 60% até 2010. A meta é considerada um desafio pelo diretor superintendente da Votorantim Energia, Otávio Carneiro de Rezende, "dada a alta taxa de crescimento do grupo, que tem avançado acima dos projetos de expansão planejados". Os projetos ampliarão em 4 mil MW de capacidade instalada do País, o que representa 8% da capacidade atual brasileira, e consumirão um total de R$ 8,7 bilhões, dos quais R$ 2,5 bilhões serão aplicados pela Votorantim. Com isso, a autogeração deve crescer 1,2 mil MW, atingindo os 2,17 mil MW. Embora a autogeração seja uma atividade antiga no grupo - a primeira usina, "Votorantim", de 3 MW, data de 1913 - e tenha mantido uma evolução consistente ao longo dos mais de 90 anos (deve chegar aos 1.455 MW até o final deste ano), os projetos do grupo têm apresentado problemas crescentes, dada as dificuldades de obtenção de licença ambiental e aumento dos encargos de transporte e transmissão. Para Rezende,
apesar da boa vontade do Ministério de Minas e Energia em apressar
o processo de licenciamento ambiental, ainda existe necessidade de ampliar
os esforços para acelerar as operações. Das 11usinas
em andamento, três estão com "graves problemas para
a entrada em operação", como Santa Isabel (TO), cujo
estudo de impacto ambiental está sendo refeito, Pai Querê
(RS/SC), há três anos a espera da licença, e Serra
do Facão (GO), que teve a execução suspensa por
uma liminar. "É preciso haver uma discussão séria
a respeito das regras ambientais, porque ninguém é contra
a mitigação dos problemas ambientais, mas queremos as
regras definidas", disse Rezende. Petrobras disputa áreas de exploração e produção na Venezuela A Petrobras se inscreveu para a participação da primeira fase da licitação de áreas de exploração e produção na Venezuela, que têm reservas estimadas em 26 trilhões de pés cúbicos (TCF). Além da Petrobras, as principais companhias de petróleo do mundo também participam da concorrência. Nesta primeira fase, que foram ofertados seis blocos, participaram 37 empresas, incluindo a Petrobras. O projeto de desenvolvimento dessas áreas é chamado de Rafael Urdaneta (PRU) e é formado por 18 blocos de exploração, no Golfo da Venezuela, e 11 blocos, em frente à costa noroeste do estado venezuelano de Falcón, que cobrem uma área de 30 mil quilômetros quadrados. Apesar de o início da licitação ter sido realizado nesta segunda, o governo venezuelano espera que o processo só esteja concluído em 10 de setembro. As propostas para a concessão dos blocos deverão ser apresentadas em 27 de julho. As autoridades também não informaram quando serão abertos os processos de licitação dos 23 blocos restantes. Segundo o governo, entre as interessadas nas seis primeiras áreas estão Repsol, Amerada Hess, Anadarko, Billington, BP British Gas, ChevronTexaco, ConocoPhillps e El Paso, Eni, ExxonMobil, Gazprom, Inelectra, Lukoil, Marubeni, Mitsubishi, Mitsui, Nimir, Occidental, ONGC, Perenco, Petrocanadá, Petropars, Pluspetrol, Samsung e Shell, além da Petrobras. Fonte: Globo Online Endesa planeja crescer na área de geração no Brasil Após promover a reestruturação financeira e operacional da controlada Ampla, que passou pelo alongamento da dívida de curto prazo, pelo enxugamento de quadros e principalmente pela reversão de três anos seguidos de resultados negativos, o grupo espanhol Endesa anunciou sua intenção de voltar a investir na geração de energia elétrica do Brasil. A companhia planeja participar do leilão de energia nova, marcado para o próximo semestre, informou o presidente da Endesa no Brasil, que acumula a presidência da Ampla, Marcelo Llévenes. No leilão serão licitadas 17 usinas hidrelétricas com capacidade instalada de 2.893 megawatts (MW). A Endesa controla duas distribuidoras (Ampla e a cearense Coelce) e conta com 1.100 MW de geração própria (800 MW referentes à hidrelétrica de Cachoeira Dourada, em Goiás, e outros 300 MW da térmica de ciclo combinado, em Fortaleza). Além disso, o grupo construiu e opera duas linhas de transmissão interligando Brasil e Argentina com capacidade de 2.000 MW. A Endesa detém 91,9% do controle acionário da Ampla, empresa que atua em 66 municípios do Estado do Rio. A parcela restante está dividida entre a EDP (7,7%) e o mercado. De acordo com o executivo, a espanhola pretende investir no Brasil até 2010 cerca de US$ 175 milhões por ano em distribuição, transmissão e geração. Este montante representa 31,3% dos investimentos entre 2005 e 2009. Fonte:
Valor Econômico A Petrobras pretende estabelecer parcerias com empresas uruguaias para explorar petróleo e gás na Bacia de Pelotas (localizada nos dois países), segundo informou a ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff. "Nós achamos que é muito provável que a bacia apresente boas oportunidades de achar óleo e gás do lado brasileiro. Também é possível que haja (petróleo e gás) do lado uruguaio", disse a ministra, que acompanha o encontro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o colega uruguaio Tabaré Vázquez no Palácio do Planalto. De acordo com a ministra, Brasil e Uruguai vão firmar memorando para iniciar estudos sobre o potencial de exploração da bacia. Entendimentos nos setores de energia elétrica e mineração também vão estar contemplados no documento. Dilma disse que o país pode aumentar a exportação de energia para o Uruguai em maio ou junho deste ano. Ela explicou que só poderá haver aumento quando o nível de água das hidrelétricas do sul do país melhorar, já que a região passa por uma estiagem rigorosa. O Brasil já vende 200 MW (megawatts) médios de energia para os uruguaios - 70MW diretamente e 130 MW via Argentina. Fonte:
Agência Brasil A Shell também quer ter participação no desenvolvimento do Campo de Mexilhão que faz parte das reservas gigantes de gás natural descobertas pela Petrobras na Bacia de Santos. O recém empossado presidente da companhia anglo-holandesa no Brasil, Vasco Dias, afirmou que a Shell está discutindo a possibilidade de atuar junto com a estatal e a espanhola Repsol no projeto. No início do ano, a Petrobras assinou um acordo com a Repsol para estudar a aatuação conjunta das duas empresas no desenvolvimento do campo de gás natural, que necessitará investimentos de cerca de US$ 3 bilhões. Um dos objetivos da Petrobras com o acordo é dividir os custos do projeto com a eventual parceira. Dias disse ressaltou, no entanto, que as negociações entre Shell e Petrobras ainda estão em estágio inicial e disse que ainda não está sendo discutido qual seria a eventual participação da empresa no empreendimento. - As conversas estão em um estágio embrionários ainda. O que estamos vendo é a possibilidade da participação da Shell no projeto - afirmou o presidente da Shell no Brasil. O executivo confirmou que a prioridade do projeto seria o abastecimento do mercado interno e que a Shell estaria de acordo com esse objetivo. Dias confirmou ainda a intenção da Shell em participar da 7ª Rodada de Licitações, da Agência Nacional de Petróleo (ANP) prevista para outubro. Fonte: Globo Online Arcelor próxima de formar sua holding A direção da Arcelor dá nos próximos dias a cartada final para formação de uma holding no Brasil reunindo todos os seus ativos locais. A empresa vai negociar com os fundos de pensão e a BNDESPar a compra de participações na siderúrgica mineira Acesita da qual detém 29% do capital, mas também já avalia a possibilidade de formar a holding com os demais ativos e incluir a mineira Acesita após concluir a negociação. Fonte:
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ABENDE
"Tecnologia preservando a vida" Missão: "Difundir a tecnologia dos END e Inspeção, preservando a vida das pessoas e o meio ambiente" Sede: Rua Guapiaçu, 5 - Vila Clementino - Cep: 04024-020 - São Paulo - SP Tel.: (11) 5586 3199 - Fax: (11) 5581 1164 - e-mail: abende@abende.org.br - www.abende.org.br |
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